<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262</id><updated>2011-08-17T04:01:16.119+01:00</updated><category term='Dave Dee'/><category term='Yardbirds'/><category term='Mick and Tich'/><category term='Bee Gees'/><category term='Riffs'/><category term='Beaky'/><category term='The Shadows'/><category term='Rolling Stones'/><category term='Animals'/><category term='Canned Heat'/><category term='The Moody Blues'/><category term='Genesis'/><category term='Bo Diddley'/><category term='Herman&apos;s Hermits'/><category term='1964'/><category term='Hollies'/><category term='1963'/><category term='Scissor Sisters'/><category term='Dozy'/><category term='1965(1)'/><title type='text'>Os Dias da Música</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>107</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-7249234689028892958</id><published>2010-06-05T15:09:00.000+01:00</published><updated>2010-06-05T15:10:52.236+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Agora, encontram-me aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://aruainclinada.blogspot.com/"&gt;http://aruainclinada.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero-vos por lá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vic&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-7249234689028892958?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/7249234689028892958/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=7249234689028892958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/7249234689028892958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/7249234689028892958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2010/06/agora-encontram-me-aqui.html' title=''/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07433261020696903265</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-JbCoBmhbXeg/ThxODebddbI/AAAAAAAABFQ/gNJlHy6WxSw/s220/9.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-6662634721922245526</id><published>2008-03-06T17:02:00.003Z</published><updated>2008-03-06T18:24:41.944Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Genesis'/><title type='text'>A 6 de Março de 1975</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R9AjulnPAbI/AAAAAAAAAQY/JWLOBKp0vyM/s1600-h/Genesis.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5174675255126327730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R9AjulnPAbI/AAAAAAAAAQY/JWLOBKp0vyM/s400/Genesis.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Avizinhavam-se tempos conturbados. Ou antes, há perto de um ano que o eram, porque chamar ao verão que se avizinhava de quente, isolando-o dos antecedentes, só mesmo a visão redutora de alguns “estoriadores”, ou a suposição distanciada de quem não os viveu.&lt;br /&gt;Mas isso é mesmo outra história, e hoje estou aqui para reatar, e para relatar um dos episódios mais marcantes da minha relação pessoal com a música, e que teve lugar numa longínqua noite de Março de 75.&lt;br /&gt;O meu amigo O, balconista de loja de tecidos de luxo da Rua Augusta, dissera-me uns tempos antes que os Genesis vinham cá. Na altura, as minhas preocupações eram mais familiares e de trabalho, tudo muito entrelaçado nas elucubrações políticas, mas a música tinha, como sempre, o seu tempo. E a notícia deixou-me quase sem fala. Para além de que, para mim e em certa medida, os Genesis a modos que terem tomado o lugar deixado vago pelos Beatles, até então, concertos “&lt;em&gt;como deve de ser&lt;/em&gt;” eram uma miragem: antes do 25 de Abril, eram sempre as mesmas caras, pretensas vedetas do internacional-cançonetismo (uma das excepções,os Animals, tinham sido trazidos pelo Vasco Morgado já lá iam 10 anos), depois da celebrada data, os rumores sobre a situação política, cerceavam alguma vontade que houvesse de apresentar novidades.&lt;br /&gt;Musicalmente, estava-se numa época de degenerescência do rock, com o pífio glam rock e o pomposo rock sinfónico a terem papel preponderante no panorama.&lt;br /&gt;Devo dizer que, e pessoalmente, sempre considerei que musicalmente terá sido das épocas menos profícuas, embora meia dúzia de nomes - Zappa, Jethro Tull, Waitts, CSN&amp;amp;Y, Chicago, Pink Floyd e pouco mais - fossem alimentando as minhas necessidades melómanas.&lt;br /&gt;Confesso a ansiedade que se apossou de mim, desde esse dia e a data do concerto. Principalmente desde a edição de “Selling England by the Pound” que era um indefectível da banda de Peter Gabriel, e o recente “The lamb lies down” tocava todos os dias no meu velho Onkyo. Tinha visto uns excertos de um concerto dos Genesis e tinha ficado quase petrificado pela espantosa e teatral actuação de Gabriel.&lt;br /&gt;O dia, 6, foi passado em planeamentos que, estava mais que visto, só serviam para que o tempo passasse mais depressa. Apanhámos o comboio no Cais do Sodré com a aconselhada antecedência, previstas que estavam grandes enchentes, e jantámos num simpático restaurante perto do Pavilhão, e para lá rumámos depois. A multidão que se aglomerava nos acessos não augurava nada de bom. Os tropas que guardavam as entradas, olhavam para aquela mole humana e sabia que a bolha iria rebentar mais cedo ou mais tarde, e que as G3 que empunhavam não iriam dissuadir ninguém. E assim foi. Às tantas senti-me transportado para dentro do recinto no meio daquela vaga, havendo alturas em que nem pus os pés no chão. O meu amigo O, chegou a Lisboa com uma meia sola de sapato a menos. Bilhete? Veio intacto para casa, tal como tinha ido. O espectáculo? Algo de quase indescritível. Procurei um lugar perto do palco, ou pelo menos onde pudesse ver alguma coisa. Acabei por me safar, embora ficasse em equilíbrio instável em cima de duas cadeiras, um pé em cada uma e com um gajo que fazia dois de mim a apoiar-se no meu ombro. Lembro-me que na altura aquilo me pareceu aquelas pirâmides humanas dos circos. Até que a meio, aquilo veio tudo abaixo, e fiquei com uma perna entalada nas costas de uma cadeira, e só não a parti por milagre, ou qualquer outra coisa que lhe queiram chamar.&lt;br /&gt;No ar, o cheiro a marijuana era absoluto, e estou em crer que muita daquela gente, pouco ouviu do irrepreensível recital de Gabriel, que desfrutei com um prazer imenso. O evoluir das estranhíssimas personagens de Peter através do emaranhado intenso das luzes estroboscópias, a história de Rael contada por aquela voz potente e inconfundível, apoiada no rigor musical de Hackett, Rutherford, Banks e Collins, foi quase uma celebração que me fez abstrair de tudo o resto que me envolvia.&lt;br /&gt;Prevendo nova enchente, mal acabou o espectáculo, corri para o comboio, que me traria ainda meio zonzo, até Lisboa. A mim, e a muitos mais, porque só saiu da estação quando já estava a abarrotar. Até nas redes onde se punham as malas havia rapazes - raparigas havia poucas - a dormir, ou pelo menos assim parecia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-6662634721922245526?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/6662634721922245526/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=6662634721922245526' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/6662634721922245526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/6662634721922245526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2008/03/6-de-maro-de-1975.html' title='A 6 de Março de 1975'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R9AjulnPAbI/AAAAAAAAAQY/JWLOBKp0vyM/s72-c/Genesis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-1990784268076610723</id><published>2008-01-28T15:26:00.000Z</published><updated>2008-01-28T17:25:04.582Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Riffs'/><title type='text'>Ora então, os riffs...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5350UThKqI/AAAAAAAAAQQ/LPXMWgErxVU/s1600-h/Chuck+Berry1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160555425235544738" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5350UThKqI/AAAAAAAAAQQ/LPXMWgErxVU/s320/Chuck+Berry1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Da minha geração (e outras posteriores), não creio haver alguém interessado nesta faixa de música que envolve os blues/r’n’roll/pop, que passe indiferente aos grandes riffs de guitarra - os de outros instrumentos são menos comuns, apesar da grande repercussão que têm sempre, e estou a lembrar-me do incrível sax de Baker Street, de Rafferty ou do órgão de Price, no mega hit dos Animals, House of the Rising Sun - e não temo arriscar, que muitos músicos devem grande parte da sua fama, a um ou outro que alguma vez terão “arrancado” das entranhas.&lt;br /&gt;São possivelmente de alguns dos nomes mais conhecidos da primeira geração de rock, os iniciadores deste tipo de intervenção sonora. Já aqui lembrei o muito emulado riff de &lt;strong&gt;Bo Diddley&lt;/strong&gt; na canção com o seu nome próprio, mas seria injusto esquecer a influência que, nesta vertente, &lt;strong&gt;Chuck Berry&lt;/strong&gt; teve nas gerações musicais seguintes, com músicas como “&lt;em&gt;Johnny B. Good&lt;/em&gt;” ou “&lt;em&gt;No Particular Place to Go&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Desde então, foram muitas as vezes que me deixei seduzir por momentos de grande inspiração e seria quase impossível lembrar-me de todas, e foi por isso que aqui há tempo desafiei a quem me visita a deixar-me uma lista com os seus preferidos. Servir-me-ia de memorando, e ao mesmo tempo, para vir a conhecer alguns que me tinham passado desapercebidos (o José enumerou alguns que eu desconhecia e que assim passei a conhecer).&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AEq62iQo0eU&amp;rel=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/AEq62iQo0eU&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos por partes, e deixem-me referir alguns dos que, desde sempre, mais tocaram por aqui.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Not fade away - Rolling Stones&lt;br /&gt;- Carol - Rolliung Stones&lt;br /&gt;- You really got me - Kinks&lt;br /&gt;- I feel fine - Beatles&lt;br /&gt;- Satisfaction - Rolling Stones&lt;br /&gt;- Day Tripper - Beatles&lt;br /&gt;- Baby, please don’t go - Them&lt;br /&gt;- Keep on running - Spencer Davis Group&lt;br /&gt;- All your love - Eric Clapton&lt;br /&gt;- Layla - Eric Clapton&lt;br /&gt;- Sweet Home Alabama - Lynyrd Skynyrd&lt;br /&gt;- Sunshine of your love - Cream&lt;br /&gt;- Walk this way - Aerosmith&lt;br /&gt;- 25 or 6 to 4 - Chicago&lt;br /&gt;- Tush - ZZ Top&lt;br /&gt;- Black Dog - Led Zepelin&lt;br /&gt;- Whola lotta a love - Led Zeppelin&lt;br /&gt;- Kashmir - Led Zeppelin&lt;br /&gt;- All along the watchtower - Jimi Hendrix&lt;br /&gt;- Smoke on water - Deep Purple&lt;br /&gt;- Purple Haze - Jimi Hendrix&lt;br /&gt;- Money for nothing - Dire Straits&lt;br /&gt;- Sultains of swing - Dire Straits&lt;br /&gt;- Are you gonna go my way - Lenny Kravitz&lt;br /&gt;- Smells like teen spirits - Nirvana&lt;br /&gt;- Learning to fly - Tom Petty&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/j-j-pf5LykQ&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/j-j-pf5LykQ&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-1990784268076610723?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/1990784268076610723/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=1990784268076610723' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/1990784268076610723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/1990784268076610723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2008/01/ora-ento-os-riffs.html' title='Ora então, os riffs...'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5350UThKqI/AAAAAAAAAQQ/LPXMWgErxVU/s72-c/Chuck+Berry1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-3468190324657420232</id><published>2008-01-20T00:13:00.000Z</published><updated>2008-01-20T20:20:53.098Z</updated><title type='text'>Incontornáveis/1966 - 3ª parte</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5KSQYNa_sI/AAAAAAAAAPQ/ueB1g_90tjM/s1600-h/Fresh+Cream.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157345333366947522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5KSQYNa_sI/AAAAAAAAAPQ/ueB1g_90tjM/s320/Fresh+Cream.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fresh Cream - Cream&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - O acontecimento do ano? Provavelmente, para muitos musicólogos. Afinal tratava-se da 1ª produção daquele que foi considerado o 1º super-grupo, como na altura lhe chamaram, por se tratar da reunião com aquele que era o “deus” londrino da guitarra, de um dos melhores “baixos” do mercado, se não o melhor, e o mais exuberante baterista da altura, e durante uns largos anos mais. Para se avaliar do “peso” dos três senhores, será oportuno lembrar que a excelente revista francesa &lt;strong&gt;Rock&amp;amp;Folk&lt;/strong&gt; procedia então, um pouco à imagem do que fazia por cá o &lt;em&gt;Em Órbita&lt;/em&gt;, mas de forma mais alargada, á eleição dos melhores músicos (por instrumento), melhores álbuns, melhores canções, e por aí fora, e que durante três anos consecutivos, elegeu como melhor baterista &lt;em&gt;Ginger Baker&lt;/em&gt;, como melhor baixo &lt;em&gt;Jack Bruce&lt;/em&gt;, e melhor solista o inevitável &lt;em&gt;Clapton&lt;/em&gt; (embora no caso deste, tenha dúvidas se num dos anos não terá sido votado &lt;em&gt;Jimi Hendrix&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;Mas essa já é uma história conhecida. Agora, quanto ao álbum: na altura, ainda não tinham começado os desatinos de cada uma das individualidades, como aconteceria mais tarde em concertos preenchidos com extravagantes e intermináveis solos por parte de cada um dos notáveis, que faziam as delícias de uns, o bocejo enfastiado de outros, e determinou a “morte“ do grupo. Aqui, ainda as canções seguiam os cânones da época, e raramente excediam os 3 minutos. E trata-se de uma das grandes sequências melódicas e de virtuosismo que conheço, que se inicia com um excelente &lt;em&gt;I Feel Free&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Bruce&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - que detém a autoria de mais duas ou três faixas - e passa por clássicos como &lt;em&gt;Spoonful,&lt;/em&gt; de &lt;strong&gt;Willie Dixon&lt;/strong&gt; ou &lt;em&gt;I’m so glad&lt;/em&gt;, de &lt;strong&gt;Skip James&lt;/strong&gt;.&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5KYpoNa_tI/AAAAAAAAAPY/JctoiRvNViw/s1600-h/Pet+Sounds.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157352364228411090" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5KYpoNa_tI/AAAAAAAAAPY/JctoiRvNViw/s320/Pet+Sounds.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pet Sounds - The Beach Boys&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; .A obra prima de uma alma torturada, a obra-prima de &lt;em&gt;Brian Wilson&lt;/em&gt;, o solitário Beach Boy que, diz-se, vendeu a alma ao diabo em troca de inspiração para compor a obra. Bem, se não é verdade…pelo menos Wilson tornou-se íntimo do monstruoso Charles Manson.&lt;br /&gt;A história deste álbum está envolta em numerosas lendas (embora não tantas como o seguinte e nunca editado "Smile"), que não vêm agora ao caso. Irrefutável é o valor do álbum, que consta em várias tabelas de apreciação global, como o melhor de todos os tempos (Mojo, NME), embora não seja essa a minha opinião, reconhecendo, no entanto, a qualidade extra da obra. Que é uma sucessão incrível de harmonias vocais e rendilhados melódicos, quase levados ao paroxismo no espantoso God Only Knows . Avaliado no seu todo, tem que se ser demasiado exigente para descobrir faixas menores.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5M__INa_uI/AAAAAAAAAPg/aPqPnXhWSC0/s1600-h/Parsley,+Sage,+Rosemary+and+Thyne.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157536352037437154" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5M__INa_uI/AAAAAAAAAPg/aPqPnXhWSC0/s320/Parsley,+Sage,+Rosemary+and+Thyne.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Parsley, Sage, Rosemary and Thyme - Simon &amp;amp; Garfuunkel&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - A osmose entre a criação de Simon e a voz de Garfunkel é provavelmente, uma das mais felizes da história da música popular, mesmo que não tenha conseguido sobreviver ao desgaste da relação pessoal. Trata-se também, da primeira obra totalmente escrita por Simon, e, esta uma opinião pessoal, o melhor álbum do grupo. A sucessão de pequenas árias - só a 1ª, Scarborough Fair/Canticle excede os 3 minutos - é perfeita, nos arranjos vocais, na encenação dramática, no lirismo quase etéreo que trespassa de faixas como &lt;em&gt;Homeward Bound &lt;/em&gt;ou&lt;em&gt; Dangling Conversation&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5NDQoNa_vI/AAAAAAAAAPo/pfGUiLQoSHM/s1600-h/Revolver.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157539951220031218" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5NDQoNa_vI/AAAAAAAAAPo/pfGUiLQoSHM/s320/Revolver.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Revolver - The Beatles&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Se há álbuns que dão conta do total amadurecimento de um grupo, este será um deles. Novos sons, novas horizontes de composição, até as líricas mudavam de objectivo (ou objecto), saindo da “intimidade” básica dos primeiros tempos, para abordar temáticas mais generalistas. O elevado nível da produção começa mesmo na capa, uma obra-prima de pop-art da autoria de &lt;em&gt;Klaus Voorman&lt;/em&gt;, um artista multifacetado que ingressaria nesse mesmo ano nos &lt;strong&gt;Manfred Mann&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;O álbum começa com o “acelerado” rock de &lt;em&gt;Taxman&lt;/em&gt;, para prosseguir com uma das master pieces de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Lennon/McCartney&lt;/strong&gt;,&lt;/em&gt; “&lt;em&gt;Eleanor Rigby&lt;/em&gt;”, dando-se depois sequência a um desfiar de pequenas pérolas de composição, como &lt;em&gt;For no one&lt;/em&gt;, ou a incursão no experimentalismo e em novos sons, como em &lt;em&gt;Yellow Submarine&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5N_F4Na_yI/AAAAAAAAAQA/w110M0RWsCc/s1600-h/Portrait.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157605737234104098" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5N_F4Na_yI/AAAAAAAAAQA/w110M0RWsCc/s320/Portrait.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Portrait - The Walker Brothers&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Este notável álbum é a consagração daquele que era, porventura, o maior performer da década de 60, o norte-americano &lt;em&gt;Scott Engel&lt;/em&gt;, figura algo enigmática, que juntamente com os seus companheiros de grupo (que não eram verdadeiramente irmãos como sugere o nome que adoptaram) &lt;em&gt;John &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Gary&lt;/em&gt;, tinha feito o trajecto inverso ao da British Invasion.&lt;br /&gt;O Lp é um repositório de grandes baladas cantadas superiormente por Scott, com o suporte coral dos companheiros, muito ao estilo dos &lt;strong&gt;Righteous Brothers&lt;/strong&gt;. O bom gosto de reportório do grupo era sua imagem de marca, uma exigência de sempre de Scott, como aliás, tem evidenciado a sua carreira a solo. De &lt;em&gt;In my room&lt;/em&gt; a &lt;em&gt;No sad songs for me&lt;/em&gt;, passando pelo belo &lt;em&gt;Living above your head&lt;/em&gt;, não há defeito a apontar.&lt;br /&gt;Será se referir que a reedição em cd teve como bónus o acrescento de algumas das mais memoráveis interpretações do grupo, como &lt;em&gt;The sun ain´t gonna&lt;/em&gt; &lt;em&gt;shine anymore &lt;/em&gt;ou&lt;em&gt; Deadlier than the Male.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5NIl4Na_wI/AAAAAAAAAPw/ouYoRPAImr8/s1600-h/Dictionary+of+Soul.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157545813850390274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5NIl4Na_wI/AAAAAAAAAPw/ouYoRPAImr8/s320/Dictionary+of+Soul.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dictionary of Soul - Otis Redding&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Esta, uma das excepções que abro em relação aos grandes nomes negros dos&lt;em&gt; r’n’blues&lt;/em&gt; e da &lt;em&gt;soul&lt;/em&gt;, porque, com efeito, &lt;strong&gt;Otis&lt;/strong&gt; teve uma importância quase transcendente, no panorama da rádio portuguesa por aqueles anos. E fora o &lt;em&gt;Dock of the Bay&lt;/em&gt;, editado postumamente, este terá sido provavelmente o seu álbum mais importante.&lt;br /&gt;Nele, &lt;em&gt;Otis&lt;/em&gt; traz-nos interpretações irrepetíveis de canções suas, como &lt;em&gt;Fa, fa, fa, fa&lt;/em&gt;, ou de clássicos como &lt;em&gt;Try a little tenderness&lt;/em&gt;. O poder vocal, o dramatismo interpretativo de &lt;em&gt;Otis&lt;/em&gt;, elevam a música soul a níveis nunca antes atingidos, e aos quais não se voltaria mais, após o seu desaparecimento prematuro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sunshine Superman - Donovan&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5NLuINa_xI/AAAAAAAAAP4/Gj25RId9AG8/s1600-h/Sunshine+Superman.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157549254119194386" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5NLuINa_xI/AAAAAAAAAP4/Gj25RId9AG8/s320/Sunshine+Superman.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Donovan abandona definitivamente a sua imagem de réplica inglesa (ou antes, escocesa) de &lt;em&gt;Bob Dylan&lt;/em&gt;, e adquire identidade (embora antes já tivesse editado alguns discos de elevado gabarito, nunca conseguira fugir à etiqueta que lhe fora colada), abraçando novas sonoridades e apoiado no produtor &lt;em&gt;Mickie Most&lt;/em&gt;, abalança-se nos novos caminhos do psicadelismo. Trata-se de uma obra de fácil digestão, e da qual são destacáveis a canção que dá nome ao álbum, ou &lt;em&gt;Season of the Witch&lt;/em&gt;, embora faixas como a excelente &lt;em&gt;Three King Fishers ou Guin&lt;/em&gt;evere não possam passar sem referência. No total, um álbum determinante mas algo desequilibrado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;*****&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Outros álbuns interessantes saídos em 66&lt;/em&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="13th Floor Elevators por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2206750564/"&gt;&lt;img height="150" alt="13th Floor Elevators" src="http://farm3.static.flickr.com/2188/2206750564_870cb061b7_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="A Quick One por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2205961585/"&gt;&lt;img height="150" alt="A Quick One" src="http://farm3.static.flickr.com/2156/2205961585_3edfc0cd1e_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Buffalo Springfield por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2206750890/"&gt;&lt;img height="150" alt="Buffalo Springfield" src="http://farm3.static.flickr.com/2165/2206750890_83d4a25d68_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="From Nowhere por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2206751066/"&gt;&lt;img height="150" alt="From Nowhere" src="http://farm3.static.flickr.com/2017/2206751066_852085eb4d_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Hums of the Lovin' Spoonful por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2206751162/"&gt;&lt;img height="150" alt="Hums of the Lovin' Spoonful" src="http://farm3.static.flickr.com/2012/2206751162_ddcbf67db3_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="If you can believe por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2205962101/"&gt;&lt;img height="150" alt="If you can believe" src="http://farm3.static.flickr.com/2299/2205962101_45b8446249_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Love por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2205962243/"&gt;&lt;img height="150" alt="Love" src="http://farm3.static.flickr.com/2219/2205962243_4f69efe597_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Roger the Engineer por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2205962435/"&gt;&lt;img height="150" alt="Roger the Engineer" src="http://farm3.static.flickr.com/2142/2205962435_950633cea8_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Small Faces por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2205962533/"&gt;&lt;img height="150" alt="Small Faces" src="http://farm3.static.flickr.com/2143/2205962533_d103597627_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="The exciting Wilson Pickett por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2206751936/"&gt;&lt;img height="150" alt="The exciting Wilson Pickett" src="http://farm3.static.flickr.com/2128/2206751936_9c13b8b2f6_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="The Incredible String Band por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2205962751/"&gt;&lt;img height="150" alt="The Incredible String Band" src="http://farm3.static.flickr.com/2315/2205962751_b8914ac9c4_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Psychedelic Lolipop por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2206870890/"&gt;&lt;img height="150" alt="Psychedelic Lolipop" src="http://farm3.static.flickr.com/2277/2206870890_896cd31da8_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;E alguns singles:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- 19th Nervous breakdown - Rolling Stones&lt;br /&gt;- Alfie - Cilla Black&lt;br /&gt;- Bang Bang - Cher&lt;br /&gt;- Barbara Ann - Beach Boys&lt;br /&gt;- Bend it - Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick and Tich&lt;br /&gt;- Big Time operator - Zoot Money and the Big Roll Band&lt;br /&gt;- Black is black - Los Bravos&lt;br /&gt;- Bus stop - Hollies&lt;br /&gt;- California dreamin' - Mamas and Papas&lt;br /&gt;- Cherish - Association&lt;br /&gt;- Daydream - Lovin' Spoonful&lt;br /&gt;- Dead end street - Kinks&lt;br /&gt;- Dedicated follower of fashion - Kinks&lt;br /&gt;- Don't bring me down - Animals&lt;br /&gt;- Eight Miles High - Byrds&lt;br /&gt;- Eleanor Rigby - Beatles&lt;br /&gt;- Friday on my mind - Easybeats&lt;br /&gt;- Get away - Georgie Fame&lt;br /&gt;- Gimme some lovin' - Spencer Davis Group&lt;br /&gt;- God only knows - Beach Boys&lt;br /&gt;- Good Lovin' - Young Rascals&lt;br /&gt;- Good vibrations - Beach Boys&lt;br /&gt;- Guantanamera - Sandpipers&lt;br /&gt;- Happy Jack - Who&lt;br /&gt;- Have you seen your mother baby - Rolling Stones&lt;br /&gt;- Hey Joe - Jimi Hendrix&lt;br /&gt;- Hi lili hi lo - Alan Price Set&lt;br /&gt;- Hideaway - Dave Dee's&lt;br /&gt;- Hold tight - Dave Dee&lt;br /&gt;- Homeward Bound - Simon &amp; Garfunkel&lt;br /&gt;- I can't control myself - Troggs&lt;br /&gt;- I feel free - Cream&lt;br /&gt;- I put a spell on you - Alan Price Set&lt;br /&gt;- I'm a boy - Who&lt;br /&gt;- I'm a rock - Simon &amp; Garfunkel&lt;br /&gt;- Just like a woman - Manfred Mann&lt;br /&gt;- Keep on running - Spencer Davis Group&lt;br /&gt;- Land of 1000 dances - Wilson Pickett&lt;br /&gt;- Mellow yellow - Donovan&lt;br /&gt;- Message understood - Sandie Shaw&lt;br /&gt;- Midnight to six man - Pretty Things&lt;br /&gt;- Mirror, Mirror - Pinkerton's Assorted Colours&lt;br /&gt;- No milk today - Herman's Hermits&lt;br /&gt;- Out of time - Chris Farlowe&lt;br /&gt;- Over under sideways down - Yardbirds&lt;br /&gt;- aint it black - Rolling Stones&lt;br /&gt;- Pamela, Pamela - Wayne Fontana&lt;br /&gt;- Paperback writer - Beatles&lt;br /&gt;- ied Piper - Crispian St Peters&lt;br /&gt;- Pretty Flamingo - Manfred Mann&lt;br /&gt;- Reach Out (I'll be there) - Four Tops&lt;br /&gt;- River deep, mountain high - Ike and Tina Turner&lt;br /&gt;- Running round in circles - Ivy League&lt;br /&gt;- Semi-detatched Mr. Jones - Manfred Mann&lt;br /&gt;- Sha la la lee - Small Faces&lt;br /&gt;- Shapes of things - Yardbirds&lt;br /&gt;- Sitting in the park - Georgie Fame&lt;br /&gt;- Sloop John B - Beach Boys&lt;br /&gt;- Somebody help me - Spencer Davis Group&lt;br /&gt;- Standing in the shadows of love - Four Tops&lt;br /&gt;- Substitute - Who&lt;br /&gt;- Summer in the city - Lovin' Spoonful&lt;br /&gt;- Sunny - Georgie Fame&lt;br /&gt;- Sunny Afternoon - Kinks&lt;br /&gt;- Sunshine Superman - Donovan&lt;br /&gt;- The beat goes on - Sonny and Cher&lt;br /&gt;- The kids are alright - Who&lt;br /&gt;- The sun ain't gonna shine anymore - Walker Brothers&lt;br /&gt;- Try a little tenderness - Otis Redding&lt;br /&gt;- Uptight - Stevie Wonder&lt;br /&gt;- When a man loves a woman - Percy Sledge&lt;br /&gt;- Wild Thing - Troggs&lt;br /&gt;- Winchester Cthedral - New Vaudeville Band&lt;br /&gt;- With a girl like you - Troggs&lt;br /&gt;- Wrapping paper - Cream&lt;br /&gt;- You can´t hurry love - Supremes&lt;br /&gt;- You were on my mind - Crispian St. Peters&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-3468190324657420232?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/3468190324657420232/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=3468190324657420232' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/3468190324657420232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/3468190324657420232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2008/01/incontornveis1966-3-parte.html' title='Incontornáveis/1966 - 3ª parte'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5KSQYNa_sI/AAAAAAAAAPQ/ueB1g_90tjM/s72-c/Fresh+Cream.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-6325737991577089505</id><published>2008-01-15T21:23:00.000Z</published><updated>2008-01-19T19:47:40.556Z</updated><title type='text'>Incontornáveis/1966 - 2ª parte</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Continuando a deambulação pelo extraordinário ano de 1966, continuemos pois com os álbuns mais importantes,:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R40kvINa_nI/AAAAAAAAAOo/5jDmIomo5xc/s1600-h/Autumn+66.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155817540485316210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R40kvINa_nI/AAAAAAAAAOo/5jDmIomo5xc/s200/Autumn+66.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Spencer Davies Group - Autumn 66&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; -Este álbum será, quanto a mim, dos mais importantes do ano, por ser nele que se revela definitivamente um dos meninos prodígio da década, Stevie Winwood, uma das personalidades mais reservadas do panorama musical. E este facto terá de algum modo condicionado a carreira de um performer de qualidades invulgares, que nunca chegou a alcançar plenamente o reconhecimento que deveria ter tido.&lt;br /&gt;Do álbum - segundo do grupo - constavam alguns dos mais conseguidos temas de r’n’blues cantados por Stevie, como Midnight Special ou When I come home, para além do seu mega-hit Somebody help me e de uma faixa que aprecio especialmente, High Time, que tinha um riff de guitarra muito semelhante ao de Keep on running.&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/38UCU7SeT38&amp;rel=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/38UCU7SeT38&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;John Mayall with Eric Clapton - Bluesbreakers&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - .&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R40m8YNa_oI/AAAAAAAAAOw/VfQvpSWZcJw/s1600-h/Bluesbreakers.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R40m8YNa_oI/AAAAAAAAAOw/VfQvpSWZcJw/s200/Bluesbreakers.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5155819967141838466" /&gt;&lt;/a&gt;Mas se o Lp anterior foi importante, que dizer deste? Da reunião de um dos pais dos “blue eyed blues” com o então maior génio da guitarra, ambos acolitados por dois outros executantes de eleição, John McVie e Hughie Flint, só poderia sair um produto de qualidade extra, que é o que é este álbum, o melhor álbum de r’n’blues alguma vez gravado em terras de Sua majestade.&lt;br /&gt;De referir, por exemplo, o que a propósito deste álbum diz, a certa altura da sua análise, a “Classic Rock”:&lt;br /&gt;“But his piéce de resistence comes on the six-minute Have You Heard, another Mayall original where Clapton effectively redefines the slow blues guitar solo for the next decade”.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5I9t4Na_pI/AAAAAAAAAO4/KeDCCfe19jU/s1600-h/Face+to+Face.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157252381684727442" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5I9t4Na_pI/AAAAAAAAAO4/KeDCCfe19jU/s200/Face+to+Face.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Kinks - Face to face &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;- O primeiro álbum dos Kinks depois do seu banimento dos EUA, e que marca uma deriva (positiva) na música dos Kinks, mas principalmente da lírica de Ray Davies. É um álbum determinante também no aspecto em que se trata do primeiro integralmente composto por Ray. Creio que a “aventura americana” determinou fatalmente esta mudança, que nos traz um Davies impiedoso para com a sociedade, amargo mas cheio de humor, um humor mordaz e certeiro que na época não encontrava semelhança.&lt;br /&gt;O álbum contém faixas impossíveis de omitir em qualquer compilação decente da década, como sejam Sunny Afternoon, Party Line ou o meu preferido Dandy. Ouvido o álbum, pouco se reconhece dos Kinks de You Really Got Me.&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5JEQ4Na_qI/AAAAAAAAAPA/A3l-Lec1F4M/s1600-h/Fifth+Dimension.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157259580049915554" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5JEQ4Na_qI/AAAAAAAAAPA/A3l-Lec1F4M/s320/Fifth+Dimension.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Byrds - Fifth Dimension&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Este é para mim, o melhor álbum dos Byrds. Eight Miles High, canção banida por rádios americanas, é fulcral para a emergência de um contra-ataque norte-americano á British Invasion, mas não só. A abordagem do guitarrista Roger McGuinn é completamente diferente de tudo o que até então se tinha feito e determina o nascer da era psicadélica. Mas deixar a análise do Lp por uma canção, seria demasiado redutor. As diversificadas abordagens dos Byrds aos temas, as influências jazzisticas, as inovações a nível sonoro, fazem deste trabalho, algo de memorável. Faixas a reter: &lt;em&gt;Mr. Spaceman, 5th Dimension, Eight Miles High, John Riley&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/up6Xh3Gme1w&amp;rel=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/up6Xh3Gme1w&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5JLC4Na_rI/AAAAAAAAAPI/CsXgaMBJp8E/s1600-h/Freak+Out.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157267036113141426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R5JLC4Na_rI/AAAAAAAAAPI/CsXgaMBJp8E/s320/Freak+Out.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Mothers of Invention - Freak Out&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Este é o primeiro trabalho editado, daquele que seria uma das personalidades mais fantásticas da cena musical mundial, da segunda metade do século XX. Na verdade, e embora os Mothers of Invention fosse um agrupamento de músicos de 1ª água, difícil seria &lt;em&gt;Frank Zappa&lt;/em&gt;, alma-mater do grupo, não se afirmar individualmente, tal a exuberância da sua personalidade e do seu génio criativo.&lt;br /&gt;Definir este álbum à luz dos padrões da época torna-se difícil, porque não respeitava nenhum. Resumidamente, pode-se dizer sem receio de errar muito, que se trata de uma obra ambiciosa de música avant garde, onde todos os conceitos musicais ou artísticos tout-court, de Zappa estão presentes, tal como a sua visão crítica sobre a conservadora e hipócrita sociedade americana e seus lideres, que seriam alvos preferenciais de Zappa durante a toda a sua fecunda carreira.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-6325737991577089505?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/6325737991577089505/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=6325737991577089505' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/6325737991577089505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/6325737991577089505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2008/01/incontornveis1966-2-parte.html' title='Incontornáveis/1966 - 2ª parte'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R40kvINa_nI/AAAAAAAAAOo/5jDmIomo5xc/s72-c/Autumn+66.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-1909079933844674028</id><published>2008-01-09T12:06:00.000Z</published><updated>2008-01-19T19:38:25.444Z</updated><title type='text'>Os "riffs" memoráveis</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a title="Jimi Hendrix por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2179789301/"&gt;&lt;img height="285" alt="Jimi Hendrix" src="http://farm3.static.flickr.com/2279/2179789301_f3a2c2837d_o.jpg" width="188" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Jimmy Page por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2179789343/"&gt;&lt;img height="285" alt="Jimmy Page" src="http://farm3.static.flickr.com/2420/2179789343_10e509ae37_o.jpg" width="188" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Eric Clapton por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2180579916/"&gt;&lt;img height="285" alt="Eric Clapton" src="http://farm3.static.flickr.com/2147/2180579916_b0e44744e3_o.jpg" width="188" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Durante a recente prospecção sobre a produção musical de 66, reparei que um dos “&lt;em&gt;riffs&lt;/em&gt;” de guitarra mais célebres de todos os tempos - &lt;em&gt;Satisfaction&lt;/em&gt;, dos &lt;strong&gt;Rolling Stones&lt;/strong&gt; - é deste ano, tal como um outro, este bem menos conhecido, o de Clapton em “&lt;em&gt;All your love&lt;/em&gt;” (in. LP &lt;em&gt;Bluesbreakers&lt;/em&gt;), ao qual posteriormente o ilustre guitarrista acrescentou mais uns quantos em número dificilmente contabilizável, durante a sua permanência nos &lt;strong&gt;Cream&lt;/strong&gt;, e sucessivamente nos &lt;strong&gt;Blind Faith, Derek &amp;amp; The Dominoes &lt;/strong&gt;e a solo.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FxFuxp1WyGY&amp;rel=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/FxFuxp1WyGY&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Falo destes dois meramente a título de exemplo, porque o ano foi fecundo em momentos altos, mas ao que eu queria chegar era à “responsabilidade” destas inspirações - do virtuosismo de alguns músicos de excelência, ou os rasgos de outros menos dotados, no sucesso dos grupos/intérpretes - têm na sedução que a arte tem sobre nós.&lt;br /&gt;Ora e já que se fala de riffs de guitarra inolvidáveis, vinha convidar quem me lê a eleger aqueles que foram os &lt;strong&gt;10/20&lt;/strong&gt; melhores &lt;em&gt;riffs&lt;/em&gt; de que se lembram. Não falo de canções - as dos &lt;em&gt;Cream&lt;/em&gt; ou de &lt;em&gt;Jimi Hendrix&lt;/em&gt;, mesmo as de alguns músicos “heavy”, são pródigos em solos, mas não é disso que falo - mas só mesmo de riffs, por ex. “&lt;em&gt;Satisfaction&lt;/em&gt;”, “&lt;em&gt;You really got me”, “Layla“, “Smoke on water” &lt;em&gt;ou &lt;/em&gt;“Bo Diddley&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;No fim se farão as contas e se verá quais os &lt;em&gt;riffs&lt;/em&gt; memoráveis.&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Led Zeppelin - Kashmir&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-1909079933844674028?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/1909079933844674028/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=1909079933844674028' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/1909079933844674028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/1909079933844674028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2008/01/os-riffs-memorveis.html' title='Os &quot;riffs&quot; memoráveis'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-6683174187467286847</id><published>2008-01-07T13:19:00.000Z</published><updated>2008-01-09T14:26:48.136Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Canned Heat'/><title type='text'>O Mocho Cego e o Urso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R4InMINa_lI/AAAAAAAAAOY/_OplPAd-XTc/s1600-h/Canned+Heat.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152724012980960850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R4InMINa_lI/AAAAAAAAAOY/_OplPAd-XTc/s400/Canned+Heat.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ainda há poucos meses se perfizeram 40 anos sobre o um dos acontecimentos mais marcantes dos 60, o &lt;em&gt;Festival de Monterey&lt;/em&gt;, festa durante a qual &lt;strong&gt;Hendrix&lt;/strong&gt; ascendeu à divindade. Mas o festival não se resumiu à consagração de Jimi. Foi, pode dizer-se, o acender do rastilho hippie, e de tudo o que de bom e mau se lhe seguiu. E foi durante esses dias que se tornou conhecido um dos grupos mais originais da década, os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Canned Heat&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, uma banda que produzia um dos sons mais reconhecíveis de sempre.&lt;br /&gt;Formada por dois “f&lt;em&gt;uriosos&lt;/em&gt;” coleccionadores e cultores de blues &lt;em&gt;Alan “Blind Owl” Wilson&lt;/em&gt; (guitarra, vozes e harmónica) e &lt;em&gt;Bob “the Bear” Hite &lt;/em&gt;(vocalista), aos quais se juntaram &lt;em&gt;Henry “The Sunflower” Vestine &lt;/em&gt;(guitarra), &lt;em&gt;Larry “The Mole” Taylor &lt;/em&gt;(baixo) e &lt;em&gt;Adolfo “Fito” de la Parra &lt;/em&gt;(bateria), o grupo valeu-se dos conhecimentos "bluesianos" enciclopédicos de Wilson, extraordinário executante de harmónica, e de Hite, para recuperarem de forma original velhos blues de fins dos anos 20, imprimindo-lhes a sua marca de água, uma mistura de blues, rock rural e boogie, o que lhes valeu o “título “ de reis do boogie-woogie atribuído pela crítica.&lt;br /&gt;Apesar da qualidade muito apreciável dos seus primeiros álbuns, sobressaíram pela sua qualidade, três canções que se tornaram hinos da geração: “&lt;em&gt;Let’s Work Together”, “On The Road Again” &lt;em&gt;e&lt;/em&gt; “Going Up the Country&lt;/em&gt;”, todas baseadas em “velhos” blues de músicos negros, já na altura pouco lembrados (excepto a primeira, da autoria de Wilbert Harrison - o tal de "kansas City" - que se manteve em actividade "áudível" até inícios dos anos 70).&lt;br /&gt;Infelizmente para o grupo - e para nós - a sua vida foi sempre conturbada, em algumas alturas, de forma trágica até. As alterações na formação foram várias, primeira provocada pela saída de Vestine, substituído por &lt;em&gt;Harvey Mandel&lt;/em&gt;, um dos mais talentosos guitarristas de blues de então, mas a mais significativa provocada pela morte de &lt;em&gt;Wilson&lt;/em&gt; em circunstâncias misteriosas (o uso de drogas não será alheio ao facto) em 1970.&lt;center&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/j63wx4UATJU&amp;rel=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/j63wx4UATJU&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma década de 70 plena de mexidas na constituição do grupo, e pouco frutuosa em termos musicais, o outro dos grandes impulsionadores da banda, &lt;em&gt;Bob Hite&lt;/em&gt;, que devia a sua alcunha &lt;em&gt;“The Bear&lt;/em&gt;” à sua envergadura física, acabou por morrer nos inícios dos 80 com um ataque cardíaco.&lt;br /&gt;O grupo mantém-se activo até hoje, graças à persistência do baterista “Fito” de la Parra, mas para a história ficarão somente os seus primeiros anos, com aparições marcantes no já citado festival de Monterey e em Woodstock, com actuações memoráveis, e pelos seus álbuns, especialmente o 2º, “&lt;em&gt;Boogie with The Canned Heat&lt;/em&gt;” e o que gravaram com &lt;em&gt;&lt;strong&gt;John Lee Hooker&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, “&lt;em&gt;Hooker and Heat&lt;/em&gt;”, derradeiro a contar com a participação de &lt;em&gt;Alan “Blind Owl” Wilson&lt;/em&gt;.&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/whiskeyandwomen.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Canned Heat &amp; John Lee Hooker - Whiskey and Women&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R4IouINa_mI/AAAAAAAAAOg/icxi0Hsl1DQ/s1600-h/Poster+Canned-Heat.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152725696608140898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R4IouINa_mI/AAAAAAAAAOg/icxi0Hsl1DQ/s400/Poster+Canned-Heat.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-6683174187467286847?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/6683174187467286847/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=6683174187467286847' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/6683174187467286847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/6683174187467286847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2008/01/ainda-h-poucos-meses-se-perfizeram-40.html' title='O Mocho Cego e o Urso'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R4InMINa_lI/AAAAAAAAAOY/_OplPAd-XTc/s72-c/Canned+Heat.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-1271975844662885369</id><published>2008-01-02T20:07:00.000Z</published><updated>2008-01-03T14:38:10.378Z</updated><title type='text'>Incontornáveis/1966 - 1ª parte</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zpY4Na_jI/AAAAAAAAAOI/79grAsnYDhg/s1600-h/yardbirdsrecordmail.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151248687419817522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zpY4Na_jI/AAAAAAAAAOI/79grAsnYDhg/s320/yardbirdsrecordmail.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O ano de 1966 foi importantíssimo, diria, foi mesmo determinante para muitas das figuras da cena musical anglo-americana, e para a própria no seu todo. Foi um ano tão cheio de acontecimentos, que fazer um resumo do que se passou se torna tarefa árdua.&lt;br /&gt;Procurarei pois, dar uma pincelada rápida por aqueles acontecimentos que, na minha óptica, se revestiram de maior relevância no campo musical.&lt;br /&gt;Assim, será importante assinalar, que foi nesse ano que:&lt;br /&gt;- a associação de músicos ingleses deliberou banir da televisão o recurso ao play-back.&lt;br /&gt;- os &lt;strong&gt;Rolling Stones&lt;/strong&gt;, (que tinham iniciado o ano com um notável tiro no pé ao editarem um single cujo lado B, &lt;em&gt;As tears go by&lt;/em&gt;, era melhor que o lado A, &lt;em&gt;19th nervous breakdown&lt;/em&gt;) lançam o seu primeiro álbum integralmente constituído por originais do grupo, o notável &lt;em&gt;Aftermath&lt;/em&gt;,&lt;br /&gt;- os &lt;strong&gt;Beach Boys&lt;/strong&gt; editam a sua obra maior, &lt;em&gt;Pet Sounds&lt;/em&gt;, fruto do génio de &lt;em&gt;Brian Wilson&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Stevie Winwood,&lt;/strong&gt; adolescente de 17 anos, torna-se figura cimeira da música britânica como vocalista e indiscutível líder do &lt;strong&gt;Spencer Davis Group&lt;/strong&gt;, irrompendo nos tops com &lt;em&gt;Keep on Runnig&lt;/em&gt; (da autoria do produtor do grupo, &lt;em&gt;Chris Blackwell&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Eric Clapton&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; junta-se a &lt;em&gt;John Mayall, Hughie Flint&lt;/em&gt; &lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zp2oNa_kI/AAAAAAAAAOQ/uUAztbHjMI8/s1600-h/Cream+news.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151249198520925762" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zp2oNa_kI/AAAAAAAAAOQ/uUAztbHjMI8/s320/Cream+news.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;(futuro &lt;em&gt;McGuinness Flint&lt;/em&gt;) e &lt;em&gt;John McVie&lt;/em&gt; (futuro &lt;em&gt;Fleetwood Mac&lt;/em&gt;) e gravam aquele que é considerado hoje, o melhor álbum de r’n’blues britânico: “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;John Mayall with Eric Clapton: Blues Breakers&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” Algum tempo depois, forma com &lt;em&gt;Ginger Baker&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Jack Bruce&lt;/em&gt;, o primeiro super-grupo, os &lt;strong&gt;Cream.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- os &lt;strong&gt;Byrds &lt;/strong&gt;gravam aquela que é considerada por vários críticos musicais, a 1ª canção psicadélica de sempre, “&lt;em&gt;Eight Miles High"&lt;/em&gt; (outros defendem que teria sido &lt;em&gt;For your love&lt;/em&gt;, dos &lt;strong&gt;Yardbirds&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;- emerge o movimento musical originário da &lt;em&gt;West Coast&lt;/em&gt;. Os primeiros nomes a ganharem notoriedade nas charts são os &lt;strong&gt;Lovin’ Spoonful&lt;/strong&gt;, de &lt;em&gt;John Sebastian&lt;/em&gt;, os &lt;strong&gt;Mamas and Papas&lt;/strong&gt;, os &lt;strong&gt;Association&lt;/strong&gt; e os &lt;strong&gt;Love&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;John Lennon&lt;/strong&gt; gera controvérsia mundial ao comparar a popularidade dos &lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt; á de &lt;em&gt;Jesus Cristo&lt;/em&gt; (por vezes custa ouvir a verdade)&lt;br /&gt;- uma banda espanhola, &lt;strong&gt;Los Bravos&lt;/strong&gt;, atinge o 2º lugar do top britânico com “&lt;em&gt;Black is black&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Leonard Bernstein&lt;/strong&gt; afirma que está mais interessado no trabalho de &lt;em&gt;Simon &amp;amp; Garfunkel&lt;/em&gt; e dos &lt;em&gt;Associaton&lt;/em&gt; que nos pretensiosismos académicos da “&lt;em&gt;contemporary art music&lt;/em&gt;“.&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Dylan&lt;/strong&gt;, logo após a edição da sua obra prima &lt;em&gt;Blonde on Blonde&lt;/em&gt; tem um acidente de mota quase fatal.&lt;br /&gt;- Os &lt;strong&gt;Pink Floyd&lt;/strong&gt; dão os seus primeiros concertos&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Chas Chandler&lt;/em&gt;, baixista dos &lt;strong&gt;Animals&lt;/strong&gt;, “&lt;em&gt;descobre&lt;/em&gt;” &lt;em&gt;Jimi Hendrix&lt;/em&gt; durante a digressão do grupo pelos Estados Unidos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Após esta breve resenha, vamos então à análise dos Álbuns, não deixando de frisar que, dada a elevada quantidade de álbuns editados durante esse ano e a sua qualidade, analisarei aqueles que na minha óptica terão sido os mais relevantes.&lt;br /&gt;Assim, e por ordem alfabética:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zKnYNa_bI/AAAAAAAAANI/OR-OrNshZv0/s1600-h/Aftermath.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151214851667459506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zKnYNa_bI/AAAAAAAAANI/OR-OrNshZv0/s200/Aftermath.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Aftermath - Rolling Stones&lt;/strong&gt; - O primeiro Lp dos Stones integralmente preenchido com originais da dupla &lt;em&gt;Jagger/Richards&lt;/em&gt;. E um excelente álbum, diga-se, dos melhores de sempre do grupo britânico, com um som ainda muito influenciado nos r’n’blues, e no seu todo bastante equilibrado. Quero dizer com isto que as canções incluídas, são na sua maioria, de qualidade superior musicalmente, mas também de líricas mais elaboradas, algumas delas bastante cáusticas relativamente às hipocrisias da sociedade de então, como a canção de abertura, &lt;em&gt;Mother’s Little Helper, Out of Time &lt;/em&gt;ou&lt;em&gt; Stupid Girl&lt;/em&gt;, estas, duas das minhas preferidas, juntamente com &lt;em&gt;Doncha Bother Me e Under My Thumb&lt;/em&gt;, e creio que das mais conseguidas do conjunto.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/dontchabotherme.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Rolling Stones - Dontcha Bother Me&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;And then ... along comes The Association&lt;/strong&gt; - Esta foi talvez, uma das maiores surpresas do ano&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zO74Na_cI/AAAAAAAAANQ/LTljJz5R8Fs/s1600-h/and+then...along+comes+The+Association.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151219601901288898" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zO74Na_cI/AAAAAAAAANQ/LTljJz5R8Fs/s200/and+then...along+comes+The+Association.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;. Os &lt;strong&gt;Association&lt;/strong&gt; foram quase sempre algo menosprezados pelos críticos musicais, talvez pela “leveza” das suas composições mais conhecidas, demasiado pop - e sabe-se como a pop ainda hoje é vista com algum desdém, como “música menor” - como &lt;em&gt;Cherish &lt;/em&gt;ou&lt;em&gt; Along Comes Mary&lt;/em&gt;. Injustamente, digo eu. Este Lp dos &lt;em&gt;Association&lt;/em&gt; é uma lufada de ar fresco, com jogos de vozes muito na linha da tradição vocal norte-americana, mas não só. É manifesto que como executantes, os Association também atingem uma craveira assinalável, apesar de uma parte do mérito do seu êxito em estúdio, o devam ao produtor Curt Boettcher, que tratou o álbum de forma completamente inovadora, relativamente ao que então se fazia no rock ou folk-rock norte americano.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/cherish.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;The Association - Cherish&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zTtoNa_dI/AAAAAAAAANY/T2Y9uR-SLjE/s1600-h/Animalisms.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151224854646291922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zTtoNa_dI/AAAAAAAAANY/T2Y9uR-SLjE/s200/Animalisms.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Animalisms - The Animals&lt;/strong&gt; - O ano de 66 foi complicado para os Animals, principalmente devido ao fracasso da sua digressão norte-americana, que acabou por originar a implosão do grupo. Ao que parece, o único “ganhador” dessa digressão terá sido &lt;em&gt;Chas Chandler&lt;/em&gt; ao “&lt;em&gt;descobrir&lt;/em&gt;” &lt;em&gt;Jimi Hendrix&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Mas este álbum é realmente de qualidade superior, talvez o único motivo de alegria para &lt;em&gt;Eric Burdon&lt;/em&gt;, que aqui demonstra as suas extraordinárias capacidades vocais. O Lp é um misto de covers e originais bem caldeado, em que &lt;em&gt;Dave Rowberry&lt;/em&gt; dá mostras de que a sua presença talvez tivesse merecido mais que um papel secundário e quase obscuro papel, na história dos Animals.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Blonde on Blonde - Bob Dylan&lt;/strong&gt; - O 1º Lp duplo de &lt;em&gt;Dylan&lt;/em&gt;, é também por isso, um marco na história do rock &lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zboYNa_hI/AAAAAAAAAN4/YcpjAfYCrEs/s1600-h/Blonde+on+Blonde.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5151233560545000978" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zboYNa_hI/AAAAAAAAAN4/YcpjAfYCrEs/s200/Blonde+on+Blonde.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas o álbum é muito mais que isso. Nele se apresenta já o embrião daquele que seria durante anos o seu grupo de apoio, os históricos &lt;strong&gt;The Band&lt;/strong&gt;, com a inclusão do guitarrista &lt;em&gt;Robbie Robertson&lt;/em&gt; e o universo surreal de &lt;em&gt;Dylan&lt;/em&gt;, com intrincadas líricas enquadradas perfeitamente numa moldura musical que é uma constante descoberta. Esta, corre da emoção de baladas inolvidáveis como &lt;em&gt;I Want you &lt;/em&gt;ou&lt;em&gt; Just like a woman&lt;/em&gt;, ao som ríspido e palavras desbragadas de &lt;em&gt;Rainy day woman&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Uma lição completa, dada pelo grande e incomparável mestre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-1271975844662885369?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/1271975844662885369/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=1271975844662885369' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/1271975844662885369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/1271975844662885369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2008/01/incontornveis1966-1-parte.html' title='Incontornáveis/1966 - 1ª parte'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3zpY4Na_jI/AAAAAAAAAOI/79grAsnYDhg/s72-c/yardbirdsrecordmail.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-1249921320122656707</id><published>2008-01-02T16:10:00.000Z</published><updated>2008-01-02T17:05:05.538Z</updated><title type='text'>Os caminhos do Censor são insondáveis</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a title="Mamas and Papas1 por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2158051579/"&gt;&lt;img height="190" alt="Mamas and Papas1" src="http://farm3.static.flickr.com/2210/2158051579_e5b7031353_o.jpg" width="190" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Mamas and Papas2 por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2158051755/"&gt;&lt;img height="190" alt="Mamas and Papas2" src="http://farm3.static.flickr.com/2379/2158051755_f042143f50_o.jpg" width="190" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Mamas and papas 3 por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2158850772/"&gt;&lt;img height="190" alt="Mamas and papas 3" src="http://farm3.static.flickr.com/2192/2158850772_c0563a6355_o.jpg" width="190" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como todos reconhecemos, para nós, comuns mortais, o pensamento do censor é insondável, está muito para lá da nossa humilde compreensão.&lt;br /&gt;O caso que aqui apresento hoje, é desses casos. Matutamos, matutamos, mas nada.&lt;br /&gt;A 1ª capa, era a original do excelente primeiro álbum (1966), dos Mamas and Papas. Mas ao que se sabe, a “inteligentzia” norte-americana, hipocritamente puritana como poucas, achou que aquela foto era “demasiado suja”, e vai daí, faz-se um 2ª edição em que a sanita aparecia tapada. Mas nem mesmo assim a coisa os convenceu. Aquilo ficava bem era se se tapasse completamente o “ambiente de WC” . Pois então, que saia uma 3ª edição em que se anule também a banheira.&lt;br /&gt;Pessoalmente, faz-me lembrar aquela história dos ditadores mandarem apagar as figuras dos amigos desavindos das fotos oficiais, o que vindo de um país que se arvora no campeão de democracia, é no mínimo surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: - A pedido de várias famílias, aí fica o &lt;em&gt;Here’s a Heart, dos Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick and Tic&lt;/em&gt;h.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/heresaheart.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick and Tich - Here‘s a Heart&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-1249921320122656707?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/1249921320122656707/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=1249921320122656707' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/1249921320122656707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/1249921320122656707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2008/01/os-caminhos-do-censor-so-insondveis.html' title='Os caminhos do Censor são insondáveis'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-4830746125004763034</id><published>2008-01-01T15:32:00.000Z</published><updated>2008-01-01T16:15:22.422Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Beaky'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dave Dee'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mick and Tich'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dozy'/><title type='text'>Notas sobre a popularidade, sucesso e outras efemeridades (2)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3pRI4Na_VI/AAAAAAAAAMY/0iFdPXLWzok/s1600-h/0000+dave+dee.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150518336821067090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3pRI4Na_VI/AAAAAAAAAMY/0iFdPXLWzok/s320/0000+dave+dee.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os &lt;strong&gt;Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick and Tich&lt;/strong&gt; enquadram-se perfeitamente no grupo de aqui falei no post anterior. Música atractiva mas sem grandes artifícios, facilmente audível e dançável, bem tocada e cuidadosamente preparada em estúdio, mas sem grandes rasgos.&lt;br /&gt;Cada single dos Dave Dee’s que era editado, parecia destinado aos tops. A série iniciou-se com “Hold Tight” em Março de 66 a atingir o 4º lugar de vendas em Londres (a 1ª tentativa a sério tinha acontecido já em 65 com You make it move”, de Blaikley &amp;amp; Howard, mas não tinha passado do 26º lugar), e continuou com sucesso até fins de 68 - “Wreck of the Aontoinette, 14º lugar nas charts - altura em que se “respirava” já um prenúncio de fim, que veio em 69 após a edição de dois singles que não conseguiram o top 20. Para ajudar, o sucesso nos EUA também não lhes tinha sorrido.&lt;br /&gt;Pelo meio, e como já referi, uma sucessão de hits, entre os quais Bend it (2º lugar nas charts), Bend it (3º), Save Me (3º), Zabadak! (3º) ou Legend of Xanadu, este a atingir a ser o 1º nos tops 3m Fevereiro de 68.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/legendofxanadu.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Legend of Xanadu&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O (breve) sucesso do grupo deveu-se em grande parte á inspiração de Alan Blaikley e Ken Howard, os seus managers, mas também à vistosa apresentação. Numa altura em que se as inovações no campo musical eram quase diárias, os Dave Dee inovavam…no aspecto visual. O que obviamente não era o suficiente. Quem analise a sua evolução musical obterá uma linha de gráfico quase horizontal.&lt;br /&gt;Muitos anos depois, o que resta dos Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick and Tich é a sua inclusão nas incontáveis colectâneas de música dos anos 60, a evocação de Hold Tight em “Prova de Morte”, e muito pouco mais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/holdtight.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Hold Tight&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: será interessante referir que a dupla &lt;em&gt;Blaikley/Howard &lt;/em&gt;tinha sido a "responsável" pelo sucesso (temporalmente, muito curto) dos &lt;strong&gt;Honeycombs&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Have I the right&lt;/em&gt;, remember?)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-4830746125004763034?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/4830746125004763034/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=4830746125004763034' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/4830746125004763034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/4830746125004763034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2008/01/notas-sobre-popularidade-sucesso-e.html' title='Notas sobre a popularidade, sucesso e outras efemeridades (2)'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3pRI4Na_VI/AAAAAAAAAMY/0iFdPXLWzok/s72-c/0000+dave+dee.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-4536274676691246238</id><published>2007-12-30T13:13:00.000Z</published><updated>2007-12-30T17:19:07.597Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Herman&apos;s Hermits'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hollies'/><title type='text'>Notas sobre a popularidade, sucesso e outras efemeridades</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A evocação recente no &lt;a href="http://guedelhudos.blogspot.com/"&gt;Ié-Ié &lt;/a&gt;dos &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dave Dee, Dozy, Beaky, Mick and Tich&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, grupo hoje só presente na memória de alguns poucos interessados no fenómeno musical da década prodigiosa, remeteu-me a nomes que costumo incluir num grupo restrito dos que, tendo feito então grande sucesso comercial, nunca conseguiram atingir aquela importância que os tornasse referências de gerações posteriores.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3eabINa_TI/AAAAAAAAAMI/WICvga18mdY/s1600-h/0000000000+Herman%27s+Hermits.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149754489772375346" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3eabINa_TI/AAAAAAAAAMI/WICvga18mdY/s400/0000000000+Herman%27s+Hermits.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Entre outros, farão parte desse “saco“, por exemplo, os &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Herman’s Hermits&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, um grupo do qual o nome mais conhecido era o do vocalista, Peter Noone, adolescente senhor de uma voz…digamos, característica. Não vou fazer aqui uma retrospectiva da história do grupo - deste ou doutro - pois tal se tornaria fastidioso, além de que, para os interessados, basta uma busca na net e tudo se encontra. Limito-me a deixar umas ideias que tenho sobre os ditos.&lt;br /&gt;Que até começaram bem a carreira, com “&lt;em&gt;I’m into something good&lt;/em&gt;”, de &lt;em&gt;Carole King &lt;em&gt;e&lt;/em&gt; Gerry Goffin&lt;/em&gt;, um excelente single, cuja linha melódica e harmonia vocal se assemelhava muito ao que os &lt;em&gt;Beach Boys&lt;/em&gt; e outros grupos da Califórnia faziam.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/imintosomethinggood.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Herman's hermits - I'm into something good&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;O problema é que o produtor, Mickie Most, não tinha muita paciência para afinar os grupos em estúdio, e os do Herman’s, não eram especialmente dotados. E assim, decidiu-se que, para se aproveitar a onda do sucesso, os seguintes singles seriam gravados por Peter Noone, apoiado em músicos de estúdio, tendo sempre em conta a não utilização de meios muito complexos que depois, não pudessem ser usados em palco pelo grupo.&lt;br /&gt;E comercialmente a manobra compensou. Os anos de 65 e 66, foram prósperos, e os singles nos tops sucediam-se. Mas as cedências a nível artístico iam-se avolumando. Queria-se chegar àquela faixa adolescente que gostava de música sem grandes artifícios e que ficasse no ouvido à primeira. E assim surgiram coisas como “&lt;em&gt;Mrs. Brown you’ve got a lovely daughter&lt;/em&gt;” ou “&lt;em&gt;I’m Henry the VIII, I am&lt;/em&gt;”. Obviamente, as vendas subiam. “&lt;em&gt;No milk today&lt;/em&gt;”, de fins de 66, talvez o seu maior sucesso de vendas, juntamente com “&lt;em&gt;There’s a kind of hush&lt;/em&gt;”, tem uma linha melódica de sucesso garantido, mas a nível de líricas é quase pateta, isto numa altura em que o que se dizia começava a ter tanta relevância como o que se tocava. Assim, o respeito do público mais maduro era difícil de conseguir.&lt;br /&gt;Estas fórmulas fáceis têm vida curta, e foi o que sucedeu com os Herman’s Hermits, cuja estrela começou a empalidecer irremediavelmente a partir de 68.&lt;br /&gt;Outro desses grupos, mas este muito mais respeitado a todos os níveis, foi o dos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Hollies&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, grupo onde pontificava Graham Nash. &lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3eavoNa_UI/AAAAAAAAAMQ/N_TWqxjBn9A/s1600-h/0000000000+Hollies.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149754841959693634" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3eavoNa_UI/AAAAAAAAAMQ/N_TWqxjBn9A/s400/0000000000+Hollies.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Desde o início, os &lt;em&gt;Hollies&lt;/em&gt; sobressaíam sobretudo pelas harmonia de vozes - que de alguma forma Nash levou para os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;CSN&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - e pelo vibrante optimismo das suas composições, muito influenciados pelos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Everly Brothers&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, aventurando-se mais tarde, principalmente de fins de 66 a fins de 67 - periodo muito fecundo, em que editaram 3 Lp’s - no campo psicadélico.&lt;br /&gt;Mas o sucesso não foi grande, nomeadamente com o último da série, o magnífico &lt;em&gt;Butterfly&lt;/em&gt;, e o retrocesso, numa cedência clara aos interesses comerciais das editoras - e dos próprios - dá-se logo nos inícios de 68, com o lançamento do melado “Jennifer Eccles”, single que ascende ao top 10 britânico.&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/theairthatibreathe.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;The Hollies - The air that I breathe&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;O problema dos &lt;em&gt;Hollies &lt;/em&gt;reside assim na incapacidade em fazer a sua música evoluir e a saída de Nash para se juntar a Crosby e a Stills é fatal.&lt;br /&gt;Ainda lhes estava reservado um grande sucesso comercial, “&lt;em&gt;He ain’t heavy, he’s my brother&lt;/em&gt;” - provavelmente uma das suas melhores composição, a par de “&lt;em&gt;The air that I breathe&lt;/em&gt;” - mas seria esse o canto do cisne. As posteriores tentativas de volta à ribalta (uma delas incluindo o filho pródigo Nash), verificaram-se infrutíferas.&lt;br /&gt;Deixo uma nota final: &lt;em&gt;apesar de terem sido por vezes, apelidados de elitistas e até de arrogantes, os produtores do Em Órbita sempre “passaram” com assiduidade os Herman’s Hermits ou os Dave Dee’s. Quanto aos Hollies, nem havia razão para os não “passar”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;continua&lt;/em&gt;)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-4536274676691246238?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/4536274676691246238/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=4536274676691246238' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/4536274676691246238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/4536274676691246238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/12/notas-sobre-popularidade-sucesso-e.html' title='Notas sobre a popularidade, sucesso e outras efemeridades'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3eabINa_TI/AAAAAAAAAMI/WICvga18mdY/s72-c/0000000000+Herman%27s+Hermits.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-4126112497095612238</id><published>2007-12-29T20:49:00.000Z</published><updated>2007-12-30T14:08:51.584Z</updated><title type='text'>A 1ª música da história do rock and roll?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3azEINa_SI/AAAAAAAAAMA/SBXzh9FuNb4/s1600-h/000000+Ike+Turner.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149500107449367842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3azEINa_SI/AAAAAAAAAMA/SBXzh9FuNb4/s200/000000+Ike+Turner.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há uns dias atrás, morreu um dos bad boys dos r’n’blues, mas não só. &lt;strong&gt;Ike Turner&lt;/strong&gt;, mais conhecido como vilão que como músico, além de ter sido o “descobridor” do talento da sua então mulher, Tina Turner, bem expresso no lendário “&lt;em&gt;River deep, mountain high&lt;/em&gt;”, foi também o presumível autor da 1ª música da história do rock and roll, “Rocket 88”.&lt;br /&gt;Gravada em colaboração com o saxofonista e vocalista Jackie Brenston, a canção seria editada num disco de &lt;em&gt;Jackie Brenston &amp;amp; His Delta Cats&lt;/em&gt;, e não de Ike &lt;em&gt;Turner &amp;amp; His Kings of Rhythm&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/rocket88.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Ike Turner &amp;amp; Jackie Brenston - Rocket 88&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-4126112497095612238?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/4126112497095612238/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=4126112497095612238' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/4126112497095612238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/4126112497095612238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/12/1-msica-da-histria-do-rock-and-roll.html' title='A 1ª música da história do rock and roll?'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3azEINa_SI/AAAAAAAAAMA/SBXzh9FuNb4/s72-c/000000+Ike+Turner.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-7913792975192188338</id><published>2007-12-25T22:36:00.000Z</published><updated>2007-12-26T15:30:06.064Z</updated><title type='text'>Incontornáveis/1965 (2ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GGQINa_II/AAAAAAAAAKw/jowTH9FxUI4/s1600-h/Highway+61+Revisited.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148043460700994690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GGQINa_II/AAAAAAAAAKw/jowTH9FxUI4/s400/Highway+61+Revisited.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Highway 61 Revisited - Bob Dylan&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Se havia dúvidas quanto ao papel fundamental que Dylan teria na nova música norte-americana, Hihgway 61, dissipou-as definitivamente.&lt;br /&gt;Com "&lt;em&gt;Like a rolling stone"&lt;/em&gt;, Dylan tinha já acabado com o mito de que as canções para terem êxito, não deveriam exceder os 3 minutos. Em Highway, onde “reincidiu” no pecado, foi mais além, e atreveu-se a gravar uma faixa com mais de 18 minutos, "&lt;em&gt;Desolation Row"&lt;/em&gt;. Mas ali, nada estava a mais. As músicas de Dylan pareciam sempre ter a dimensão exacta. Mas para além de tudo o mais, o álbum é a confirmação do Dylan definitivamente “electrificado”, para o que contou com a colaboração do notável &lt;em&gt;Michael Bloomfield&lt;/em&gt;. Uma nota final para referir que nele se inclui uma das minhas canções preferidas de Dylan, “&lt;em&gt;Ballad of a thin man&lt;/em&gt;”.&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GJX4Na_JI/AAAAAAAAAK4/eu2GYvZ4QCY/s1600-h/Rubber+Soul.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148046892379864210" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GJX4Na_JI/AAAAAAAAAK4/eu2GYvZ4QCY/s400/Rubber+Soul.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rubber Soul - The Beatles&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - O segundo Lp de 65 dos quatro de Liverpool é considerado por muitos, o seu melhor. Não chegando a tanto - já expliquei da minha dificuldade em fazer tal eleição, face á tão elevada qualidade de todos eles - direi que é sem dúvida uma obra maior. &lt;em&gt;George Harrison&lt;/em&gt; começa a “&lt;em&gt;aparecer&lt;/em&gt;” com assiduidade, novos sons são utilizados, como a cítara em &lt;em&gt;Norwegian Wood&lt;/em&gt;, e finalmente as linhas criativas de Lennon e MacCartney começam a distinguir-se, embora a obra continue a manter-se homogénea. De &lt;em&gt;Girl&lt;/em&gt; a &lt;em&gt;Michelle&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;Nowhere Man&lt;/em&gt; a &lt;em&gt;If I needed someone&lt;/em&gt;, não há que enganar, estamos em presença de uns Beatles mais pujantes de criatividade que nunca, e não só no plano harmónico: também as líricas passavam a ser mais elaboradas, por vezes até ambíguas. Até a capa, muito cuidada graficamente, dá a dimensão do profissionalismo, do cuidado com os detalhes que era patente em cada obra dos Fab Four.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GM_oNa_KI/AAAAAAAAALA/XEj04_89ErA/s1600-h/Mr.+tambourine+man.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148050873814547618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GM_oNa_KI/AAAAAAAAALA/XEj04_89ErA/s400/Mr.+tambourine+man.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Mr. Tambourine Man - The Byrds&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - Do outro lado do Atlântico, surgiam novos ventos, estes muito influenciados por Dylan e Beatles.&lt;br /&gt;Os &lt;em&gt;Byrds&lt;/em&gt; são o grande grupo do novo folk-rock que fazia então a sua aparição e se apresentava com dimensão suficiente para fazer face à onda britânica que varria os Estados Unidos. &lt;em&gt;Mr. Tambourine Man&lt;/em&gt; é um dos melhores álbuns de estreia de todos os tempos, de um grupo de música popular. A conjugação do folk e do rock é perfeita, a viola de 12 cordas de Roger McGuinn um sinal distintivo, e quem atentar bem, pode verificar que laivos de psicadelismo já transpareciam desta obra.&lt;br /&gt;Depois…bem, depois, muitas vezes os Beatles se inspirariam na sonoridade dos Byrds.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;My Generation - The Who&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GQhYNa_LI/AAAAAAAAALI/NLFFMM0FVYU/s1600-h/My+Generation.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148054752170015922" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GQhYNa_LI/AAAAAAAAALI/NLFFMM0FVYU/s400/My+Generation.jpg" border="0" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; - De entre a miríade de grupos britânicos que despontavam à altura, os &lt;em&gt;Who&lt;/em&gt;, ex-&lt;em&gt;High Numbers&lt;/em&gt;, foram, fora de dúvida, dos mais importantes. Se havia um grupo com o qual a juventude londrina se identificava, era sem dúvida com os The Who, pela sua postura, pela evidência da sua rebeldia em palco. Neste Lp de 65, que incluía os seus dois 1ºs grandes hits, "&lt;em&gt;I´can’t explain"&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;"My Generation"&lt;/em&gt;, era o espelho da energia dos 4 jovens músicos e ainda mais, a evidência de que um novo grande criador, Townshend, despontava na cena musical britânica.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GTFoNa_MI/AAAAAAAAALQ/mx-Mg4r3OYg/s1600-h/For+your+love.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148057573963529410" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GTFoNa_MI/AAAAAAAAALQ/mx-Mg4r3OYg/s400/For+your+love.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;For Your Love - Yardbirds&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Este álbum dos Yardbirds, além da evidente qualidade musical, tem a curiosidade de ter sido publicado quando o solista era já &lt;em&gt;Jeff Beck&lt;/em&gt;, mas cujos temas tinham sido, na sua maioria, gravados quando ainda &lt;em&gt;Clapton&lt;/em&gt; fazia parte do grupo. &lt;em&gt;Eric&lt;/em&gt;, então um fundamentalista dos blues, não aceitou as concessões feitas em &lt;em&gt;"For Your Love"&lt;/em&gt; (ai! aquela harpa eléctrica de &lt;em&gt;Brian Auger&lt;/em&gt;…) e partiu, o que não impediu os &lt;em&gt;Yardbirds&lt;/em&gt; de cumprirem um percurso tão notável, que acabaria por desembocar nos &lt;em&gt;Led Zeppelin&lt;/em&gt;. Uma nota final para acrescentar que a canção que dá nome ao álbum, ainda é por muitos críticos musicais, considerada a primeira música psicadélica de sempre.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Take it easy with - The Walker Brothers - &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GXF4Na_OI/AAAAAAAAALg/IBc4jQ6ZORo/s1600-h/Take+it+easy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148061976305007842" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GXF4Na_OI/AAAAAAAAALg/IBc4jQ6ZORo/s400/Take+it+easy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Apesar do prazo de duração dos Walker Brothers ter sido curto, é indiscutível a marca que deixaram na cena musical londrina, firmada muito principalmente no conjunto de vozes excepcional, muito á semelhança dos Righteous Brothers, do qual sobressaía sem esforço a de Scott Walker, que para além da potência vocal que patenteava, era um excepcional performer e exigentíssimo profissional no que dizia respeito a reportório (facto que, de alguma maneira, lhe tem limitado a carreira). Este Lp era bem demonstrativo de todas as faculdades que lhe aponto. O album abre logo com uma das mais inspiradas (e difíceis) canções de &lt;em&gt;Bacharach&lt;/em&gt;, “&lt;em&gt;Make it easy on yourself&lt;/em&gt;”, e prossegue numa catadupa de belíssimas baladas, todas de gosto apurado e excepcionalmente vocalizadas por Scott.. De destacar ainda a sua versatilidade, demonstrada, por exemplo, na sua versão de "&lt;em&gt;Land of 1000 dances&lt;/em&gt;", de &lt;em&gt;Domino&lt;/em&gt;, ou da universal "&lt;em&gt;Dancing in the Street&lt;/em&gt;". Um registo assinalável e imperdível.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3JKK4Na_PI/AAAAAAAAALo/6j6VX61MxFk/s1600-h/Kinks-Size.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148258874785725682" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3JKK4Na_PI/AAAAAAAAALo/6j6VX61MxFk/s400/Kinks-Size.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Kinks-Size - The Kinks&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Por meados de 65, os Kinks era um grupo de créditos firmados, uma garantia de êxito em cada lançamento. Juntamente com os &lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Rolling Stones&lt;/em&gt;, embora em patamar ligeiramente abaixo, eram dos grandes dominadores das charts. Neste registo, incluíam-se dois dos seus maiores êxitos, "&lt;em&gt;Tired of waiting for you&lt;/em&gt;" e "&lt;em&gt;All day, and all of the night&lt;/em&gt;", ambas pontuadas pela inimitável guitarra de &lt;em&gt;Dave Davi&lt;/em&gt;es, até então a imagem de marca do grupo. Mas incluía também clássicos dos r’n’blues, além de uma excelente versão de "&lt;em&gt;Louie, Lou&lt;/em&gt;ie" de &lt;em&gt;Berry&lt;/em&gt;, na minha opinião a melhor das que ouvi, e foram muitas, além do extraordinário "&lt;em&gt;Revenge&lt;/em&gt;", um instrumental que se tornaria genérico do mítico &lt;em&gt;Em Órbita&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Era pois, um Lp de grande qualidade que augurava uma grande carreira aos Kinks nos dois lados do Atlântico. Contudo, e por motivos ainda hoje desconhecidos, no final do ano, o grupo seria banido dos EUA e proibidos de voltar durante alguns anos, facto que constituiu rude golpe nas suas aspirações, uma vez que ficavam privados de um enorme mercado. Mas como a moeda tem sempre dois lados, este acontecimento determinou uma mudança quase radical na vertente criativa do líder do grupo,&lt;em&gt; Ray Davies&lt;/em&gt;, que se tornaria mais introspectivo e socialmente um crítico certeiro, inspirado e mordaz.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Pretty Things&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3JP2oNa_QI/AAAAAAAAALw/rg3yhO1rNlg/s1600-h/The+Pretty+Things.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148265123963141378" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3JP2oNa_QI/AAAAAAAAALw/rg3yhO1rNlg/s400/The+Pretty+Things.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os &lt;em&gt;r’n’blue&lt;/em&gt;s ingleses no estado puro! Era o que se poderia dizer para resumir o “sumo” deste Lp completamente anárquico. Os &lt;em&gt;Pretty Things&lt;/em&gt; empunhavam os instrumentos, “atiravam” as vozes de forma quase selvagem, o que dava uma imagem muito concreta da sua postura, fosse no palco ou no estúdio. Quem ouvir as faixas "&lt;em&gt;Rosalynn", "Roadrunner"&lt;/em&gt; ou&lt;em&gt; "Hey Mama, keep your big mouth shut"&lt;/em&gt;, apercebe-se de imediato da energia que transpirava do grupo. Era como que ouvir uns Rolling Stones enfurecidos. É verdade que esta postura lhes trouxe muitos dissabores, por vezes mesmo, violentas refregas durante os concertos, mas ao mesmo tempo, levou-nos por terrenos que nenhum outro grupo ousou pisar.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3JSMoNa_RI/AAAAAAAAAL4/TsGAg1DcvMI/s1600-h/This+is+The+Ivy+League.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148267700943518994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3JSMoNa_RI/AAAAAAAAAL4/TsGAg1DcvMI/s400/This+is+The+Ivy+League.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;This is - The Ivy League&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Vocalmente, os &lt;em&gt;Ivy League&lt;/em&gt;, muito dentro da tradição das harmonizações norte-americanas de &lt;em&gt;Franki Valli&lt;/em&gt; e os &lt;em&gt;FourSeasons&lt;/em&gt;, eram do melhor que a Grã-Bretanha tinha para oferecer. Como já aqui referi, em pouco tempo, os &lt;em&gt;Ivy League&lt;/em&gt; tiveram uma sucessão de grandes êxitos. Lamentavelmente, embora muito talentoso, este trio mostrou ser altamente instável, do que resultou a sua curta carreira. Ainda tentaram a sua reconversão com uma mudança de nome, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Flowerpot Men&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que conseguiu um grande sucesso de vendas com a canção "&lt;em&gt;Let’s go to San Francisco&lt;/em&gt;", navegando a onda psicadélica e o Summer of Love, mas ficar-se-iam por aí.&lt;br /&gt;Este Lp, que incluía os seus sucessos maiores, "&lt;em&gt;Tossing and turning&lt;/em&gt;" ou "&lt;em&gt;Funny how love can be&lt;/em&gt;", é extremamente difícil de encontrar. Felizmente, há poucos anos, a Sequel lançou um duplo cd intitulado &lt;em&gt;Major League&lt;/em&gt;, que compilava praticamente toda a discografia do grupo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Singles de 65&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;I’m alive - Hollies&lt;br /&gt;You’ve got your troubles - Fortunes&lt;br /&gt;We’ve gotta a get out of this place - Animals&lt;br /&gt;Cry to me - Pretty Things&lt;br /&gt;Catch us if you can - Dave Clarck Five&lt;br /&gt;Everyone’s gone to the moon - Jonathan King&lt;br /&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uuY0ux8So_4&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/uuY0ux8So_4&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;See my friend - Kinks&lt;br /&gt;All I really wanna do - Byrds&lt;br /&gt;I got you, babe - Sonny and Cher&lt;br /&gt;Watcha gonna do 1bout it - Small Faces&lt;br /&gt;Make it easuy on yourself - Walker Brothers&lt;br /&gt;Satisfaction - Rolling Stones&lt;br /&gt;Any day now - Alan Price Set&lt;br /&gt;My generation - Who&lt;br /&gt;Universal Soldier - Donovan&lt;br /&gt;If you gotta go, go now - Manfred Mann&lt;br /&gt;Hang on sloopy - McCoys&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kubb6o9szZY&amp;rel=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/kubb6o9szZY&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Evil hearted you - Yardbirds&lt;br /&gt;That means a lot - P.J. Proby&lt;br /&gt;Eve of Destruction - Barry McGuire&lt;br /&gt;It’s good newsweek - Hedgehoppers Anonymous&lt;br /&gt;Get Off of my cloud - Rolling Stones&lt;br /&gt;It’s my life - Animals&lt;br /&gt;Love is strange - Everly Brothers&lt;br /&gt;Turquoise - Donovan&lt;br /&gt;A well respected man - Kinks&lt;br /&gt;Yesterday - Marianne Faithful&lt;br /&gt;Till the end of the day - Kinks&lt;br /&gt;Midnight hour - Wilson Pickett&lt;br /&gt;Mystic Eyes - Them&lt;br /&gt;Maria - P.J. Proby&lt;br /&gt;Keep on running - Spencer Davis Group&lt;br /&gt;Rescue Me - Fontella Bass&lt;br /&gt;Day Tripper - Beatles&lt;br /&gt;A lover’s concert - Toys&lt;br /&gt;Groovy kind of love - Mindbenders&lt;br /&gt;My ship is coming in - Walker Brothers&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-7913792975192188338?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/7913792975192188338/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=7913792975192188338' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/7913792975192188338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/7913792975192188338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/12/incontornveis1965-2-parte.html' title='Incontornáveis/1965 (2ª parte)'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R3GGQINa_II/AAAAAAAAAKw/jowTH9FxUI4/s72-c/Highway+61+Revisited.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-9131700772030212491</id><published>2007-12-13T18:04:00.000Z</published><updated>2007-12-13T18:23:13.052Z</updated><title type='text'>E agora, para algo completamente diferente..</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R2F0TH4CFkI/AAAAAAAAAKo/VBD8tP0bD8Y/s1600-h/Liceu+Pedro+Nunes.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143520121314219586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R2F0TH4CFkI/AAAAAAAAAKo/VBD8tP0bD8Y/s400/Liceu+Pedro+Nunes.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Este ano de 1965 foi de grande mudança, a nível pessoal, especialmente na minha pacata vida de estudante.&lt;br /&gt;Após uma meteórica passagem de 15 dias pelo Liceu Gil Vicente, o meu percurso liceal limitara-se às paredes do Liceu Normal de Pedro Nunes, trocado então nesse longínquo ano pelas do Passos Manuel.&lt;br /&gt;Os meus sentimentos pelo liceu Pedro Nunes - entidade abstracta, entenda-se - ainda hoje são um misto de saudade/desprezo. Foram anos de grande aprendizagem, não só de conhecimentos, mas também de relações pessoais e institucionais. Mas ao mesmo tempo, foi lá que me apercebi que não era preciso ir até às Índias para conhecer a separação de castas.&lt;br /&gt;O Pedro Nunes desses tempos, era como que a “montra” do regime. As regras iam desde a obrigatoriedade de usar gravata (o que para um rapaz de 11 ou 12 anos é mais ou menos uma coisa “chata”, mas que para um de 14 ou 15 passa a ser uma abominação), até à proibição de jogar futebol nos recreios, ou sequer de o praticar durante as aulas de Educação Física. Isso mesmo! Podia-se jogar basquete, andebol ou badminton. Futebol, nunca!. Diga-se que tal sempre me foi um bocado indiferente uma vez que nunca fui grande espingarda a jogar com os pés, mas irritava-me a limitação imposta, até porque não tinha explicação aparente, embora saiba hoje que tinha a ver com a perspectiva que a &lt;em&gt;inteligentzia&lt;/em&gt; de então tinha sobre quais os desportos mais adequados á sua elite juvenil. Ora o futebol é reconhecidamente um desporto de massas, e à altura, praticado quase exclusivamente por analfabetos, quando muito, por mocetões que acabavam a custo a 4ª classe.&lt;br /&gt;O Pedro Nunes era um exemplo de segregação. As turmas eram seleccionadas rigorosamente. Era sabido que a turma A de cada ano era poiso para os filhos dilectos do regime. Da turma A do 6º ano, por exemplo, faziam parte o Marcelo Rebelo de Sousa, o Mega Ferreira, outros insignes com Ricciardi e Coutinho no nome, e as notas não tinham qualquer peso. Da B, faziam parte os que não cabiam na A e mais os que tinham tido melhores notas no ano anterior. Da C para a frente - normalmente ia até à E ou F - era mais ou menos à molhada. Digamos que da A faziam parte as certezas, da B as esperanças, e das restantes…o resto. Por curiosidade, no meu último ano de Pedro Nunes, anterior portanto ao meu exílio dourado no Passos Manuel, o Liceu Normal deixara de ser um liceu exclusivamente masculino, e passara a integrar (na turma A do 6º ano, pois claro, aquele em que MRS era cabeça de cartaz ) 10-meninas-10! Aquilo no meio de umas centenas de rapazes recém adolescentes, não sei se estão a ver! Ah! E claro que tinham sido escolhidas a dedo. Uma das 10 prendadas moçoilas era a Ana Zanatti.&lt;br /&gt;O mais curioso, era que a distinção, chamemos-lhe assim, ia até aos professores. Os melhores para as turmas “seleccionadas”. Por exemplo, o insígne Rómulo de Carvalho (o pseudónimo usado como poeta - António Gedeão - identificá-lo-á melhor, decerto), era mestre de Físico-Químicas exclusivo das turmas A, bem como o professor de matemática Palma Fernandes, autor dos, na altura, mais conhecidos manuais de exercícios dessa matéria.&lt;br /&gt;As casas de banho, normalmente abjectas, eram as “salas de fumo” de alguns mais precoces viciados, e as sessões de fumo nos intervalos das aulas, o único sinal subversivo mais ou menos detectável. O movimento político estudantil era larvar, mas corriam rumores - e digo-o assim porque nunca fui aliciado para ele - que se chamava Pró-Associação, e que dele faziam parte dois dos meus colegas de turma, o meu parceiro de carteira, o S.P., fraco estudante mas excelentíssimo desenhador e pintor, o melhor de todo o liceu, e o Zé A., um rapaz muito discreto e bom aluno que desapareceu durante umas férias sem deixar rasto. Constou na altura que teria sido preso pela PIDE, mas nunca tive confirmação da veracidade da história. Ah! E numa manhã de 2ª feira, quando entrámos no liceu, as paredes das salas e corredores, e os pisos dos recreios, estavam cobertos com slogans anti-regime e principalmente, anti-guerra colonial, comparando alguns, a guerra em Angola, com a revolta dos escravos. Valeu-nos um “feriado”.&lt;br /&gt;É pois neste ambiente que faço o exame do 2ª ciclo. Ou melhor, os exames das disciplinas de Ciências, porque as Letras tinham ficado pelo caminho graças à malfadada História, para sempre o meu calcanhar de Aquiles, e a uma altercação logo no início do ano, com a professora de Francês, que nunca mais me perdoou o atrevimento, e me correu a negativas em todos os períodos.&lt;br /&gt;Ora outra das “leis” do Pedro Nunes era não poder haver “buracos” entre uma aula e a seguinte, e foi assim que fui mandado para o Passos Manuel, visto só ir ter aulas correspondentes às disciplinas de Letras.&lt;br /&gt;O choque não podia ter sido maior. Até futebol se podia jogar! Mas foi principalmente na “atitude” que cada um tinha, que se verificavam maiores diferenças. No PN aceitavam-se as regras, e os sinais de rebeldia eram ténues: uma ou outra “falta de castigo” nas aulas de Canto Coral do prof. Cirilo, e pouco mais. No Passos Manuel, tudo era diferente. A primeira amostra, tive-a por causa da disciplina de Religião e Moral. Era hábito (no Passos, claro, no Pedro Nunes, nem pensar) os alunos cujo credo não se coadunasse com a religião vigente - ou àqueles para os quais aquela disciplina não tinha qualquer interesse - pedirem no início do ano ao professor indigitado, escusa de assistirem a essas aulas. Calhou-nos um jovem padre acabadinho de sair do seminário, e que por qualquer motivo obscuro, decidiu declinar todas as autorizações. Nem depois de instado pelos interessados, condescendeu. Ora tal atitude foi considerada uma provocação que não podia ficar impune, e a forma de protesto não se fez esperar. Devo dizer, antes de prosseguir, que como não frequentava uma parte substancial das aulas, as correspondentes a Ciências, não fui posto ao corrente da situação.&lt;br /&gt;Assim, na aula de Religião e Moral seguinte, fiquei surpreendido por ver as carteiras bem separadas em duas alas, e nem tive tempo de perguntar o porquê daquela disposição, porque logo de seguida entrou o padre. Ou por outra, tentou entrar. É que mal assomou á porta, estalou uma batalha campal entre os meus colegas, artificialmente divididos em duas facções. Só tive tempo de me esconder debaixo da carteira, porque pernas de cadeira, tinteiros de louça, e outras inusitadas armas, voavam-me perigosamente sobre a cabeça. Mas deu para ver que o pobre padre ia ficando cada vez mais pálido. Ainda tentou entrar na sala, mas uma perna de cadeira que embateu na parede mesmo junto à ombreira da porta, dissuadiu-o. Virou as costas, e só voltou uns minutos depois acompanhado do reitor. Mas nessa altura, já todos nós tínhamos alinhado convenientemente as carteiras, onde nos sentávamos, direitos e circunspectos. Da refrega, o único sinal eram dois vidros partidos… e várias cadeiras despernadas.&lt;br /&gt;Resultado: como não houve quem denunciasse os mentores dos distúrbios, a turma foi suspensa por uns dias, coisa que não me aborreceu minimamente. E a partir desse dia as aulas de Religião e Moral passaram a ser imperdíveis. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-9131700772030212491?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/9131700772030212491/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=9131700772030212491' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/9131700772030212491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/9131700772030212491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/12/este-ano-de-1965-foi-de-grande-mudana.html' title='E agora, para algo completamente diferente..'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R2F0TH4CFkI/AAAAAAAAAKo/VBD8tP0bD8Y/s72-c/Liceu+Pedro+Nunes.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-5344429882121128922</id><published>2007-12-07T22:34:00.000Z</published><updated>2007-12-08T11:48:13.444Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1965(1)'/><title type='text'>Incontornáveis/1965 (1ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Se o ano de 64 marcou o arranque da &lt;strong&gt;British Invasion&lt;/strong&gt;, com os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; a ocuparem os tops de vendas na América, 1965 foi, não só o da consolidação do ataque dos grandes grupos britânicos ao enorme mercado dos EUA, mas também como que um despertar dos americanos para o que estava a acontecer e a tentarem reagir. Mas a verdade, é que a grande novidade vinda do outro lado do Atlântico foi mesmo a “&lt;em&gt;electrificação&lt;/em&gt;” de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dylan&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, e a sua quase “excomunhão” e expulsão do seio dos fundamentalistas da “&lt;em&gt;Folk music&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;O ano começa com I&lt;em&gt; Feel Fine&lt;/em&gt; no 1º lugar de vendas e por lá se manterá mais algum tempo, pelo menos até &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Georgie Fame&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; aparecer com uma pequena canção que faria época,&lt;em&gt; Yeh, Yeh&lt;/em&gt;, e os destronar, para seguidamente ser substituído pelos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Moody Blues&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; com &lt;em&gt;Go now&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Mas começando com os àlbuns:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1nKu34CFdI/AAAAAAAAAJw/9GBnAIA2LBY/s1600-h/Bringing+it+all+back+home.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141363356241892818" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1nKu34CFdI/AAAAAAAAAJw/9GBnAIA2LBY/s200/Bringing+it+all+back+home.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Bob Dylan/Bringing it all back home&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - É esta obra que opera definitivamente a mudança anunciada. E os que auguraram então que Dylan tinha escrito a sua própria sentença de morte, não ouviram o Lp. Este, é uma sequência musical impressionante, já para não mencionar a elevada craveira poética, ao nível do melhor Dylan de sempre. Da explosão de sons e palavras de &lt;em&gt;Subterrranean homesick blues&lt;/em&gt;, ao lirismo puro de &lt;em&gt;It’s all over now, baby blue&lt;/em&gt;, e passando pelos extraordinários &lt;em&gt;It’s alright, Ma&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Maggie’s Farm&lt;/em&gt;, não se consegue detectar fraquezas ou alvitres de moribundo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1nP334CFeI/AAAAAAAAAJ4/AP44CpxnWxc/s1600-h/Help.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141369008418854370" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1nP334CFeI/AAAAAAAAAJ4/AP44CpxnWxc/s200/Help.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Beatles/Help&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Poder-se-ia dizer que Help é a banda sonora do 2º filme dos Beatles. Ou que é o álbum que inclui um dos hinos dos Beatles, &lt;em&gt;Yesterday&lt;/em&gt;. Mas qualquer das duas pequenas definições pecariam por injustas, tendo em conta que o Lp inclui canções tão memoráveis como &lt;em&gt;You’ve got to hide your love away&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;You’re gonna lose that girl&lt;/em&gt; ou I&lt;em&gt; need you&lt;/em&gt;. Será que na altura se poderia fazer melhor? Eles dariam a resposta uns meses mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1nUF34CFgI/AAAAAAAAAKI/5MiapS985lg/s1600-h/Out+of+our+heads+(1).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141373646983534082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1nUF34CFgI/AAAAAAAAAKI/5MiapS985lg/s200/Out+of+our+heads+(1).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Rolling Stones/Out of our heads&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; -Os &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Rolling Stones&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; seguiam o seu caminho nos r’n’blues, evoluindo na composição embora este álbum ainda tenham pouco peso os originais (curioso será referir que entretanto, os Stones editariam o seu maior êxito de sempre, “&lt;em&gt;Satisfaction&lt;/em&gt;”). Mas&lt;em&gt; Heart of Stone&lt;/em&gt; era demonstrativo que se estava em presença de uma dupla que prometia, apesar do Lp no seu todo ser, em minha opinião, mais fraco que o anterior. Como apontamento, deste Lp constava “&lt;em&gt;The under assistant West Coast promotion man&lt;/em&gt;”, uma das mais desconhecidas canções dos Stones, mas ao mesmo tempo, uma das minhas favoritas.&lt;br /&gt;De referir ainda que este Lp, quando editado nos EUA, é significativamente superior ao de edição inglesa (mesmo a capa é divergente), já que inclui não só &lt;em&gt;Satisfaction&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;The last time&lt;/em&gt;, mas ainda &lt;em&gt;Play with fire&lt;/em&gt;, da dupla &lt;em&gt;Nanker/Phelge&lt;/em&gt;, tal como o &lt;em&gt;Under Assistant&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1nY5H4CFiI/AAAAAAAAAKY/GSCvwSNEKSU/s1600-h/Kinda+Kinks.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141378925498340898" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1nY5H4CFiI/AAAAAAAAAKY/GSCvwSNEKSU/s200/Kinda+Kinks.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Kinks/Kinda Kinks&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - O &lt;em&gt;Kinda Kinks&lt;/em&gt; é um álbum que define &lt;em&gt;Ray Davies&lt;/em&gt; como um dos grandes compositores emergentes no Reino Unido. Com efeito, e exceptuando duas canções, uma delas uma excelente cover de &lt;em&gt;Dancing in the street&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;Gaye&lt;/em&gt;, são todas elas da autoria do mais velho dos Davies, das quais sobressaem sem dificuldade &lt;em&gt;Wonder where my baby is tonight&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Tired of waiting for you&lt;/em&gt;, esta um dos grandes sucessos do grupo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Them/The Angry Young Them&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1ncH34CFjI/AAAAAAAAAKg/8nnVwQji4qY/s1600-h/The+Angry+Young+Them.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141382477436294706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1ncH34CFjI/AAAAAAAAAKg/8nnVwQji4qY/s200/The+Angry+Young+Them.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um dos grandes acontecimentos do ano é seguramente o lançamento deste Lp que celebrará &lt;em&gt;Van Morrison&lt;/em&gt; como uma das grandes vozes do &lt;em&gt;r’n’blues &lt;/em&gt;brancos. Tenho que referir que, e até hoje, é um dos meus álbuns favoritos, talvez porque se trate de uma obra simples, sem artifícios, o &lt;em&gt;r’n’blues&lt;/em&gt; em estado puro, selvagem por vezes, como sugere o nome com que foi “baptizado” em alguns países: &lt;em&gt;The Angry Young Them&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Quem conseguirá ouvir indiferente canções como &lt;em&gt;Mystic Eyes&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;If you and I could be as two&lt;/em&gt;? Quem resistirá à aceleração supersónica de &lt;em&gt;Gloria&lt;/em&gt;? Notáveis ainda, as versões de &lt;em&gt;Route 66&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;Troup&lt;/em&gt;, e de &lt;em&gt;Bright Lights, Big City&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;Reed&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Singles dos primeiros meses:&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Go now - Moodyblues &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;- You've lost that lovin' feeling - Righteous Brothers&lt;br /&gt;- Come tomorrow - Manfred Mann&lt;br /&gt;- I can’t explain - The Who&lt;br /&gt;- Tired of waiting for you - The Kinks&lt;br /&gt;- Time is on my side - The Rolling Stones&lt;br /&gt;- Tell her no - The Zombies&lt;br /&gt;- The game of love - Wayne Fontana &amp;amp; the Mindbenders&lt;br /&gt;- Don’t let me be misunderstood - The Animals&lt;br /&gt;- Yes, I will - The Hollies&lt;br /&gt;- Funny how love can be - The Ivy League&lt;br /&gt;- It´s not unusual - Tom Jones&lt;br /&gt;- Come and stay with me - marianne Faithful&lt;br /&gt;- Concrete and clay - Unit 4+2&lt;br /&gt;- Here comes the night - Them&lt;br /&gt;- Catch the Wind - Donovan&lt;br /&gt;- For your love - Yardbirds&lt;br /&gt;- Ticket to ride - The Beatles&lt;br /&gt;- That’s why I’m crying - The Ivy League&lt;br /&gt;- Mr. Tambourine Man - The Byrds&lt;br /&gt;- Poor Man’s son - Rockin’Berries&lt;br /&gt;- King of the road - Roger Miller&lt;br /&gt;- Subterranean Homesick Blues - Bob Dylan&lt;br /&gt;- Anyway, anyhow, anywhere - The Who&lt;br /&gt;- Set me free - The Kinks&lt;br /&gt;- I’m alive - The Hollies&lt;br /&gt;- Long live love - Sandie Shaw&lt;br /&gt;- Satisfaction - The Rolling Stones&lt;br /&gt;- Heart full of soul - The Yardbirds&lt;br /&gt;- Colours - Donovan&lt;br /&gt;- Tossing and turning - Ivy League &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MVoG7jBESgU&amp;rel=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/MVoG7jBESgU&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-5344429882121128922?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/5344429882121128922/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=5344429882121128922' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5344429882121128922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5344429882121128922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/12/incontornveis1965-1-parte.html' title='Incontornáveis/1965 (1ª parte)'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1nKu34CFdI/AAAAAAAAAJw/9GBnAIA2LBY/s72-c/Bringing+it+all+back+home.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-162557141247569657</id><published>2007-12-03T22:24:00.000Z</published><updated>2007-12-08T01:04:31.632Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='The Shadows'/><title type='text'>Canções...diferentes - The Shadows</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1SCYn4CFcI/AAAAAAAAAJo/wJzpcfCqXc8/s1600-R/The+Shadows.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1SCYn4CFcI/AAAAAAAAAJo/nM54q8ESSVE/s400/The+Shadows.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5139876434269050306" /&gt;&lt;/a&gt;Os Shadows eram, nos inícios dos anos 60 um grupo muito conceituado em todo o mundo, tal como o artista a que geralmente serviam de banda de apoio, Cliff Richard.&lt;br /&gt;Nunca foram "santos da minha devoção". Claro que eram excelentes executantes, nomeadamente o seu solista, Hank Marvin, mas faltava-lhes chama, improviso. Tocavam umas músicas muito certinhas, não havia uma desafinação a apontar, mas...havia ali muito pouca alma, se é que me explico bem.&lt;br /&gt;Bom, mas os "afinadinhos" certa vez lá pelos idos de 65 - quiseram fazer qualquer coisa de diferente e sairam-se com este "Rythm and Greens".&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/rythmandgreens.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;The Shadows - Rythm and Greens&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Não sei qual foi a intenção dos rapazes, mas lá que a "coisa" saiu diferente daquilo que era habitual fazerem, lá isso saiu. E eu até gostei.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-162557141247569657?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/162557141247569657/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=162557141247569657' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/162557141247569657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/162557141247569657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/12/canesdiferentes-shadows.html' title='Canções...diferentes - The Shadows'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1SCYn4CFcI/AAAAAAAAAJo/nM54q8ESSVE/s72-c/The+Shadows.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-6852264780275869343</id><published>2007-11-30T13:01:00.000Z</published><updated>2007-12-03T22:44:56.990Z</updated><title type='text'>Incontornáveis/1964 (2ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0s0hZocAjI/AAAAAAAAAH4/Hr0ukHQDac4/s1600-h/1964+The+times+they+are+a+changing.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137257548367004210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0s0hZocAjI/AAAAAAAAAH4/Hr0ukHQDac4/s200/1964+The+times+they+are+a+changing.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sessenta e quatro, será também o ano em que Dylan trará à luz dois álbuns, “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;The times they are a-changing&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;” e “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Another side of Bob Dylan&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”. O primeiro, muito na linha de “&lt;em&gt;Freewheelin&lt;/em&gt;‘…”, é fortemente interventivo, com canções como a que lhe dá nome, ou “&lt;em&gt;With God on our side&lt;/em&gt;” e em “&lt;em&gt;The Ballad of Hollis Brown&lt;/em&gt;” ou “&lt;em&gt;The Lonesome Death of Hattie Carroll&lt;/em&gt;” lavra o seu protesto contra a injustiça e a discriminação que dilaceram a grande nação americana.&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0_7Z5ocAoI/AAAAAAAAAIg/5OXaY5d61y0/s1600-R/1964+Another+side+of+Bob+Dylan.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138602122238755458" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0_7Z5ocAoI/AAAAAAAAAIg/AhpGfX0CXr0/s200/1964+Another+side+of+Bob+Dylan.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em “&lt;em&gt;Another Side&lt;/em&gt;…”, &lt;em&gt;Robert Zimmerman&lt;/em&gt; faz a aproximação a um lirismo a que até então pouco tinha denunciado na sua poesia, e a parte melódica aparece mais cuidada.&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/itaintmebaby.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Bob Dylan - It ain't me, baby&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; “&lt;em&gt;All I really want to do&lt;/em&gt;”, de que os Byrds farão mais tarde uma cover notável, ou “It ain’t me babe”, são já prenúncio das mudanças que se iriam verificar em breve na música de Dylan. O título do álbum aparece como um prenúncio&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R01fRpocAlI/AAAAAAAAAII/LelzHZZbRMw/s1600-h/1964+Beatles+For+Sale.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137867506737480274" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R01fRpocAlI/AAAAAAAAAII/LelzHZZbRMw/s200/1964+Beatles+For+Sale.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Os Beatles e os Stones, lançavam depois do meio do ano, novos álbuns. O dos Beatles, “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Beatles for sale&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, é um dos últimos em que o grupo de Liverpool ainda inclui algumas covers de grandes nomes do r’n’roll, como “&lt;em&gt;Rock and roll music&lt;/em&gt;”, de &lt;em&gt;Berry&lt;/em&gt;, ou “&lt;em&gt;Honey don’t&lt;/em&gt;”, de &lt;em&gt;Carl Perkins&lt;/em&gt;. Mas é sobretudo uma viagem ao lado mais “escuro” de Lennon, em “&lt;em&gt;I’m a loser&lt;/em&gt;” ou “&lt;em&gt;Baby’s in black&lt;/em&gt;”. Para equilibrar, faixas como “&lt;em&gt;I’ll follow the sun&lt;/em&gt;” ou “&lt;em&gt;Every little thing&lt;/em&gt;”, trazem de volta o universo feliz dos Beatles de “&lt;em&gt;A hard day’s night&lt;/em&gt;”. Um disco com muitas faces, que perfazem um todo fora do comum.&lt;br /&gt;A propósito do 2º álbum dos Stones, quero referir que, e dando razão á nota aqui deixada pelo meu ilustre leitor JC na resposta ao post precedente, por vezes os discos editados por um qualquer grupo na Grã-Bretanha ou nos EUA diferirem no alinhamento, sendo que em alguns casos a diferença era significativa. &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R01f6ZocAmI/AAAAAAAAAIQ/0qUKE7fH1Aw/s1600-h/1964+Rolling+Stones+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137868206817149538" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R01f6ZocAmI/AAAAAAAAAIQ/0qUKE7fH1Aw/s200/1964+Rolling+Stones+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Como tal, os que nomear futuramente aqui, serão sempre aqueles que possuo (uma nota para referir que não sou coleccionador - não tenho queda nenhuma para ser coleccionador de nada, quando muito, um ajuntador, pelo que é raro possuir mais que um exemplar de cada disco, e por mero acaso, algumas das ressalvas concerne precisamente aos RS).&lt;br /&gt;Voltando aos Stones, o “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rolling Stones 2&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, trata-se de um trabalho que se poderia considerar quase um prolongamento do anterior: excelentes covers de clássicos dos r’n’blues como “&lt;em&gt;Under the boardwalk”, (Resnyck e Young), “Suzie Q” (Walkins e Lewis)&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;“Pain in my heart”&lt;/em&gt; (esta, uma excelente versão da bela canção de Toussaint, &lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/paininmyheart.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Pain in my heart&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;p&gt;que teria muitas mais, das quais destacaria a imortal interpretação de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Otis Redding&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;). Por outro lado, a dupla Jagger e Richards “atrevia-se” mais um pouco na composição, e incluía no disco 3 originais, dos quais destacaria “&lt;em&gt;Off the hook&lt;/em&gt;”, talvez o mais conseguido de todos. (a outra edição deste Lp chamou-se 12X5 e tinha um alinhamento consideravelmente diverso deste).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0_8apocArI/AAAAAAAAAI4/ip__umWI9Kc/s1600-R/1964+Five+Live+Yardbirds+1964.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138603234635285170" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0_8apocArI/AAAAAAAAAI4/p2wLoUfjoEM/s200/1964+Five+Live+Yardbirds+1964.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Outra das produções marcantes do ano, foi o 1º Lp do grupo pelo qual passou o maior número de guitarristas de excepção, sendo que o primeiro se chamava &lt;em&gt;Eric Clapton&lt;/em&gt;. O Lp, “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Five Live Yardbirds&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” foi gravado ao vivo no &lt;em&gt;Marquee Club&lt;/em&gt;, o que não era nada habitual na altura, o que faz dele, e só por si, um álbum muito importante. Diga-se que o reportório dos Yardbirds não divergia muito do dos outros grupos de r’n’b, e isso reflectiu-se bem nessa primeira gravação, donde se destaca um excelente “&lt;em&gt;I’m a man&lt;/em&gt;”. O que na altura os distinguia dos demais, era realmente a qualidade insuperável do seu viola solo, que os abandonaria algum tempo depois, insatisfeito com o rumo mais exploratório de novos sons e menos fiel aos blues, em que o grupo decidiu investir&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/imaman.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;I'm a man&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Mais 3 Lp’s assinaláveis do ano:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="1964 Where Did Our love go por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2075979552/"&gt;&lt;img height="150" alt="1964 Where Did Our love go" src="http://farm3.static.flickr.com/2242/2075979552_75dbd35e34_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="1964 Glad All Over por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2075192107/"&gt;&lt;img height="150" alt="1964 Glad All Over" src="http://farm3.static.flickr.com/2293/2075192107_5baa3a6672_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="1964 The Zombies por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2075979526/"&gt;&lt;img height="150" alt="1964 The Zombies" src="http://farm3.static.flickr.com/2078/2075979526_f74fab1c57_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Começo pelo das &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Supremes&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (uma das tais batotas). Este grupo vocal feminino liderado por Diana Ross conseguiu a proeza de competir em termos comerciais com os Beatles, o que não era mesmo nada fácil, e só por isso já mereciam a menção. Mas o Lp é mais que isso. Ou por outra, demonstra porque é que tal acontecia. É um desfilar de grandes êxitos, a maioria assinados pelos irmãos &lt;em&gt;Dozier &lt;/em&gt;e&lt;em&gt; Holland&lt;/em&gt;, uma das mais extraordinárias alianças de compositores/produtores de sempre.&lt;br /&gt;Quanto aos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dave Clark Five&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, e curiosamente, o apontamento também tem relação com os Beatles. Com efeito, por essa altura na Grã-Bretanha e durante algum tempo, pensou-se que os Dave seriam a “next big thing” e que seriam eles a competir directamente com os Beatles a nível de popularidade. Puro engano. A consistência não era assim tanta, e o reinado dos Dave foi de curta duração. Mas este Lp é realmente muito agradável, uma explosão de alegria e r’n’roll límpido e bem tocado.&lt;br /&gt;Deixei para o fim o meu preferido, o dos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Zombies&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, talvez por ser, dos três o preferido. Os Zombies fazem parte do meu imaginário, com as suas melodias maravilhosas, jamais igualadas no seu tempo por qualquer outro grupo da sua dimensão. De “&lt;em&gt;She’s not there&lt;/em&gt;”, a “&lt;em&gt;Tell her no&lt;/em&gt;”, viajamos por uma espécie de 5ª dimensão musical que vale a pena fazer. &lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/timeoftheseason.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Zombies - Time of the season&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-6852264780275869343?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/6852264780275869343/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=6852264780275869343' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/6852264780275869343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/6852264780275869343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/11/incontornveis1964-2-parte.html' title='Incontornáveis/1964 (2ª parte)'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0s0hZocAjI/AAAAAAAAAH4/Hr0ukHQDac4/s72-c/1964+The+times+they+are+a+changing.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-202154626975352579</id><published>2007-11-30T10:20:00.000Z</published><updated>2007-11-30T22:21:12.761Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1964'/><title type='text'>Adenda a 1964 (2)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Outros factos relevantes de 64&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;- Arranca o Top of the Pops, um programa musical de referência durante várias décadas, e Radio Caroline inicia as suas emissões piratas.&lt;br /&gt;- a 9 de Fevereiro, o show de Ed Sullivan que apresentava os Beatles aos EUA tinha uma audiência de 73 milhões de telespectadores. É esta a data que mais provavelmente marcará o início da British Invasion.&lt;br /&gt;- a 13 de Março no Marquee Club, Sonny Boy Williamsom toca com os Yardbirds&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1CK7n4CFaI/AAAAAAAAAJY/Mqp1cdwx-18/s1600-R/1964+Yardbirds+(with+Clapton).jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138759931750651298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1CK7n4CFaI/AAAAAAAAAJY/6bg8aGPnyMY/s400/1964+Yardbirds+(with+Clapton).jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- a 3 de Julho, os Who iniciam a sua carreira sob o nome de High Numbers&lt;br /&gt;- a 6 de Julho, estreia-se “A Hard day’s night”&lt;br /&gt;- a 20 de Agosto Bill Haley apresenta-se em Londres com Brenda Lee&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Singles do ano&lt;/strong&gt;:&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Needles and Pins - The Searchers&lt;br /&gt;- Everyday I have to cry - Dusty Springfield&lt;br /&gt;- Anyone who had a heart - Cilla Black&lt;br /&gt;- Not fade away - The Rolling Stones&lt;br /&gt;- A world without love - Peter &amp;amp; Gordon&lt;br /&gt;- My boy lollipop - Millie&lt;br /&gt;- That girl belongs to yesterday - Gene Pitney&lt;br /&gt;- Maybelene - Johnny Rivers&lt;br /&gt;- My Guy - Mary Wells&lt;br /&gt;- Can’t buy me love - The Beatles&lt;br /&gt;- Don’t throw your love away - The Searchers&lt;br /&gt;- Here I go again - The Hollies&lt;br /&gt;- Shout - Lulu and the Luwers&lt;br /&gt;- You’re no good - Swinging Blue Jeans&lt;br /&gt;- Hello Dolly - Louis Armstrong&lt;br /&gt;- It’s all over now - Rolling Stones&lt;br /&gt;- Have I the right - The Honeycombs&lt;br /&gt;- House of the Rising Sun - The Animals&lt;br /&gt;- Tobacco Road - The Nashville Teens&lt;br /&gt;- It’s over - Roy Orbison&lt;br /&gt;- I wish you would - The Yardbirds&lt;br /&gt;- Do wah diddy - Manfred Mann&lt;br /&gt;- You really got me - The Kinks&lt;br /&gt;- A hard day’s night - The Beatles&lt;br /&gt;- Crying Game - Dave Berry&lt;br /&gt;- I’m into something good - Herman’s Hermits&lt;br /&gt;- As tears go by - Marianne Faithful&lt;br /&gt;- She’s not there - The Zombies&lt;br /&gt;- Together - P.J. Proby&lt;br /&gt;- I’m crying - The Animals&lt;br /&gt;- When you walk in the room - The Searchers&lt;br /&gt;- Oh Pretty Woman - Roy Orbison&lt;br /&gt;- Always something there to remind me - Sandie Shaw&lt;br /&gt;- Sha la la - Manfred Mann&lt;br /&gt;- He’s in town - Rockin’ Berries&lt;br /&gt;- All day and all of the night - The Kinks&lt;br /&gt;- Don’t bring me down - The Pretty Things&lt;br /&gt;- Baby please don’t go/Gloria - Them&lt;br /&gt;- Little Red Rooster - The Rolling Stones&lt;br /&gt;- Baby love - The Supremes&lt;br /&gt;- I feel fine - The Beatles&lt;br /&gt;- Go now - The Moody Blues&lt;br /&gt;- Yeh, yeh - Georgie Fame&lt;br /&gt;- Ferry across the Mersey - Gerry and the Pacemakers&lt;br /&gt;- Love Potion nº 9 - The Searchers &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ep do ano:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1CHkH4CFZI/AAAAAAAAAJQ/BUIouyqs-YQ/s1600-R/1964+Five+by+Five+EP.jpg"&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138756229488842130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1CHkH4CFZI/AAAAAAAAAJQ/Cr8cbsgLreg/s400/1964+Five+by+Five+EP.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Five to Five - The Rolling Stones&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-202154626975352579?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/202154626975352579/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=202154626975352579' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/202154626975352579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/202154626975352579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/11/adenda-1964-2.html' title='Adenda a 1964 (2)'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R1CK7n4CFaI/AAAAAAAAAJY/6bg8aGPnyMY/s72-c/1964+Yardbirds+(with+Clapton).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-6859613026052660767</id><published>2007-11-26T13:55:00.000Z</published><updated>2007-11-30T13:55:11.350Z</updated><title type='text'>Incontornáveis/1964 (1ª parte)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1964&lt;/strong&gt; poder-se-á considerar o ano chave para muitas das bandas (ou personalidades) que fizeram a história da música popular nos anos 60, e a consolidação do &lt;em&gt;merseybeat&lt;/em&gt; (derivada do novo que banha Liverpool, o Mersey&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;, designação que definiu um “&lt;em&gt;som&lt;/em&gt;", que se tornou predominante em parte da &lt;em&gt;British Invasion&lt;/em&gt;, embora de vida curta. Grupos como os &lt;strong&gt;Searchers,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Gerry and the Pacemakers&lt;/strong&gt;, os mesmo os &lt;strong&gt;Hollies&lt;/strong&gt; adoptaram-no sucesso significativo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0rRQpocAeI/AAAAAAAAAHQ/Ubo1xjCZB2U/s1600-h/1964+The+Animals.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137148408953045474" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0rRQpocAeI/AAAAAAAAAHQ/Ubo1xjCZB2U/s200/1964+The+Animals.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao consultarmos os BI de alguns grupos, é fácil constatar que já vinham de trás, mas 64 foi o ano da afirmação, como será o caso dos &lt;strong&gt;The Animals&lt;/strong&gt;, uma das “descobertas” de um dos gurus do r’n’b ingleses, &lt;em&gt;Graham Bo&lt;/em&gt;nd, que começaram por editar “&lt;em&gt;Baby, let me take you home&lt;/em&gt;”, uma adaptação de “&lt;em&gt;Baby, let me follow you down&lt;/em&gt;”, de &lt;em&gt;Dylan,&lt;/em&gt; mas que teriam a sua consagração a nível planetário com o single seguinte, “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;The house of the rising sun&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, um “tradicional” de Josh White, onde pontificava magistralmente, não só, a voz “negra” de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Eric Burdon&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, mas também o a partir daí inconfundível órgão de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Alan Price&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, instrumento até então pouco usado por este tipo de grupos. Ambas as canções fizeram parte do seu primeiro álbum, “&lt;strong&gt;The Animals&lt;/strong&gt;”. O grupo incluía então &lt;em&gt;Chas Chandler&lt;/em&gt; (que seria "SÓ" o produtor que "descobriria" Jimi Hendrix), &lt;em&gt;Hilton Valentine&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;John Steel, &lt;/em&gt;e dariam mais tarde no defunto Monumental, um dos mais extraordinários e insólitos - "apagou-se" o sistema de som, e Burdon, irritadíssimo, cantou mesmo sem microfone - a que jamais assisti. &lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;The Animals - Club a Go-Go&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, este seria o ano da explosão galáctica dos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, com a &lt;em&gt;beatlemania&lt;/em&gt; a invadir inexoravelmente os &lt;strong&gt;EUA&lt;/strong&gt;, e a sua poderosa indústria discográfica, abrindo assim caminho a muitos outros.&lt;br /&gt;O ano iniciava-se com “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;I wanna hold your hand&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” á frente dos tops, e com os &lt;em&gt;Rolling Stones&lt;/em&gt; em digressão com as &lt;em&gt;Ronettes&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Dave Berry,&lt;/em&gt; entre outros, enquanto os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Yardbirds&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; eram a banda suporte de &lt;strong&gt;Sonny Boy Williamson&lt;/strong&gt; na sua tournée por terras inglesas, “união” que daria mais tarde origem a um excelente Lp..&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0rRkZocAfI/AAAAAAAAAHY/2pLJEmuaOuo/s1600-h/1964+A+Hard+Day%27s+Night.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137148748255461874" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0rRkZocAfI/AAAAAAAAAHY/2pLJEmuaOuo/s200/1964+A+Hard+Day%27s+Night.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Hard Day’s Night&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; seria um dos álbuns do ano, banda sonora do filme que apresentou universalmente os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fab Four&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; “e&lt;em&gt;m carne e osso&lt;/em&gt;”, e que incluía já um apreciável número de canções de um estilo inconfundível, a flutuar entre a balada romântica e os british blues com melodias irresistíveis e que se tornou a chave do sucesso da banda. A minha opinião, sendo desde sempre um admirador dos Beatles, pode conter em si algo de facciosismo, mas neste álbum, como em todos os outros, não consigo encontrar uma canção que se destaque, tão boas eram todas. No entanto, poderia referir a canção que serve de título ou a encantatória “&lt;em&gt;If I Fell&lt;/em&gt;”, como contraponto à enérgica “&lt;em&gt;Can’t buy me love&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0rY3JocAhI/AAAAAAAAAHo/Q9WWnZxNK-E/s1600-h/1964+The+Five+Faces+of+Manfred+Mann+1964.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137156766959403538" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0rY3JocAhI/AAAAAAAAAHo/Q9WWnZxNK-E/s200/1964+The+Five+Faces+of+Manfred+Mann+1964.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Manfred Mann&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, composto por alguns dos notáveis alunos de &lt;em&gt;John Mayall&lt;/em&gt; e ex-companheiros de banda de &lt;em&gt;Graham Bond&lt;/em&gt; - o próprio &lt;em&gt;Manfred&lt;/em&gt;(organista) e &lt;em&gt;Mike Hugg&lt;/em&gt;(bateria) - chegam pela primeira vez ao top 10 da NME com &lt;strong&gt;&lt;em&gt;5-4-3-2-1&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, mas seria com &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Do-Wah-Diddy&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (cover de um êxito das &lt;em&gt;Exciters&lt;/em&gt;) que atingiriam o top. Curiosamente, nenhuma destas canções, tal como a seguinte a atingir os topos das vendas, “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sha la la&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” (outra cover, esta de um original das &lt;em&gt;Shirelles&lt;/em&gt;) reflectia a verdadeira identidade do grupo, os r’n’blues. Só mesmo vendo o grupo ao vivo, ou ouvindo o seu excelente 1º Lp, “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Five Faces of Manfred Mann&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” de que faziam parte belas versões de “&lt;em&gt;Hoochie Coochie Man&lt;/em&gt;”, de &lt;em&gt;Dixon&lt;/em&gt;, ou “&lt;em&gt;I ‘ve Got my mojo working&lt;/em&gt;”, de &lt;em&gt;Morganfield&lt;/em&gt;. Da formação dos Manfred, faziam então parte, não só os já mencionados, mas também o sax e guitarrista &lt;em&gt;Mike Vickers&lt;/em&gt;, o vocalista &lt;em&gt;Paul Jones&lt;/em&gt;, e baixista &lt;em&gt;Tom McGuinness&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/ivegotmymojo.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;center&gt;Manfred Mann - I've got my mojo working&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0rfOZocAiI/AAAAAAAAAHw/PfteA2ZYfnQ/s1600-h/1964+England%27s+Newest+Hitmakers+1964.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137163763461128738" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0rfOZocAiI/AAAAAAAAAHw/PfteA2ZYfnQ/s200/1964+England%27s+Newest+Hitmakers+1964.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Outro dos incontornáveis de 64 foi o 1º Lp dos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rolling Ston&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;es, “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;England’s Newest Hitmakers&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, na minha opinião, um dos melhores dos Stones, mesmo que praticamente todo ele composto por versões de clássicos de blues. Única excepção, a 1ª canção do duo &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Jagger/Richards&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, “&lt;em&gt;Tell me&lt;/em&gt;”. Mas o Lp é, sem dúvida, extraordinário. Creio que poucas versões de “&lt;em&gt;Carol&lt;/em&gt;“, “&lt;em&gt;Not fade away&lt;/em&gt;”, “&lt;em&gt;Walking the dog&lt;/em&gt;”, de &lt;em&gt;Thomas&lt;/em&gt;, ou “&lt;em&gt;Route 66&lt;/em&gt;”, de &lt;em&gt;Troup&lt;/em&gt;, terão atingido o brilhantismo daquelas dos RS dos primeiros tempos. O vigor da execução de Richards e Wyman, e a interpretação quase selvagem do jovem Jagger secundado por um frenético Brian Jones, emprestavam uma força inigualável aos “clássicos”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/walkingthedog.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;center&gt;The Rolling Stones - Walking the dog&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;(continua)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-6859613026052660767?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/6859613026052660767/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=6859613026052660767' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/6859613026052660767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/6859613026052660767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/11/incontornveis1964-1-parte.html' title='Incontornáveis/1964 (1ª parte)'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0rRQpocAeI/AAAAAAAAAHQ/Ubo1xjCZB2U/s72-c/1964+The+Animals.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-2985524897476015494</id><published>2007-11-21T22:14:00.000Z</published><updated>2007-11-21T23:04:09.129Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Scissor Sisters'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bee Gees'/><title type='text'>Conversões (2) - The Bee Gees</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0SuEJocAdI/AAAAAAAAAHI/j-tq1RJ8tnU/s1600-h/Bee+Gees+1st.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5135420861437444562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0SuEJocAdI/AAAAAAAAAHI/j-tq1RJ8tnU/s400/Bee+Gees+1st.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Se houve um grupo gerador de controvérsias originadas pelas inflexões da sua carreira, nomeiem-se os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Bee Gees&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Há umas semanas, transcreveu o Luís no seu “&lt;a href="http://guedelhudos.blogspot.com/"&gt;Ié-Ié&lt;/a&gt;” uma crítica (apologista), feita em seu tempo pelo “&lt;em&gt;Em Órbita&lt;/em&gt;” à 1ª canção do grupo que rodou no “prato” do programa em 1967: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/newyork.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;&lt;strong&gt;New York Mining Disaster 1941&lt;/strong&gt; é uma gravação que sempre nos cativou. O som dos Bee Gees revela uma nostalgia patente nos primeiros tempos da sonoridade beatleniana.&lt;br /&gt;Todavia, convém notar que o som dos Beatles já pertence ao património comum da música popular anglo-saxónica. As influências têm portanto essa porção de legitimidade. Para além disso, há muito para observar nesta gravação e em especial o escrúpulo interpretativo dos seus criadores e o chamatismo da sua parte lírica&lt;/em&gt;”….&lt;br /&gt;Bom, claro que os responsáveis do “&lt;em&gt;Em Órb&lt;/em&gt;ita” não adivinhavam o futuro, nem o futuro teria que influenciar a opinião expressa da altura. Ainda hoje concordo com o que então se disse.&lt;br /&gt;Mas agora, e tendo uma perspectiva completa da carreira da banda, diria que foram só ameaços. Ameaços que duraram uns tempos largos, sim, é verdade, porque a seguir a New York Mining Disaster, ainda surgiram gravações dignas de registo.&lt;br /&gt;Assim, após esse primeiro assalto às charts inglesas, e bem adaptados ao que então se fazia na velha Albion - relembre-se que eles vinham da Austrália, onde residiam há muitos anos - e o seu 1º Lp, intitulado precisamente &lt;strong&gt;"1st", &lt;/strong&gt;reflectia até na capa, o clima psicadélico que então se vivia. Dele faziam parte entre outras, as canções “&lt;em&gt;Holiday&lt;/em&gt;” - uma réplica bem denunciada de Yesterday, mas apesar disso, uma bela canção - “&lt;em&gt;To love somebody&lt;/em&gt;” ou “&lt;em&gt;I can’t see nobody&lt;/em&gt;”. Um Lp bastante equilibrado.&lt;br /&gt;Estava-se em pleno Summer of Love e o single seguinte dos &lt;em&gt;Bee Gees&lt;/em&gt;, “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Massachusets&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” iria, com grande pompa, até ao top britânico em Setembro, antecedendo aquele que seria provavelmente a mais consistente obra do grupo, “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Horizontal&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”, que incluiria canções como “&lt;em&gt;Lemons never Forget&lt;/em&gt;”, “&lt;em&gt;With the sun in my eyes&lt;/em&gt;” ou “&lt;em&gt;World&lt;/em&gt;”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/massachusettes.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Até 69 o trio (que nos primórdios era um quinteto, mas que acabaria por se resumir aos três irmãos), manteve-se à tona, lançando ainda um Lp razoável “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Idea&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, mas já cheirava a declínio quando editaram o seguinte, “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Odessa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”&lt;br /&gt;Chegados aqui, e como primeiro balanço, poder-se-ia dizer que os Bee Gees nunca primaram pela originalidade, mesmo nesta 1ª fase. Se &lt;em&gt;Holiday&lt;/em&gt; era uma quase gémea desfasada de &lt;em&gt;Yesterday&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Massahusets&lt;/em&gt; tinha muito da "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;San Francisco&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;" cantada por Scott McKenzie. Mas a obra no seu todo, era de nível bastante para que fossem considerados um dos grupos com mais peso em Inglaterra. De certo modo, merecidamente. Como frisavam os editores do Em Órbita no texto "...&lt;em&gt;as influências, têm portanto essa porção de legitimidade&lt;/em&gt;"&lt;br /&gt;Depois, é o que está mais presente na memória de todos e que redundaria numa das mais lamentáveis transfigurações da história da música anglo-saxónica, que passou pelo "&lt;em&gt;You should be dancing&lt;/em&gt;" do "inestimável"  "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Children of the world&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;" e teria o seu ponto alto (ou baixo), no inenarrável &lt;em&gt;Spirits Having Flown&lt;/em&gt;, e que é resultado de um querer permanecer na ribalta a todo o custo, depois de uma espécie de anos de racionamento.&lt;br /&gt;Não me vou alongar sobre esta fase, nem no que se seguiria, é história relativamente recente, a maior parte conhece-a, e alguns até admirarão aquela resistência dos Bee Gees e a sua capacidade de se adaptar aos novos tempos.&lt;br /&gt;Mas eu nunca fui mesmo grande adepto daqueles trinados a roçar o ridículo. Para mim, os Bee Gees acabaram em 1969. O resto será, quando muito, uma verdadeira “Tragedy”.&lt;br /&gt;P.S. - Uma nota: um dia deixei aqui a chamada de atenção para como os Scissor Sisters parecem os Bee Gees reciclados. É só ouvirem o “&lt;em&gt;Spirits having flown&lt;/em&gt;” e vejam lá se não é verdade… &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-2985524897476015494?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/2985524897476015494/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=2985524897476015494' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/2985524897476015494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/2985524897476015494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/11/converses-2-bee-gees.html' title='Conversões (2) - The Bee Gees'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0SuEJocAdI/AAAAAAAAAHI/j-tq1RJ8tnU/s72-c/Bee+Gees+1st.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-5468336951016211524</id><published>2007-11-19T18:26:00.000Z</published><updated>2007-11-19T22:28:35.336Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='1963'/><title type='text'>Incontornáveis/1963</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0ICipocAcI/AAAAAAAAAHA/4Nj2w3fESqg/s1600-h/Helen+Shapiro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134669319470055874" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0ICipocAcI/AAAAAAAAAHA/4Nj2w3fESqg/s200/Helen+Shapiro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Penso não conhecer ninguém que se interesse por música, a quem não tenha sido solicitada uma ou outra vez para que elaborasse a sua lista de álbuns - ou mesmo das músicas - da sua vida. E essa, para mim, é uma tarefa árdua, mas à qual nunca resisto a corresponder. O curioso é que não me lembro de dar duas listas iguais, embora também nunca haja diferenças muito significativas. &lt;br /&gt;&lt;center&gt;Helen Shapiro - Queen for tonight&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/queenfortonight.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estas alterações devem-se a duas ordens de factores: o 1º corresponde a uma natural flutuação do humor, por exemplo, há dias em que prefiro o &lt;em&gt;Pet Sounds&lt;/em&gt; ao &lt;em&gt;Blonde on Blonde&lt;/em&gt;, e lá surgem a seguir ao &lt;em&gt;White Album&lt;/em&gt;, sendo que no dia seguinte, podem perfeitamente inverter posições. A 2ª razão prende-se com a própria dinâmica destas listas, e de por vezes, ainda surgirem coisas que me surpreendem. Por exemplo: se tivesse hoje que elaborar uma dessas listas, há dois álbuns dos últimos 12 anos que teriam lugar garantido: “&lt;em&gt;Grace&lt;/em&gt;”, de &lt;em&gt;Jeff Buckley&lt;/em&gt;, e “&lt;em&gt;O&lt;/em&gt;”, de &lt;em&gt;Damien Rice&lt;/em&gt;, o que quer dizer que essa lista seria substancialmente diferente de outra feita há 13 anos.&lt;br /&gt;Mas desta não me proponho fazer qualquer lista. O que se passa é que poderão aqui passar alguns jovens - ando numa fase optimista, está visto - que até poderão ter a paciência de ler os meus textos, mas que, dado não terem vivido a época, acabarem por ter dificuldade em os enquadrar, tanto mais que reconheço alguma anarquia nos temas que abordo, saltando de um assunto para outro, sem preocupação de lhe dar qualquer sequência lógica.&lt;br /&gt;Por isso, decidi-me a elaborar, faseadamente, uma análise aos álbuns (e algumas músicas) que “fizeram” a década em que mais incidem os textos, a dos anos 60. Para facilitar, deixei de fora os álbuns da grande música negra, dos blues aos grandes nomes da Motown e da Atlantic (farei uma ligeira batota, mas justificarei na altura), que poderei abordar mais tarde.&lt;br /&gt;Começando pelo princípio, e porque me comecei a interessar pela música anglo-americana em 1962, diria que nesse início de década, o panorama próprio em Inglaterra, que é o que agora vem ao caso, não era muito animador, com um domínio dos tops por parte dos americanos mais conhecidos e suficientemente enfadonhos para não me entusiasmar, como &lt;em&gt;Frank Ifield, Adam Faith&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Elvis Presley&lt;/em&gt; (este, por vezes bastante audível, perdoem-se-lhe algumas abencerragens) e ingleses, como &lt;em&gt;Cliff Richard&lt;/em&gt; e os &lt;em&gt;Shadow&lt;/em&gt;s, ou &lt;em&gt;Billy Fury&lt;/em&gt;, que permaneciam nos tops muitas semanas seguidas. Como já referi, os singles imperavam, e os longa duração eram, na maior parte das vezes colectâneas que compilavam os vários singles editados por determinado grupo ou cantor.&lt;br /&gt;Uma das vozes que mais me impressionaram à altura, foi a de uma londrina de 14 anos chamada &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Helen Shapiro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que foi a verdadeira rainha da pop londrina, pelo menos por dois anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em Julho desse ano, &lt;em&gt;Brian Jones&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Mick Jagger&lt;/em&gt; reuniam o primeiro alinhamento dos &lt;strong&gt;Rolling Stones&lt;/strong&gt;, dos quais, além dos próprios e de &lt;em&gt;Keith Richards&lt;/em&gt;, faziam parte &lt;em&gt;Dick Taylor&lt;/em&gt; (futuro &lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Pretty Things&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;) e outros que não fizeram história, e estreiam-se no &lt;em&gt;Marquee Club&lt;/em&gt;. Bill &lt;em&gt;Wyman&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Charlie Watts&lt;/em&gt; chegariam mais tarde. (Será curioso referir que por essa altura, Jagger fazia questão de frisar que os Stones eram uma banda de r&amp;amp;b e não de r’n’roll, quando uns anos depois a banda se auto proclamou como a maior banda de r’n’roll do mundo)&lt;br /&gt;No mês seguinte, os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; “despedem” &lt;em&gt;Pete Best,&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Ringo Starr&lt;/em&gt; toma o seu lugar. Em Outubro gravam “&lt;em&gt;Love me do/PS I love you&lt;/em&gt;“, para a Parlophone.&lt;br /&gt;Portanto, é sob bons auspícios que abre 1963, que se confirmam com a gravação ainda nos primeiros dias de Janeiro, de &lt;em&gt;Please, Please Me/Ask me Why&lt;/em&gt; pelos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, considerado pelo New Musical Express, o “disco do ano”.&lt;br /&gt;Os Lp’s relevantes durante esse ano serão poucos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Please, Please Me por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2047679147/"&gt;&lt;img height="150" alt="Please, Please Me" src="http://farm3.static.flickr.com/2159/2047679147_6b139a8cf5_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="Little Deuce Coupe por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2047679115/"&gt;&lt;img height="150" alt="Little Deuce Coupe" src="http://farm3.static.flickr.com/2135/2047679115_a82015253b_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="The Freewheelin' Bob Dylan por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2048468234/"&gt;&lt;img height="150" alt="The Freewheelin' Bob Dylan" src="http://farm3.static.flickr.com/2391/2048468234_8ba1d8b634_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="With the Beatles por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2047679199/"&gt;&lt;img height="150" alt="With the Beatles" src="http://farm3.static.flickr.com/2267/2047679199_5bd6539e5d_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Please, Please Me - The Beatles&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;The Freewheelin’ Bob Dylan&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;- &lt;em&gt;With the Beatles&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- &lt;em&gt;Little Deuce Coupe - The Beach Boys&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Singles do ano&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Queen for tonight - Helen Shapiro&lt;br /&gt;- Walk right in - The Rooftop Singers&lt;br /&gt;- From me to you - The Beatles&lt;br /&gt;- I Like it - Gerry and the Pacemakers&lt;br /&gt;- Sweets for my Sweet - The Searchers&lt;br /&gt;- Twist and Shout - The Beatles&lt;br /&gt;- I’m telling you now - Freddie and The Dreamers&lt;br /&gt;- She Loves you - The Beatles&lt;br /&gt;- Do you love me - Brian Poole and the Tremeloes&lt;br /&gt;- You’ll never walk alone - Gerry and the Pacemakers&lt;br /&gt;- Sugar and Spice - The Searchers&lt;br /&gt;- I wanna be your man - The Rolling Stones&lt;br /&gt;- Glad all over - Dave Clarck Five&lt;br /&gt;- I want to hold your hand - The Beatles&lt;br /&gt;- Hippy, hippy shake - Swinging Blue Jeans&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/walkrightin.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Rooftop Singers - Walk Right In&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/gladallover.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Dave Clarck Five - Glad All Over&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;O ano seguinte seria, esse sim, o do grande boom da “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Invasão Britânica&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-5468336951016211524?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/5468336951016211524/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=5468336951016211524' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5468336951016211524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5468336951016211524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/11/penso-no-conhecer-ningum-que-se.html' title='Incontornáveis/1963'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/R0ICipocAcI/AAAAAAAAAHA/4Nj2w3fESqg/s72-c/Helen+Shapiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-5096320010454492217</id><published>2007-11-16T18:43:00.000Z</published><updated>2007-11-19T22:14:42.130Z</updated><title type='text'>Uma questão de coerência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rz3q7ZocAWI/AAAAAAAAAGQ/Yc_3Zy8GSB8/s1600-h/radio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133517456485908834" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rz3q7ZocAWI/AAAAAAAAAGQ/Yc_3Zy8GSB8/s320/radio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A 1 de Abril do ano presente, e para relembrar a 1ª emissão do mítico programa de rádio “Em Órbita”, escrevia &lt;a href="http://eusouogatomaltes.blogspot.com/2007_04_01_archive.html"&gt;JC,&lt;/a&gt; entre outras coisas, o seguinte, a propósito dos objectivos dos autores do programa:&lt;br /&gt;“…&lt;em&gt;Essa radicalidade, esse “desprezo” (chamemos-lhe assim) pelo gosto das maiorias substituído pelo gosto dos seus autores, essa “arrogância” assumida (sim, não há mal nenhum nisso) ajudou a formar e a formatar o gosto musical (e não só) de uma geração, mas foi muito para além disso: contribuiu para a criação, em muitos adolescentes de então onde&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/dimples.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;The Spencer Davis Group - Dimples&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt; felizmente me incluo, de uma personalidade e um novo modo ver e entender o mundo&lt;/em&gt;…”&lt;br /&gt;Digamos que a opinião vertida expressa perfeitamente os propósitos dos evocados, tal como expressa correctamente a atitude adoptada por muitos dos que ouviam o programa, número em que gratamente me incluo. Foi com eles que me habituei a ser exigente com o que ouvia, e a tentar distinguir o trigo do joio. Que é como quem diz, a não querer escutar tudo o que me pretendiam impingir, mesmo que a “embalagem” parecesse atraente.&lt;br /&gt;Até porque, lembro-me bem, um dos lemas do programa era:&lt;br /&gt;“&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Gostos educam-se. Depois, discutem-se&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”. E eu não poderia estar mais de acordo. Então como hoje&lt;br /&gt;E como se trata de uma questão de princípios, é por isso que, do que não gostava então, continuo a não gostar hoje. Lamentavelmente (na óptica de alguns), nesse aspecto o tempo não teve o condão de me amolecer o coração. Nunca fui muito de dizer que “&lt;em&gt;no meu tempo é que era bom&lt;/em&gt;”, e na música muito menos. Diria mesmo que, a não ser o que o Em Órbita transmitia, pouco mais havia. Se em Portugal imperava, por lado um nacional cançonetismo bacoco e obsoleto e por outro uma meia dúzia de grupos que se limitavam ao arremedo patético do que se fazia lá fora, de França - relembre-se que a nossa educação á altura era marcadamente francófona - e exceptuando a canção de texto que pouca abertura tinha nas rádios portuguesas - o que chegava era de uma mediocridade quase atroz, a geração Salut les Copains (da qual se salvavam somente Hardy e Dutronc, e mais tarde Gainsbourg, genial criador), e só se diferenciava do que se fazia por cá pela manifesta diferença de meios. O que sobrava na Europa, era a Itália a viver da canção napolitana e do festival de San Remo e uma Espanha subjugada por uma ditadura asfixiante de todas as formas de arte que não fossem as mais retrógradas e tradicionalistas (se é que existe tal arte). Assim, amodorrávamos tristemente ao som de Halliday ou Rafael, de Calvário ou Garcia, de François ou Morandi.&lt;br /&gt;Passados tantos anos, mantenho o espírito crítico que me não deixa comer gato por lebre.&lt;br /&gt;Por isso é que aqui há dias quando o meu amigo Zé Mendes me perguntou se não tinha por cá o Staying Alive dos Bee Gees, lhe perguntei se estava a gozar comigo. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="a Animals por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2037825493/"&gt;&lt;img height="150" alt="a Animals" src="http://farm3.static.flickr.com/2135/2037825493_a801f62e6d_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="a Martha and the Vandellas por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2038623410/"&gt;&lt;img height="150" alt="a Martha and the Vandellas" src="http://farm3.static.flickr.com/2411/2038623410_dacf337972_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a title="a Manfred Mann por yardbird25, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/2037825571/"&gt;&lt;img height="150" alt="a Manfred Mann" src="http://farm3.static.flickr.com/2264/2037825571_5e49b51315_o.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/bringitonhome.mp3" width="120" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;-&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/.mp3" width="120" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;-&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/dowahdiddy.mp3" width="120" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Bring it ob home to me/ Nowhere to run/ Do Wah Diddy&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-5096320010454492217?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/5096320010454492217/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=5096320010454492217' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5096320010454492217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5096320010454492217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/11/uma-questo-de-coerncia.html' title='Uma questão de coerência'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rz3q7ZocAWI/AAAAAAAAAGQ/Yc_3Zy8GSB8/s72-c/radio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-8321655778666467915</id><published>2007-11-13T18:32:00.000Z</published><updated>2007-11-16T19:17:21.160Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='The Moody Blues'/><title type='text'>Conversões (1) - The Moody Blues</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RzoDrnmB7EI/AAAAAAAAAGA/ffEG7ZoCiiM/s1600-h/0000000000+Moody+Blues.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132418773239852098" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RzoDrnmB7EI/AAAAAAAAAGA/ffEG7ZoCiiM/s320/0000000000+Moody+Blues.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É verdade que me lembro muito de tempos antigos. E da música que se fazia então, e que me marcou de forma indelével. Por vezes pequenos nomes, que me disseram muito. Quando falo em pequenos nomes, refiro-me a alguns de que já aqui falei, os “one hit acts”, ou outros, que por uma razão ou outra nunca chegaram sequer a figurar na categoria dos ilustres.&lt;br /&gt;Por vezes, aparecia uma canção, ouvia-a, procurava saber quem a cantava e augurava-lhe futuro. Mas alguns ficavam mesmo pelo caminho, e nunca mais se ouvia falar deles. Para o futuro, sobejava a “tal” canção.&lt;br /&gt;Confesso que a certa altura, foi o que me pareceu ir acontecer aos Moody Blues, uma das melhores bandas de rythm’n’blues (que espanto, hein?), de Inglaterra, e que se tornaram conhecidos com uma canção que foi um hit instantâneo em Novembro de 1964: “Go Now”, uma cover de Larry Banks.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/gonow.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Go Now&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt;A carreira dos Moody Blues pode-se dividir em duas fases bem distintas, e a primeira, embora não se resumisse à “tal” canção, pouco mais adiantou. Em 1965 editaram um LP - The Magnificent Moodies - onde incluíam uma belíssima versão de “It Ain’t Necessarily So“, (Gershwin), cantada de forma quase melodramática, e ainda uma canção que teve algum sucesso, embora não tivesse subido muito nas charts: “From the bottom of my heart”. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/itaintnecessarilyso.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;It Ain‘t Necessarily So&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse facto pareceu determinante para o grupo e em fins desse ano, a banda de Birmingham parecia à beira do fim, e o ano seguinte foi de penosa travessia no deserto, apesar da renovação verificada na linha do grupo, com a entrada de John Lodge e Justin Hayward. Foi então que pensei que a banda, acabaria como tantas outras, incapaz de se reinventar.&lt;br /&gt;Mas não. A entrada destes dois músicos foi decisiva na inflexão da música e da carreira dos Moody Blues. Apesar de se tratar de uma obra colectiva, “Days of Future Passed”, o sumptuoso álbum dos Moody Blues editado nas derradeiras semanas de 1967 e que foi uum êxito planetário, nota-se a presença inovadora dáqueles dois músicos.&lt;br /&gt;Este, e apesar das influências psicadélicas bem vincadas terá sido quanto a mim, a obra percursora do rock sinfónico que se avizinhava, apesar de já anteriormente os Beatles tivessem recorrido à colaboração de uma grande orquestra, no seu fabuloso “A Day in the Life”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/dawnisafeeling.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Dawn is a Feeling&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RzoDh3mB7DI/AAAAAAAAAF4/qgHT4yGcat8/s1600-h/0000000000+Days+of+Future+Passed.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132418605736127538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RzoDh3mB7DI/AAAAAAAAAF4/qgHT4yGcat8/s320/0000000000+Days+of+Future+Passed.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E assim se assistia à ressurreição dos Moody Blues que se julgavam mortos, e de quem aqui se falará mais adiante.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RzoDIHmB7CI/AAAAAAAAAFw/gdLKB54FpQk/s1600-h/00000000+Poster+Moody+Blues.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132418163354496034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RzoDIHmB7CI/AAAAAAAAAFw/gdLKB54FpQk/s400/00000000+Poster+Moody+Blues.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-8321655778666467915?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/8321655778666467915/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=8321655778666467915' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/8321655778666467915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/8321655778666467915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/11/verdade-que-me-lembro-muito-de-tempos.html' title='Conversões (1) - The Moody Blues'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RzoDrnmB7EI/AAAAAAAAAGA/ffEG7ZoCiiM/s72-c/0000000000+Moody+Blues.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-5381386116545990705</id><published>2007-11-08T16:42:00.000Z</published><updated>2007-11-08T19:02:13.534Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Yardbirds'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bo Diddley'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rolling Stones'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animals'/><title type='text'>A Importância de se chamar Bo Diddley</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RzM9wXmB7BI/AAAAAAAAAFo/WTPmMTlzVTs/s1600-h/bo-diddley.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130512301681667090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RzM9wXmB7BI/AAAAAAAAAFo/WTPmMTlzVTs/s320/bo-diddley.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao nascer , puseram-lhe o nome pomposo de &lt;em&gt;Ellas Otha Bates McDaniel&lt;/em&gt; . Tornou-se conhecido sob o nome de &lt;strong&gt;Bo Diddley&lt;/strong&gt;, e gravou em &lt;em&gt;1958&lt;/em&gt; um longa duração com o seu nome, da qual constavam músicas como “&lt;em&gt;Bo Diddley&lt;/em&gt;”, “&lt;em&gt;I‘m a man&lt;/em&gt;“, “&lt;em&gt;Who do you love?&lt;/em&gt;” ou “&lt;em&gt;Pretty Thing&lt;/em&gt;”. O mundo musical acordava então para o “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Bo Diddley beat&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”, simples mas electrizante, e que seria influente como poucos outros na música que se faria de então em diante.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/bodiddley.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Bo Diddley - Bo Diddley&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;No início dos anos 60, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Alexis Korner, John Mayall&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e&lt;strong&gt;&lt;em&gt; Graham Bond&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; traziam do outro lado do mar a sonoridade dos blues e iniciavam assim, um importante movimento na música anglo-saxónica, até então de modesta expressão exceptuando talvez &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Cliff Richa&lt;/strong&gt;rd&lt;/em&gt; e os seus muito "&lt;em&gt;clean"&lt;/em&gt; &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Shadows&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - quando comparada com o riquíssimo mercado norte-americano.&lt;br /&gt;A aderência da juventude britânica, a sua cultura musical - alguém alguma vez esquecerá os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Concertos Promenade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; da &lt;strong&gt;BBC&lt;/strong&gt;? - foi impressionante, e o germinar de grupos de rythm’n’blues, espantosa.&lt;br /&gt;Na verdade, muito poucos foram os grupos de então que não se aventuraram por essa via, embora uns tempos mais tarde, alguns derivassem para uma via mais pop, com mais ligações ao rock’n’roll branco de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Elvis, Buddy Holly ou Lonnie Donnegan&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, talvez reflectindo a clivagem existente entre mods e rockers, as efervescentes sub-culturas da juventude inglesa de então, podendo-se incluir nesse grupo, por exemplo, os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Searchers&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (grupo de skiffle que já vinha dos anos 50), &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Swinging Blue Jeans, Dave Clarck Five &lt;/strong&gt;ou&lt;strong&gt; Hollies&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, e acima de todos, os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Mas mesmo esses grupos não desdenharam gravar “covers” de alguns já então, clássicos negros, nomeadamente de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Chuck Berry&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Mas o que interessa agora é lançar um olhar (ou um ouvido) à musica de alguns fiéis e ilustres blues’ianos, chamemos-lhe assim, e verificar da influência que sofreram do acima referido trabalho de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Bo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Fiquei impressionado quando ouvi a cover que os &lt;strong&gt;Stones&lt;/strong&gt; fizeram de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Carol,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Berry&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que fazia parte do seu 1º EP editado em Portugal. Mas a posterior audição do seu primeiro LP deixou-me completamente espantado, especialmente com a abertura, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Not Fade Away&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Holly&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Devo acrescentar que só muito tempo depois ouvi o original, mas continuei a gostar mais da versão dos Stones.&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/notfadeaway.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Rolling Stones - Not Fade Away&lt;/em&gt;&lt;/center&gt; &lt;br /&gt;De qualquer forma, aquele &lt;em&gt;beat&lt;/em&gt; era-me familiar. Claro, era o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;rambling beat &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;de&lt;em&gt;&lt;strong&gt; Diddley,&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; que, explicou ele uma vez, criou de forma a que se parecesse com o som de um camião carregado a rolar pela noite fora.&lt;br /&gt;Aliás, se se atentar bem nesse primeiro álbum dos Stones, fácil será verificar que em todo ele se explora essa singular forma de tocar, e que tem sequência em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;12x5&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, o longa duração seguinte do grupo londrino.&lt;br /&gt;Quase ao mesmo tempo, os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Animals &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;de&lt;em&gt;&lt;strong&gt; Alan Price&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e&lt;em&gt;&lt;strong&gt; Eric Burdon&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, à altura a voz mais negra de Inglaterra, registava versões de “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Bo Diddley&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” ou “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Roadrunner&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, enquanto que os &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Yardbirds&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e&lt;em&gt;&lt;strong&gt; Eric Clapton&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; gravavam a sua versão de “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;I’m a man&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;“, música que posteriormente teria um número incontável de versões, de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Iggy Pop &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;aos&lt;em&gt;&lt;strong&gt; Creation&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, passando pelos &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dr. Feelgood&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e&lt;em&gt;&lt;strong&gt; Jimi Hendrix&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;. E os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pretty Thi&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;ngs gravavam igualmente”&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Roadrunner&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;”.&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/prettything.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Bo Diddley - Pretty Thing&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Quanto a “&lt;strong&gt;Who do you love&lt;/strong&gt;”, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Jim Morrison&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; encarregou-se de imortalizar aqueles pouco mais de 3 minutos de música, com uma versão esmagadora, já depois de a mesma ser cantada a várias vozes, umas mais conhecidas - &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Eric Clapton, Peter Green, Sonny Boy Wellington&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e os&lt;em&gt;&lt;strong&gt; Yardbirds&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - outras menos, mas todas elas veneradoras do génio de Diddley.&lt;br /&gt;Este pequeno resumo, dará certamente a ideia da importância que aquele álbum teve no panorama musical anglo-saxónico. Diz-se mesmo que, sem ele, o “rock “não teria “roll”ado da mesma maneira. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-5381386116545990705?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/5381386116545990705/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=5381386116545990705' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5381386116545990705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5381386116545990705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/11/o-rambling-beat.html' title='A Importância de se chamar Bo Diddley'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RzM9wXmB7BI/AAAAAAAAAFo/WTPmMTlzVTs/s72-c/bo-diddley.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-8463095519088205603</id><published>2007-11-05T12:57:00.000Z</published><updated>2007-11-05T13:46:29.994Z</updated><title type='text'>The Ivy League...e Rockin' Berries</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Ry8T2L1d26I/AAAAAAAAAFg/8rt6Y2F4BuI/s1600-h/000000+Ivy+Leaguue1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5129340322209192866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Ry8T2L1d26I/AAAAAAAAAFg/8rt6Y2F4BuI/s200/000000+Ivy+Leaguue1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ainda sobre o último escrito, que suscitou respostas muito interessantes e atentas por parte do &lt;em&gt;&lt;strong&gt;JC&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, autor de excelente “&lt;a href="http://eusouogatomaltes.blogspot.com/"&gt;O Gato Maltês&lt;/a&gt;”, e do &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Luís&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; que já aqui havia referido, gostaria de voltar ao caso singular dos &lt;strong&gt;Ivy League&lt;/strong&gt;, na minha opinião um dos grandes nomes da swinging London do pré-psicadelismo, e que por cá, como tantos outros, terá passado quase anonimamente.&lt;br /&gt;Este trio constituído em 1964 - &lt;em&gt;John Carter, Ken Lewis&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Perry Ford&lt;/em&gt; - possuía um naipe de vozes quase insuperável, sendo a influência do &lt;em&gt;doo wop&lt;/em&gt; de &lt;strong&gt;Frankie Valli&lt;/strong&gt; e os seus &lt;strong&gt;Four Seasons&lt;/strong&gt;, bem evidente nas intrincadas harmonias exibidas.&lt;br /&gt;Lastimavelmente, e como tão bem caricaturaram os &lt;strong&gt;Monty Python&lt;/strong&gt; anos depois, as mudanças no alinhamento eram uma constante na vida dos grupos, e a saída de Carter e Lewis - que formaram mais tarde os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Flowerpot Men&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - em 1966 ditaram o ocaso da formação, que resumiu a sua discografia num álbum editado em 1965&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Ry8Txr1d25I/AAAAAAAAAFY/nvz0tABWI00/s1600-h/000000+The+Rockin%27+Berries.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5129340244899781522" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Ry8Txr1d25I/AAAAAAAAAFY/nvz0tABWI00/s200/000000+The+Rockin%27+Berries.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;, “&lt;strong&gt;This is the Ivy League&lt;/strong&gt;”, onde pontificavam os seus três maiores sucessos, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Funny how love can be&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (8º nas charts),&lt;strong&gt;&lt;em&gt; That’s why I’m crying&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (22º) e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tossing and turning&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (3ª),todos eles, entre Janeiro e Junho de 65. Muitos anos depois, seria editado um magnífico duplo cd com todo o material do grupo, o Major League- The Collectors' Ivy League.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/tossingandturning.mp3" width="100" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;em&gt;The Ivy League - Tossing and Turning&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/thatswhyimcrying.mp3" width="100" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;em&gt;The Ivy League - That's Why I'm Crying&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Curioso será referir que “&lt;em&gt;Funny how love can be&lt;/em&gt;”(Carter/Lewis), terá sido previamente gravado por um grupo com alguns pontos em comum com os &lt;em&gt;Ivy League,&lt;/em&gt; os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rockin’Berries&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, mas por questões marginais, a edição do disco foi protelada, e a versão dos Ivy League - afinal a original - acabou por sair primeiro, e foi por aí fora até ao 8º lugar do top.&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/hesintown.mp3" width="100" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;The Rockin' Berries - He's in Town&lt;/em&gt;&lt;/center&gt; Azar dos Rockin’ Berries, que resumiram os seus sucessos de top a “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;He’s in town&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;” (3º lugar em 15/10/64) e “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Poor Man’s Son&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;” (5º em 13/05/65).&lt;br /&gt;Agora, para comparar:&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/funnyhowlovecanbe.mp3" width="100" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;The Ivy League - Funny how love can be&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/funnyhowlove.mp3" width="100" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;The Rockin' Berries - Funny how love can be&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-8463095519088205603?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/8463095519088205603/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=8463095519088205603' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/8463095519088205603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/8463095519088205603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/11/ivy-league.html' title='The Ivy League...e Rockin&apos; Berries'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Ry8T2L1d26I/AAAAAAAAAFg/8rt6Y2F4BuI/s72-c/000000+Ivy+Leaguue1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-3112026878179795014</id><published>2007-11-03T15:54:00.000Z</published><updated>2007-11-05T13:26:15.984Z</updated><title type='text'>One Hit Acts</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Ryybx71d22I/AAAAAAAAAFA/UhL3421f5xE/s1600-h/000000+Gerry+and+the+Pacemakers.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128645357845994338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Ryybx71d22I/AAAAAAAAAFA/UhL3421f5xE/s320/000000+Gerry+and+the+Pacemakers.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O panorama musical anglo-americano até meados/fins dos anos 60 vivia muito das “grandes” canções que atingiam os tops - curiosamente, tem-se verificado de há uns anos para cá no campo da música mais “pop” um retomar da tendência - e os Lp’s resultavam mais de uma reunião dos A sides e B sides lançados durante determinado período, do que resultado de um trabalho específico para conseguir uma “obra” estruturada. É opinião muito generalizada que a inversão de mentalidades terá ocorrido quando saiu “Sgt. Peppers Lonely Heart Club Band”(67), mas pessoalmente, tenho que tal se tenha verificado algum tempo antes, quer com Rubber Soul (65), dos mesmos Beatles, ou mesmo com Highway 61 Revisited (65) ou Blonde on Blonde(66), ambos de Dylan.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, as constantes convulsões musicais que varriam a velha Inglaterra principalmente após a erupção a nivel mundial dos Beatles e outros que constituíram aquilo a que se designou de British Invasion - entre os quais Stones, Animals , Manfred Mann ou Pretty Things, mais dedicados ao Rythm’n’Blues; Kinks, Hollies ou Ivy League num registo mais “pop” - deu origem ao florescer de uma miríade de grupo, a maior parte deles, de existência efémera, mas suficientemente importante para que a história musical dos 60 se possa fazer, ignorando-os.&lt;br /&gt;É a esses grupos (ou solistas), que chamei “one hit act”, uma vez que a sua passagem pelas tabelas de vendas se resumiram a um grande êxito, desaparecendo - ou quase - de seguida.&lt;br /&gt;Quem pretenda fazer um flash-back mais ou menos objectivo sobre esses anos e aqui restringi-me às tabelas inglesas, dificilmente poderá ignorar nomes com Gerry and the Pacemakers, cujo “You’ll never walk alone”(1º lugar dos tops em 31/10/63) se transformou em lema de clubes de futebol, ou do “Have I the right”(27/08/64), dos Honeycombs, single que, curiosamente, foi lançado em Portugal como Ep, que tinha no outro lado do disco o super-hit dos Kinks “You really got me”.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RyyaCr1d21I/AAAAAAAAAE4/6FGTgYLmqsU/s1600-h/000000+WayneFontanaMindbendrs.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128643446585547602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RyyaCr1d21I/AAAAAAAAAE4/6FGTgYLmqsU/s320/000000+WayneFontanaMindbendrs.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/gameoflove.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;em&gt;Wayne Fontana &amp;amp; the Mindbenders - The Game of Love&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt;Na galeria dos efémeros, mas incontornáveis, poderia mencionar o “World without love”(23/04/64) da dupla Peter&amp;amp;Gordon, que se manteria um par de anos no circuito comercial, mais graças à sua ligação a Paul McCartney, que namorava então a irmã de Peter, Jane Asher, “Tobacco Road”(09/07/64), dos Nashville Teens ou “Game of Love”(04/02/65), de Wayne Fontana and the Mindbenders.&lt;br /&gt;Sem pretender ser exaustivo, menciono os que passaram pelo lendário “Em Órbita”, grande divulgador - embora bastante criterioso nas escolhas - dos tops anglo-saxónicos, “Concrete and Clay”, dos Unit 4+2, em 1965, ano em que Barry McGuire explodia com o seu “Eve of Destruction”, uma das primeiras “protest songs”. &lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eveofdestruction.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Barry McGuire - Eve of Destruction&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt;De 66, é digna de registo a meteórica carreira nos tops de Crispian St.Peters, que entre Janeiro e Março, teve 2 grandes êxitos: “You were on my mind” e “The Pied Piper”. Do mesmo ano, o primeiro grupo espanhol a chegar ao top 10, os Los Bravos, com o super-hit “Black is Black”(30/06) &lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/blackisblack.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Los Bravos - Black is black&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt;e um grupo cuja música retro animou muitos bailes lisboetas, os New Vaudeville Band, que também num curto espaço de tempo tiveram 3 canções a atingirem os tops: “Winchester Cathedral”, “Peek-a-Boo” e “Finchley Central”. Acrescentarei de que não me lembro de um único grupo português de então, que não tocasse o “Winchester Cathedral”.&lt;br /&gt;1967 foi indubitavelmente o ano de Scott McKenzie e da música mais identificada com o Summer of Love: “San Francisco (be sure to wear some flowers in your hair)(09/08/67)”. Na boleia, os Flowerpot Men, surgem com um “Let’s go to San Francisco”(23/08/67), que não chega a alcançar o nº1, mas quase (4º).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RyydLb1d23I/AAAAAAAAAFI/0fB1WNzhk-U/s1600-h/000000+Box+Tops.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128646895444286322" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RyydLb1d23I/AAAAAAAAAFI/0fB1WNzhk-U/s320/000000+Box+Tops.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/theletter.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;BoxTops - The Letter&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt;Outra música a marcar o ano é “The Letter”(13/09/67), dos BoxTops, cujo vocalista, Alex Chilton, acabaria por sobreviver ao desaparecimento do grupo, e transformar-se em figura de culto.&lt;br /&gt;O ano seguinte, iniciar-se-ia com três enormes sucessos de vendas, “Judy in Disguise”, de John Fred and his Playboy Band, "Everlasting Love”, dos Love Affair, onde pontificava o vocalista Steve Ellis e “Green Tambourine” de uns Lemon Pipers a navegarem na onda psicadélica.&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/judyindisguise.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;John Fred &amp; his Playboy Band&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;p&gt;No fim desse ano, surgiriam dois actos - bastante diferentes entre si, mas ambos, digamos…exóticos quanto baste): The Crazy World of Arthur Brown, com “Fire”(26/06/68) e Scaffold, com “Lilly the Pink”.&lt;br /&gt;Este último grupo, tinha como particularidade o facto de dele fazer parte Mike McCartney, irmão do beatle, e que para não ser acusado de usar o famoso apelido para alcançar a fama, mudou o nome para Mike McGear. O grupo usava um humor muito inglês nas suas canções, actuava muito ao estilo “vaudeville“, e além de Lily, teve ainda mais um êxito, “Thank U very much”, mas a crítica sempre os considerou de gosto duvidoso, e a verdade é que um dos nomes adoptados para o agrupamento, “the Liverpool One Fat Lady All Electric Show”, enfim…&lt;br /&gt;O último ano não foi, neste aspecto, muito marcante, embora tenham surgido um par de grupos interessantes nos tops, embora de passagem rápida, nomeadamente os Amen Corner, do vocalista Andy Fairweather Low com “Half as Nice”, Thunderclap Newman, com “Something in the air”, ou “Love grows” - que conheceu várias versões - dos Edison Lighthouse.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RyydsL1d24I/AAAAAAAAAFQ/hzn3mvhDX4c/s1600-h/000000+ThunderclapNewman.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128647458085002114" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RyydsL1d24I/AAAAAAAAAFQ/hzn3mvhDX4c/s200/000000+ThunderclapNewman.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/somethingintheair.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Thunderclap Newman - Something in the air&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p&gt;Dos três, os Thunderclap, um grupo produzido por Pete Townshend (The Who) seria o mais interessante, embora o seu tempo fosse breve.&lt;br /&gt;Claro que pelo meio destes, outros terá havido a gozarem os seus 15 minutos de fama que constitui a ascensão aos tops. Mas esses, não fazem parte da minha história.&lt;br /&gt;Se alguém quiser acrescentar algo, está à vontade…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-3112026878179795014?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/3112026878179795014/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=3112026878179795014' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/3112026878179795014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/3112026878179795014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/11/one-hit-acts.html' title='One Hit Acts'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Ryybx71d22I/AAAAAAAAAFA/UhL3421f5xE/s72-c/000000+Gerry+and+the+Pacemakers.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-8329006956318234973</id><published>2007-10-26T15:48:00.000+01:00</published><updated>2007-10-26T15:51:44.888+01:00</updated><title type='text'>Porque hoje é sexta..</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/SrY4uIzaqvM&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/SrY4uIzaqvM&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;…porque &lt;a href="http://eusouogatomaltes.blogspot.com/"&gt;mo&lt;/a&gt; relembraram, e porque me apetece, aqui vos deixo “A Voz” dos anos 60 e…pós-anos 60.&lt;br /&gt;Nunca fui um “furioso” das grandes vozes - a ópera não é para aqui chamada - , como se costuma dizer, em se referindo aquelas vozes afinadas e capazes de graves e agudos impossíveis. Mas quando me vêm com tretas sobre a voz deste ou daquele e insistem muito, atiro-lhes com o Scott Walker.&lt;br /&gt;Geralmente, como praticamente só a geração dos 60 e um ou outro mais informado o conhece - o que não deixa de ser uma lacuna de proporções consideráveis na cultura musical de qualquer pessoa - a surpresa é garantida.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_dfqtyL_9-4&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_dfqtyL_9-4&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-8329006956318234973?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/8329006956318234973/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=8329006956318234973' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/8329006956318234973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/8329006956318234973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/10/porque-hoje-sexta.html' title='Porque hoje é sexta..'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-5112015334102996094</id><published>2007-10-24T21:27:00.001+01:00</published><updated>2007-10-24T21:31:57.521+01:00</updated><title type='text'>Canções...diferentes - The Kinks</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rx-rZefIgbI/AAAAAAAAAEw/GEVehVefe-A/s1600-h/000000+kinks5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125003355139637682" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rx-rZefIgbI/AAAAAAAAAEw/GEVehVefe-A/s320/000000+kinks5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quem tivesse conhecido os Kinks na altura em que Ray Davies cantava o fleumático e cínico “Sunny Afternoon” e nada do que ficara para trás, teria dificuldade em os reconhecer neste quase tresloucado pedaço musical o aparentemente aprumado grupo londrino.&lt;br /&gt;Nada que surpreenda muito, porém, quem conhece a conturbada existência do conjunto dos manos Davies, que incluiu o seu banimento dos EUA durante 4 anos, machadada dolorosa no futuro dos Kinks, que viu assim fecharem-se-lhes as portas do maior mercado discográfico mundial, precisamente numa altura em que se encontravam no auge da sua carreira.&lt;br /&gt;A canção, da autoria de Shel Talmy, produtor do 1º LP (de 64) do agrupamento, teve uma recepção “calorosa” por parte da crítica, e “horrorosa” foi talvez a adjectivação mais suave com que a musiquinha foi presenteada.&lt;br /&gt;Quando a ouvi pela primeira vez, fiquei surpreendido. Considerei-a uuma excentricidade e achei-lhe graça. Ao que parece não fui só eu, porque depois, ouvi-a um número considerável de vezes, tanto que nunca mais a esqueci, e quando pude, comprei a colectânea de que faz parte. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/baldheadedwoman.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-5112015334102996094?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/5112015334102996094/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=5112015334102996094' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5112015334102996094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5112015334102996094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/10/canesdiferentes-kinks.html' title='Canções...diferentes - The Kinks'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rx-rZefIgbI/AAAAAAAAAEw/GEVehVefe-A/s72-c/000000+kinks5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-5711558624382595921</id><published>2007-10-23T15:02:00.000+01:00</published><updated>2007-10-23T16:27:00.687+01:00</updated><title type='text'>Assim se aprendia Inglês</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rx3_RefIgTI/AAAAAAAAADw/kAfaW0T4Po4/s1600-h/Zombies.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124532626723995954" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rx3_RefIgTI/AAAAAAAAADw/kAfaW0T4Po4/s400/Zombies.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os estertores do ano de 63, trouxeram a edição do 1º disco dos &lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt; em Portugal - curiosamente um EP que não incluía aquele que tinha sido o 1º hit do grupo de Liverpool, o “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Love me d&lt;/strong&gt;o&lt;/em&gt;”, que seria editado mais tarde - e esse acontecimento abriria portas a descobertas extraordinárias para um meio até então fechado, e ao qual tudo o que chegava, tinha passado uma série de crivos incontáveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1964, nos primeiros passos do FM em Portugal, nasceria o percursor do “&lt;em&gt;Em Órbita&lt;/em&gt;”, o “&lt;em&gt;Ritmo 64&lt;/em&gt;“, programa emitido na frequência modulada do &lt;em&gt;Rádio Clube Português&lt;/em&gt;,das 21,15h até uns minutos depois das 22h. Foi aí que ouvi pela 1ª vez os &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Zombies&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; de &lt;em&gt;Rod Argent&lt;/em&gt;, e o extraordinário &lt;strong&gt;&lt;em&gt;P.J. Proby&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, de que já aqui falei, capaz das maiores excentricidades, sempre exaltadas pelo &lt;em&gt;Pedro Castela,&lt;/em&gt; muito atento - felizmente - a tais originalidades. &lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/shesnotthere.mp3" width="100" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Zombies - She's not there&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;E mais alguns nomes que seriam importantes daí em diante, chegaram por seu intermédio aos meus ouvidos: &lt;strong&gt;Manfred Mann&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Animals&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Kinks&lt;/strong&gt;. Mas verdadeiramente, 64 foi o ano do cimentar da carreira dos Beatles, que chegariam ao Natal à frente das tabelas de vendas com “&lt;strong&gt;I Feel Fine&lt;/strong&gt;”, aquela pequena obra-prima de inventiva, que começava com uma das mais famosas distorções de guitarra de todos os tempos. &lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/ifeelfine.mp3" width="100" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Beatles - I Feel Fine&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Foi nos finais desse ano, e graças precisamente ao meu interesse crescente pela música que ouvia, e consequentemente, da necessidade em ter acesso às líricas das canções, que verdadeiramente comecei a saber Inglês. No ano anterior, aluno do 3º ano do &lt;em&gt;Liceu Normal de Pedro Nunes&lt;/em&gt; (7º ano de escolaridade, na actualidade) e que era o da iniciação à disciplina de Inglês, tivera um professor chamado &lt;em&gt;Pequito&lt;/em&gt;, que podia ter jeito para tudo, menos para ensinar. O homem regressara nesse ano da Guiné, vinha de uma realidade muito diferente e tinha hábitos pouco ortodoxos. Para ser sincero, nós, os alunos, também não lhe facilitáramos a vida, sabe-se como os adolescentes podem ser cruéis. Resultado: passei para o 4º ano a saber pouco mais que zero. Consequência: no ano seguinte apanhei um professor exigente e vi-me enrascado.&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rx4Q--fIgWI/AAAAAAAAAEI/yjcHLHn6lhE/s1600-h/200px-Gloria.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124552100105716066" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rx4Q--fIgWI/AAAAAAAAAEI/yjcHLHn6lhE/s320/200px-Gloria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, descobri numa tabacaria do Rossio, uma revista inglesa chamada &lt;em&gt;&lt;strong&gt;FAB&lt;/strong&gt;ulous&lt;/em&gt;, que por acaso trazia na capa uma foto dos &lt;strong&gt;Them&lt;/strong&gt;, o grupo de &lt;strong&gt;Van Morrison&lt;/strong&gt;, e uma das minhas grandes referências de então - ouvia o single &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Gloria &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;“&lt;em&gt;n&lt;/em&gt;” vezes por dia - e comprei-a. &lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/gloria.mp3" width="100" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Them - Gloria&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era a primeira vez que via uma revista que se dedicava exclusivamente à música feita na Grã-Bretanha e fiquei impressionado, tal a quantidade de informação, uma coisa absolutamente nova para mim. A partir de então, tornei-me leitor compulsivo da revista e o meu inglês foi progredindo, também ajudado pela correspondência que mantinha com uma inglesinha do Berkshire e uma alemã de Hannover. Ao mesmo tempo, passei a estar a par e passo com o que se passava pela swingin London, afinal, o olho do furacão musical que tudo varria.&lt;br /&gt;Terminado o liceu e feito o balanço, cheguei à conclusão que o inglês que sabia, e que era bastante razoável, 50% devia-o á leitura de revistas inglesas, 30% à correspondência com as raparigas estrangeiras, e só 20% ao que tinha aprendido no liceu. Como nota curiosa, acrescentaria que certa vez, utilizei um termo aprendido numa das revistas, que não fazia parte do léxico da professora: veio-me perguntar o que queria dizer aquilo, porque procurara em 2 dicionários e não conseguira encontrar a palavra. Acho que devia ser “calão” londrino. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nota&lt;/em&gt;: -Se se derem ao trabalho de ouvir uma gravação dos Stones dessa época, por exemplo o "&lt;em&gt;It's all over now&lt;/em&gt;", notarão muitas semelhanças na forma de cantar de &lt;strong&gt;Jagger&lt;/strong&gt;, com a do &lt;strong&gt;Van Morrison&lt;/strong&gt; de então. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-5711558624382595921?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/5711558624382595921/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=5711558624382595921' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5711558624382595921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/5711558624382595921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/10/assim-se-aprendia-ingls.html' title='Assim se aprendia Inglês'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rx3_RefIgTI/AAAAAAAAADw/kAfaW0T4Po4/s72-c/Zombies.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-3227306160771541719</id><published>2007-10-22T14:01:00.000+01:00</published><updated>2007-10-22T17:47:20.951+01:00</updated><title type='text'>Reanimação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rxyfd-fIgSI/AAAAAAAAADo/mgSoYkpd0n4/s1600-h/Woody_Guthrie.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124145813379383586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rxyfd-fIgSI/AAAAAAAAADo/mgSoYkpd0n4/s320/Woody_Guthrie.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Recentemente, abri diálogo com um blog relativamente recente, o &lt;a href="http://guedelhudos.blogspot.com/"&gt;Ié-Ié&lt;/a&gt;, da autoria de um contemporâneo meu.&lt;br /&gt;Tenho que confessar que sempre tive muito pouco apreço por esta designação - que me perdoe o Luis, autor do referido blog - com que a sociedade em geral, e alguns jornalistas e radialistas em particular, se referiam à geração 60, que tinha muito mais em si do que aquilo que se queria fazer passar. A designação tinha tanto de paternalista como de depreciativo. Pretendia-se com ela dar a entender, estar-se perante uma geração que só gostava de ouvir música, geralmente barulhenta, de uns tipos de cabelo comprido, em que o refrão yeah, yeah, era repetido á exaustão, e pouco mais.&lt;br /&gt;Claro que era mais fácil - e até convinha - esquecer que as “mensagens” transmitidas tinham muito mais conteúdo que isso, que a “&lt;em&gt;beat-generation&lt;/em&gt;” - desta gosto - tinha como gurus, homens como &lt;strong&gt;Woody Guthrie&lt;/strong&gt;, que tocava uma viola que dizia “&lt;em&gt;This machine kills fascists&lt;/em&gt;”, ou &lt;strong&gt;Jack Kerouack&lt;/strong&gt;, autor da “bíblia” “&lt;em&gt;On the Road&lt;/em&gt;”. Que &lt;strong&gt;Dylan&lt;/strong&gt; cantava “&lt;em&gt;Masters of war&lt;/em&gt;”, e &lt;strong&gt;Donovan&lt;/strong&gt;, “&lt;em&gt;Universal Soldier&lt;/em&gt;”, e que em nenhuma delas constava o infame refrão.&lt;br /&gt;Mas a possível urticária que a designação me possa causar, é largamente suplantada pelo prazer que dá revisitar certas situações e factos, umas há muito esquecidas, outras simplesmente arrumadas num cantinho sossegado da memória.&lt;br /&gt;Foi este saldo positivo entre o deve e haver, que me deu a vontade necessária para reanimar este blog, que muito estimo, apesar do aparente esquecimento a que ultimamente o votei.&lt;br /&gt;Portanto, um bem haja ao Luís, que me tentou a ressuscitar a caixinha da música.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-3227306160771541719?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/3227306160771541719/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=3227306160771541719' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/3227306160771541719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/3227306160771541719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/10/reanimao.html' title='Reanimação'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/Rxyfd-fIgSI/AAAAAAAAADo/mgSoYkpd0n4/s72-c/Woody_Guthrie.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-430452107894178471</id><published>2007-10-22T10:29:00.001+01:00</published><updated>2007-10-22T10:29:31.903+01:00</updated><title type='text'>The Freewheelin' Robert Zimmerman</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RxTJd-fIgQI/AAAAAAAAADc/4KFNRck5iu4/s1600-h/Bob-Dyla-Freewhelin.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121940193054064898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RxTJd-fIgQI/AAAAAAAAADc/4KFNRck5iu4/s400/Bob-Dyla-Freewhelin.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando Robert Zimmerman lançou o seu primeiro LP, nada fazia prever que, em breve, o homem que foi buscar para seu apelido artístico, o primeiro nome do celebrado poeta Dylan Thomas, se tornaria num dos grandes nomes da música do século XX.&lt;br /&gt;Com efeito, tratava-se de uma colectânea que reunia umas poucas “covers” de canções folk, às quais juntou uma ou duas de sua autoria, com muito pouca relevância.&lt;br /&gt;Mas o que viria a seguir, seria memorável. “The Freewheelin’ Bob Dylan”, juntava uma colecção de canções inspiradoras, algumas das quais se tornariam verdadeiras “bandeiras” de uma geração engajada e politicamente evoluída, que entendia que tinha o direito a ser ouvida. Uma geração que abandonaria os salões onde dançava o rock and roll ao som de Bill Haley e Elvis Presley, e viria para as ruas protestar contra as guerras, as desigualdades e a discriminação racial.&lt;br /&gt;O disco, editado em Novembro de 63, reunia, entre outras, canções como “Blowin’ in the Wind”, “Don’t think Twice, it’s alright”, que na década seguinte, e até terminar a guerra do Vietnam, foram entoadas vezes sem conta, em manifestações com lugar em Washington ou S. Francisco, em Londres ou Paris, e alvo preferencial de “covers” dos mais diversos artistas.&lt;br /&gt;Numa época em que os Beatles conquistavam a América, e toda a gente ligada ao show-business queria encontrar quem fizesse sombra aos Fab Four, Dylan sabia que seria ele a “&lt;em&gt;next big thing&lt;/em&gt;”. E disse-o em voz alta.&lt;br /&gt;De um momento para o outro, o rapaz que dedilhava sofrivelmente viola acústica e tocava uma harmónica que trazia pendurada nos ombros, o jovem de cabelo rebelde e voz roufenha, tornava-se num ícone mundial, e os seus poemas, entravam para a galeria dos poetas obrigatórios nas universidades americanas.&lt;br /&gt;Curioso, no meio da riquíssima história de Dylan, é o facto de, tendo sido algumas das suas canções, hinos daquela geração contestatária, nunca ele ter tomado parte em qualquer manifestação daquele tipo, ao contrário de outros nomes, como Joan Baez ou Donovan Leitch. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-430452107894178471?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/430452107894178471/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=430452107894178471' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/430452107894178471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/430452107894178471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/10/freewheelin-robert-zimmerman.html' title='The Freewheelin&apos; Robert Zimmerman'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_Wy7apiOK8ew/RxTJd-fIgQI/AAAAAAAAADc/4KFNRck5iu4/s72-c/Bob-Dyla-Freewhelin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-3568753562578699206</id><published>2007-05-20T18:30:00.000+01:00</published><updated>2007-10-22T14:23:04.299+01:00</updated><title type='text'>Os blues Irlandeses</title><content type='html'>&lt;img height="460" hspace="10" src="http://farm1.static.flickr.com/220/506093743_04a573634b_o.jpg" width="322" align="left" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Rory Galagher sempre foi uma personalidade á parte no panorama dos rock/blues ingleses. Um dos mais ilustres guitarristas da sua geração, seguidor indefectível dos velhos bluesmen, um purista por excelência, que, contudo, nunca deixou que a sua arte estagnasse. Modesto, viveu até á sua morte de forma quase anónima em Londres, recusando sempre atitudes e hábitos de vedeta. Era "mais um" na grande cidade, apesar da carreira excepcional que protagonizava.&lt;br /&gt;Este irlandês que morreu no início dos anos 90 devido a complicações após um transplante de fígado, começou por destacar-se como solista de um trio, os &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Taste&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, nascidos no final da década de 60, como réplica aos &lt;strong&gt;Cream&lt;/strong&gt;, de deus Clapton. Contudo, o grupo não sobreviveria muito tempo. Dois anos depois, Rory iniciava a sua carreira a solo, desdobrando-se na edição de discos e em actuações ao vivo.&lt;br /&gt;As influências da sua musica iam de &lt;strong&gt;Muddy Waters&lt;/strong&gt; a &lt;strong&gt;Buddy Guy&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Albert King&lt;/strong&gt;, sempre no campo impoluto dos blues, com alguns dos quais gravou discos imperdíveis.&lt;br /&gt;No entanto, pode-se dizer que os restantes discos que gravou raramente fizeram jus ao seu talento. Talvez por sentir isso, cedeu a editar vários discos ao vivo. Na verdade, algumas das suas actuações ficaram memoráveis para quem assistiu, in loco ou nos registos filmados que há, nomeadamente um do qual corre um excerto no Youtube, em que Rory, que, diz-se, nunca tinha ouvido Politician, o toca somente mediante as indicações do seu parceiro de palco, o baixista Jack Bruce.&lt;br /&gt;Além dos discos, de que era um fanático coleccionador, era impressionante o número de guitarras que faziam parte do seu espólio.&lt;br /&gt;Por cá, parece-me que Rory nunca foi grandemente apreciado, à semelhança aliás de outros grande guitarristas, como &lt;em&gt;Paul Kossof &lt;/em&gt;ou&lt;em&gt; Robin Trower&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/506093763/"&gt;&lt;img height="240" alt="Rory's Guitar" src="http://farm1.static.flickr.com/215/506093763_36c8070f0f_o.jpg" width="588" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Rory Gallagher - Messin' with the kid&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-3568753562578699206?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/3568753562578699206/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=3568753562578699206' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/3568753562578699206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/3568753562578699206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/05/os-blues-irlandeses.html' title='Os blues Irlandeses'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-3762831735604795062</id><published>2007-05-12T19:10:00.000+01:00</published><updated>2007-05-14T13:47:20.642+01:00</updated><title type='text'>A estrada de Katmandu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Nessa época, era inevitável, todos sonhávamos com a estrada para Katmandou, levados pela cítara de George Harrison, do Donovan ou do Brian Jones em “Paint it black“. Ou pelo Eight Miles High, dos Byrds, ou o For Your Love dos Yardbirds.&lt;br /&gt;Ingenuamente, alguns de nós, desterrados num fim de mundo onde mal se conseguiam notícias do exterior, e as poucas que chegavam vinham já filtradas por um crivo severo, acreditávamos que esse percurso era feito por muitos dos nossos ídolos, na busca da inspiração. É certo que pairava no ar a estranheza ao assistirmos a cenas como a de Jimi Hendrix em Monterey…&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/494943535/"&gt;&lt;img height="400" alt="Jimi Hendrix" src="http://farm1.static.flickr.com/221/494943535_c98bc6dfa9_o.jpg" width="305" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;…mas tudo explicávamos a nós próprios como excentricidades de génios e aplaudíamos.&lt;br /&gt;Mas a estrada que pensáramos um dia nos conduziria ao paraíso da música, da paz e do amor, tinha um desvio para o inferno, e o despertar foi doloroso, quando começámos a saber do desaparecimento de alguns que venerávamos, Jimi num dia, Janis Joplin noutro, Morrison mais tarde. E muitos outros.&lt;br /&gt;Mas se estes que menciono deixaram o nome gravado a ouro e mesmo gerações que não lhes foram contemporâneas os conhecem, outros desapareceram sem quase deixar notícia para a posteridade, a não ser as pegadas na memória dos que os ouviam com admiração.&lt;br /&gt;È desses que falo hoje.&lt;br /&gt;No dealbar da psicadelia, Los Angeles foi um alfobre de grandes talentos. De lá surgiram os Jefferson Airplane, os Moby Grape, The Mamas and the Papas e muitos ouutros. Entre eles destacou-se um grupo, &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;The Association&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, composto por músicos de várias origens, que inspirados pela música dos &lt;em&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;New Christy Ministrels&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; e pelos &lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;Serendipity Singers&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;, e influenciados pela música que então se fazia na West Coast, tentaram a fusão dos dois estilos, do qual resultou um pop-rock baseado em acordes vocais perfeitos (alguns bem ao estilo dos &lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;em&gt;Beach Boys&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;), e linhas melódicas simples, mas de um bom gosto evidente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/495058897/"&gt;&lt;img height="290" alt="Association1" src="http://farm1.static.flickr.com/194/495058897_de6bc75efc_o.jpg" width="290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/cherish.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;The Association - Cherish&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;E o resultado foi um êxito notável na sua primeira aparição pública, precisamente no festival de Monterey, onde tinham como parceiros de palco nomes tão sonantes como Jimi ou Simon and Garfunkel, The Who ou Eric Burdon. Daí para a frente, fizeram uma carreira recheada álbuns de excelente nível e de tops nas tabelas de vendas, embora por cá só tivesse surgido um ou outro, e sempre através dos sempre atentos produtores do Em Órbita. Não se deve olvidar que nessa altura, a carreira de um músico ou grupo se construía mais baseado nos singles que subiam nas tabelas, que nos álbuns. Por isso, para quem os ouviu, The Association, ficaram mais conhecidos por canções como “&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Along Comes Mary&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;“, “&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Cherish&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;“ ou sobretudo “&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Windy&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;“ e “&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Never my Love&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;“, do que por “&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Along comes…The Association&lt;/span&gt;”, o seu primeiro LP, ou por “&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Stop your motor&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/windy.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;The Association - Windy&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Mas a roda da fortuna durou pouco para o septeto. Problemas com editoras e com drogas, más actuações ao vivo e por fim a morte em 1973 do seu baixista &lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Brian Cole&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; por overdose, foram as causas directas do progressivo eclipse da banda e no mesmo ano, o grupo desfez-se sem glória, deixando no entanto, uma obra apreciável, mas hoje, quase esquecida mesmo nos EUA .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/J-Gdfe-Glxc" width="300" height="247" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;The Association - Requiem for the masses&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/495018230/"&gt;&lt;img height="474" alt="association poster" src="http://farm1.static.flickr.com/230/495018230_12a048b6ac_o.jpg" width="299" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-3762831735604795062?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/3762831735604795062/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=3762831735604795062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/3762831735604795062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/3762831735604795062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/05/estrada-de-katmandu.html' title='A estrada de Katmandu'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-8522243610953526544</id><published>2007-04-04T21:34:00.000+01:00</published><updated>2007-04-04T21:35:30.779+01:00</updated><title type='text'>A Arte Nas Capas dos Discos (2)</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/446429857/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/219/446429857_4bbbf14237_o.jpg" width="200" height="195" alt="0000 Jefferson Airplane" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Jefferson Airplane - Thirty Seconds over Winterland&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/446429863/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/183/446429863_fa8fa34b85_o.jpg" width="200" height="197" alt="0000 Kinks" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;The Kinks - Schoolboys in Disgrace&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/446429859/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://farm1.static.flickr.com/212/446429859_6193b90808_o.jpg" width="200" height="197" alt="0000 Joe Jackson" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Joe Jackson - Look Sharp&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/isshereally.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Joe Jackson - Is She Really Going out with him?&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-8522243610953526544?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/8522243610953526544/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=8522243610953526544' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/8522243610953526544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/8522243610953526544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/04/arte-nas-capas-dos-discos-2.html' title='A Arte Nas Capas dos Discos (2)'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-1377713146364054322</id><published>2007-04-02T17:07:00.000+01:00</published><updated>2007-04-02T17:09:16.334+01:00</updated><title type='text'>40 Anos de The Doors</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/443698248/"&gt;&lt;img height="361" alt="The Doors" src="http://farm1.static.flickr.com/200/443698248_0059f30da9.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Perfazem-se agora quarenta anos sobre a reunião de quatro estudantes oriundos de Los Angeles, California, e que daria origem a um dos maiores mitos da música contemporânea.&lt;br /&gt;Não será necessário escrever muito, para enfatizar a importância do grupo de Jim Morrison. A sua música, as suas líricas falam por si e a fama precede-os. Na verdade, The Doors é um dos grandes grupos cuja música atravessa gerações e tem seguidores mesmo entre os mais novos. Não só nos Estados Unidos, mas em todo o mundo.&lt;br /&gt;Jim Morrison, mais até que o grupo que reuniu à sua volta, é uma lenda e como uma vez escrevi, talvez tenha sido “o último herói americano”, imortal, mesmo tendo sucumbido numa noite solitária de Paris.&lt;br /&gt;A demonstrar que o mito vive, o facto de a sua campa ser a mais visitada no Pére Lachaise, em Paris, cemitério onde estão sepultados também figuras ímpares da cultura francesa e universal, como Balzac ou Eluard, Maria Callas ou Modigliani, Yves Montand ou Edith Piaff.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/20yyKTN5Gu0" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-1377713146364054322?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/1377713146364054322/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=1377713146364054322' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/1377713146364054322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/1377713146364054322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/04/40-anos-de-doors.html' title='40 Anos de The Doors'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm1.static.flickr.com/200/443698248_0059f30da9_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-8076906390601142334</id><published>2007-03-24T18:14:00.000Z</published><updated>2007-03-30T18:39:35.580+01:00</updated><title type='text'>Who Are You?</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/431811696/"&gt;&lt;img height="384" alt="0000 The Who" src="http://farm1.static.flickr.com/147/431811696_05111f2e8e_o.jpg" width="436" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;O anúncio de que a próxima tournée dos “the Who” passará por cá, remeteu-me a algumas reflexões e uma certeza. Deixo esta para o fim.&lt;br /&gt;Reflicto, por exemplo, o que leva uns tipos de 60 anos que devem ter uma conta bancária recheada, a percorrer o mundo em busca de mais uns cobres. Claro que há aquela sempre aquela frase “&lt;em&gt;You’re never too rich, you’re never too thin&lt;/em&gt;”, mas isso no caso, não me pareça que faça muito sentido. Repito, que fará correr estes tipos? Porque isto de ter 60 anos e praticar um rock enérgico, muitas vezes alucinante, não é para qualquer. Pois, há sempre os Stones, mas desses, só transpira o Jagger e à custa sabe-se lá do quê (notoriamente, o mesmo se poderá dizer dos 2 The Who sobreviventes). Mantenho reticências, apesar de defender que cada um tem o direito de acabar quando quiser e ao que parece, muitos &lt;em&gt;performers&lt;/em&gt; sonham morrer em palco.&lt;br /&gt;Outra das reflexões é sobre a sua re-união ao fim de anos de separação, quando é sabido que as precedentes só serviriam para desiludir muitos dos seguidores mais antigos da banda. Como agravante, o facto de Entwistle entretanto ter falecido, ele que tinha sido sempre uma das alavancas de anteriores reuniões. Paralelamente, poderá dizer-se que também os Police se voltam agora a reunir. No entanto, e a distingui-los o facto de os Police terem sempre mantido a sua reputação em alta. Pelo contrário, as vidas particulares dos The Who, nomeadamente de Peter Townshend que chegou a enfrentar acusações de pedofilia, ajudaram à debandada de muitos fãs.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/432302802/"&gt;&lt;img height="480" alt="Keith Moon" src="http://farm1.static.flickr.com/167/432302802_6fb528fe3c_o.jpg" width="317" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A decisão é que não os irei ver. Os The Who, banda líder do movimento Mod” londrino nos anos 60, tinham um carisma muito particular baseado na personalidade delirante do seu baterista Keith Moon, que o atiravam para prestações quase selvagens em palco, acompanhado pela postura agressiva do solista Townshend (tornaram-se históricas as destruições de guitarras e baterias em pleno palco, e que eram quase uma imagem de marca de grupo), e pela potência da voz de Daltrey que conseguia o feito de se fazer acima do aparente caos musical que o circundava. A um canto, um plácido Entwistle, baixista de grandes recursos, cumpria a sua parte, como que alheado do furacão que atravessava o palco.&lt;br /&gt;Ora faltando precisamente o incendiário Moon, vítima de overdose em 1978, à existência dos The Who faltará algum sentido. Na minha perspectiva, os The Who sem Moon, serão mais ou menos os Génesis depois de Peter Gabriel. Isto é, poucochinho.&lt;br /&gt;Os tempos de &lt;em&gt;I can’t explain&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;My Generation&lt;/em&gt; (um dos hinos da geração dos 60, ou mesmo de &lt;em&gt;Who are you&lt;/em&gt; vão longe. Assim, prefiro preservar a imagem que tenho de uma das maiores bandas de rock de sempre, percursores indiscutíveis do heavy rock, e dispenso o bilhete&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;object width="300" height="247"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3iAfek2PNOU"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3iAfek2PNOU" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-8076906390601142334?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/8076906390601142334/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=8076906390601142334' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/8076906390601142334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/8076906390601142334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2007/03/who-are-you.html' title='Who Are You?'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-116474906126051768</id><published>2006-11-28T21:21:00.000Z</published><updated>2006-11-28T21:31:05.990Z</updated><title type='text'>Reflexões e Novidades</title><content type='html'>&lt;img height="220" hspace="10" src="http://static.flickr.com/114/308851845_30b45ab2b3_o.gif" width="220" align="left" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Há um conhecido meu, conhecimento de décadas, que ouve muito pouca música que não seja dos anos 60/70. Ou melhor, ele vai ouvindo, só que são os trabalhos de músicos que já vêm dessa altura, seja o &lt;em&gt;Bob Dylan&lt;/em&gt; ou os &lt;em&gt;ZZ Top, Neil Young&lt;/em&gt; ou o Knopfler. Para ele, a verdadeira American Band continuam a ser os &lt;em&gt;Grand Funk Railroad&lt;/em&gt; e heavy, só mesmo o dos Led Zeppelin, e o verdadeiro herói americano continua a ser Jim Morrison e as suas portas. Não é que eu pense que ele tenha mau gosto musical, a discoteca dele, apesar de não ser muito grande, demonstra algum critério (isto na minha óptica, claro): passa pelos já mencionados e também pelos Génesis, algum jazz, Gentle Giant, alguma soul. E mais algumas coisas dentro da mesma linha.&lt;br /&gt;Mas acho um bocado estático. Já repararam como ficaria limitada a vida sentimental do meu muito admirado Rob, do Alta Fidelidade se ele fosse assim? É que para este meu conhecido, não há mais guitarra para além da de Jimi Hendrix ou Eric Clapton, e chega ao extremo de se pronunciar depreciativamente sobre grupos como os Depeche Mode dizendo que o acha “um bocado amaricados”. De modo que já estão a ver a minha surpresa quando aqui há uns dias me veio dizer que tinha ouvido um grupo novo que não lhe desagradava de todo. Quando lhe perguntei qual era, respondeu: &lt;em&gt;“Os Verve”&lt;/em&gt;. Mas ele ainda ficou mais espantado quando lhe disse que os Verve já se tinham separado para aí há uns 6 anos.&lt;br /&gt;O homem anda mesmo a leste. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;**********&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Maior Banda do Mundo, revisitada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="220" hspace="10" src="http://static.flickr.com/113/308789068_63963e49d6_o.jpg" width="220" align="left" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Doa a quem doer, os Beatles serão sempre a maior banda do mundo. Numa discografia limitada pelo tempo escasso que permaneceram juntos constituída para aí por umas duzentas canções, procura-se, procura-se, e o detractor sai desiludido porque não consegue encontrar uma a que possa chamar fraquinha.&lt;br /&gt;Este remix feito pelo antigo produtor do grupo e pelo seu filho, está bonito, e há algumas canções que nem parecem as mesmas, apesar da qualidade se manter elevada. Por exemplo esta, que já era uma das minhas mais (embora eu considere que mais são elas todas)&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/iamthewalrus.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;I am the walrus - The Beatles, álbum LOVE, remix de George Martin para Le Cirque du Soleil&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;**********&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Enfim, Damien de novo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="220" hspace="10" src="http://static.flickr.com/116/308866752_b7c8c0c467_o.jpg" width="220" align="left" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Rice prometeu com o seu “O” algo que ninguém deveria estar muito certo o que seria, tal a exuberante qualidade da obra. Manter aquele nível seria difícil, pelo que, da minha parte havia um certo receio que o passo seguinte fosse uma desilusão.&lt;br /&gt;Para muitos, sê-lo-á. Mas como digo, a missão era quase impossível. “O” será um dos álbuns da década, tal como Grace, de Jeff Buckley, o foi na década anterior. E a analogia é propositada, sim.&lt;br /&gt;Neste “9”, ( a sua canção inicial intitula-se 9 Crimes), Damien passeia-se pelo seu jardim secreto de mão dada com etérea Lisa Hannigan, com a suavidade do costume, na voz não há truques e a viola e piano são tratados com o carinho que uma mãe tem pelo filho recém-nascido, e nem mesmo canções improváveis como “Me, my yoke + I” parecem intrusas. Durante algumas passagens desta obra sou inadvertidamente levado a canções de Cohen. Poderá a alguns parecer blasfémia, mas espero tanto deste irlandês, que não me repugna prever que um dia ele possa ocupar o lugar do septuagenário canadiano.&lt;br /&gt;Como digo, “O” seria (quase) inalcançável. “9”, sem se alcandorar aos píncaros, atinge um nível muito apreciável e merece uma audição atenta e respeitosa.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/9crimes.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;9 Crimes - Damien Rice&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;*********&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou processar o Mega Ferreira por plágio!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-116474906126051768?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/116474906126051768/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=116474906126051768' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/116474906126051768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/116474906126051768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/11/reflexes-e-novidades.html' title='Reflexões e Novidades'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-116455771689480902</id><published>2006-11-26T16:13:00.000Z</published><updated>2006-11-28T21:33:21.053Z</updated><title type='text'>As músicas da minha vida - V</title><content type='html'>&lt;img height="300" hspace="10" src="http://static.flickr.com/120/306618321_d0042a679d_o.jpg" width="129" align="left" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;P. J. Proby era o senhor do excesso, da excentricidade a roçar por vezes o ridículo, simbolizava a procura quase doentia de evidência, de fama, não importando muito os artifícios a que se recorre para o conseguir. No caso dele, bastaram umas calças de veludo demasiado justas entre pernas, que se rasgavam durante a actuação. E o facto é que, para além do seu inegável talento - mais evidente em actuações ao vivo, que eram sempre espectaculares - era esse acontecimento “inesperado” que atraía as milhares de fans inglesas aos seus concertos. E foi na Grã-Bretanha que conseguiu a notoriedade que a Califórnia natal sempre lhe negou.&lt;br /&gt;Sol de pouca dura, porque a vida desregrada e as decorrentes bancarrotas o remeteram novamente ao anonimato. Curiosamente, nos anos 90 tentou relançar a sua carreira com algum sucesso, mas nunca atingindo a notoriedade de outrora. E continua a ter clubes de fans.&lt;br /&gt;É dele a talvez mais conhecida versão (original será, disso não tenho dúvidas) deste &lt;em&gt;Rock da Pneumonia e o Boogie-Woogie da constipação&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;P.J. Proby - Rockin‘ Pneumonia and the boogie woogie flu&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/306618323/"&gt;&lt;img height="200" alt="PJProby Capa" src="http://static.flickr.com/114/306618323_24ea680b64_o.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-116455771689480902?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/116455771689480902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=116455771689480902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/116455771689480902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/116455771689480902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/11/as-msicas-da-minha-vida-v.html' title='As músicas da minha vida - V'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-116438347296881932</id><published>2006-11-24T15:49:00.000Z</published><updated>2006-11-28T12:36:42.990Z</updated><title type='text'>As músicas da minha vida - IV</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/304958531/"&gt;&lt;img height="233" alt="Alan Price" src="http://static.flickr.com/116/304958531_33a92bcf27.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma nota prévia: reabro esta rubrica com o intuito, não só, e uma vez que vai ser composta de textos curtos, actualizar mais assiduamente - se possível, diariamente - este meu pequeno e muito pessoal espaço, mas também dar a conhecer algumas daquelas que considero pequenas pérolas, constantes da minha discoteca. E obviamente, apresentá-las-ei aleatoriamente, não obedecendo portanto, a qualquer ordem cronológica ou sequer de preferência.&lt;br /&gt;Começo com Any Day Now, cantado pelo Alan Price, uma pequena canção de que gostei logo à primeira audição, e nem sequer tenho qualquer explicação para a empatia imediata. Trata-se de uma canção muito simples, a vertente musical não tem grandes artifícios, mas agrada-me sobremaneira a vocalização de Alan.&lt;br /&gt;Registe-se que Alan Price, desde sempre um homem dos Rytm’n’Blues britãnicos, é o senhor que tocava aquele extraordinário órgão em “The house of the rising sun”, dos então emergentes The Animals, grupo que liderava juntamente com Eric Burdon, o vocalista, e que abandonou devido às constantes viagens do grupo, facto que colidia com o seu assumido horror por viagens aéreas. A partir de então, formou o seu próprio grupo de apoio que limita as actuações ao vivo á Grã-Bretanha.&lt;br /&gt;Como é evidente, o seu virtuosismo nas teclas foi sempre a sua imagem de marca.&lt;br /&gt;Para a próxima, trarei um seu amigo muito chegado e com o qual repartiu muitas vezes o palco, Georgie Fame.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/304958527/"&gt;&lt;img height="240" alt="Price to play" src="http://static.flickr.com/108/304958527_e35d26726f_m.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/anydaynow.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Alan Price - Any Day Now&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-116438347296881932?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/116438347296881932/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=116438347296881932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/116438347296881932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/116438347296881932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/11/as-msicas-da-minha-vida-iv.html' title='As músicas da minha vida - IV'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-116275649867086463</id><published>2006-11-05T19:46:00.000Z</published><updated>2006-11-05T20:38:07.986Z</updated><title type='text'>The Move - Ou o psicadelismo em todo o seu esplendor</title><content type='html'>&lt;img height="245" hspace="10" src="http://static.flickr.com/119/289625020_f41a499a77_o.jpg" width="200" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não me recordo se já os referi aqui, mesmo que ao de leve, mas mesmo que o tenha feito, reafirmo aqui a importância que este grupo - &lt;em&gt;The Move&lt;/em&gt;- teve, no despertar do meu interesse pela música psicadélica que literalmente varreu Inglaterra e Estados Unidos na 2ª metade dos anos 60, e que ainda hoje tem seguidores.&lt;br /&gt;Hoje, já só são reconhecidos por alguns nostálgicos, e no entanto não tenho receio de dizer que foram eles os autores de algumas das músicas que mais sucesso tiveram nos tops entre 1966 e 1969. Curiosamente, os seus sucessores - como se sabe pela altura era vulgar os grupos assumirem novas entidades, muitas vezes mesmo que o &lt;em&gt;line up&lt;/em&gt; se mantivesse quase inalterado, o que não foi o caso - os Electric Light Orchestra serão porventura mais conhecidos, e no entanto nunca me agradaram tanto como os Move, talvez porque as suas composições passaram a ser mais rebuscadas, grças ao surgimento do rock sinfónico, movimento no qual&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/289654417/"&gt;&lt;img height="205" alt="The Move" src="http://static.flickr.com/121/289654417_e1ba8ea00b_o.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;de certo modo, se integraram.&lt;br /&gt;Este grupo de Birmingham, formado como suporte para David Bowie, na altura actuando ainda sob o nome de Davy Jones, e que era na sua génese liderado por Roy Wood e Carl Wayne, a voz do grupo, depois com o apoio de Jeff Lynne, pouco sucesso teve no mercado americano apesar do seu estilo de música, mormente no que dizia respeito ás harmonias de vozes, tinha muito a ver com o que então se fazia na West Coas, nomeadamente por grupos como os Moby Grape (que terá sido um dos maiores flops musicais americano, um grupo que se assegurava ir dominar a cena musical norte-americana e que acabou sem honra nem glória), ou os Love, de Albert Lee.&lt;br /&gt;As actuações ao vivo dos The Move, só teriam comparação com as dos The Who, nomeadamente devido ao ambiente catastrófico que as caracterizava, com a destruição de televisões e instrumentos musicais, e ficaram quase como uma imagem de marca, de tal forma que chegaram a ser banidos da maior parte das salas de espectáculos da Grã-Bretanha e no resto da Europa, devido ao caos que na maior parte das vezes delas resultava.&lt;br /&gt;As campanhas de lançamento de novos discos não eram menos estrepitosas, e numa delas chegaram a fazer figurar o então 1º ministro inglês, Harold Wilson, em trajes menores, que lhes valeu uma acção judicial e a consequente e pesada indemnização. Mas seria de todo injusto dizer que a fama que então gozavam provinha de factos marginais à sua qualidade musical.&lt;br /&gt;Na altura, a onda musical mudava rapidamente, e a maioria dos grupos, se queriam ter sucesso, tinham que mudar com ela, ou serem os próprios a próprios a serem a força motriz de tais mudanças. Mas essa função, a de determinar os rumos, só está ao alcance de alguns. E as mudanças que os líderes do grupo foram efectuando no rumo musical do grupo que causou insatisfação em alguns dos seus membros, que aos poucos foram abandonando o barco. De tal forma que, a certa altura, deixou de fazer sentido manter-se o grupo, tendo os membros remanescentes resolvido fundar os ELO.&lt;br /&gt;Dos The Move, ficaram álbuns como “The Move” ou “Shazam”, e grandes hits como Fire Brigade, I can hear the grass grow, Hey grandma ou Flowers in the rain (muito ao gosto de então, do Flower Power).&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/289622326/"&gt;&lt;img height="400" alt="Poster" src="http://static.flickr.com/122/289622326_d45fd8be51_o.jpg" width="261" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nota - Nesta corrente, e porque provavelmente não mais falarei deles, gostaria de deixar aqui uma nota sobre alguns grupos há muito desaparecidos e esquecidos, mas que têm alguns trabalhos assinaláveis:&lt;br /&gt;Os já referidos Love e Moby Grape, os Traffic (um grupo extraordinário, lderado por Stevie Winwood e Jim Capaldi), Association, Lemon Pipers, Strawberry Alarm Clock, Pinkerton Assorted Colours ou os Soft Machine.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-116275649867086463?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/116275649867086463/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=116275649867086463' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/116275649867086463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/116275649867086463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/11/move-ou-o-psicadelismo-em-todo-o-seu.html' title='The Move - Ou o psicadelismo em todo o seu esplendor'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-116162524769928286</id><published>2006-10-23T18:36:00.000+01:00</published><updated>2006-10-23T21:26:41.796+01:00</updated><title type='text'>A música que Deus ouve; ou a Devil´s Music?</title><content type='html'>&lt;img height="440" hspace="10" src="http://static.flickr.com/103/277385115_7e449cf626_o.jpg" width="314" align="left" /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por muito que derive e ande perdido por outras músicas, é certo que volto sempre aos “blues”, porque no final, eles é que são “the real thing”.&lt;br /&gt;Tenho passado por muitas fases da música anglo-americana. De umas gostei, de outras nem tanto. Mas boas ou más, poucas renegam a fonte onde foram beber, e considero (opinião pessoal, é óbvio), que as melhores foram buscar inspiração aos blues. Podem os blues não terem a complexidade da música erudita, mas são eles a verdadeira música da alma.&lt;br /&gt;Como uma vez referi, para mim a melhor fase dos Stones foi aquela dos primeiros tempos quando Brian Jones ainda era vivo e era nítida a influência dos grandes &lt;em&gt;bluesmen&lt;/em&gt; nos seus álbuns. É por isso que os álbuns dos Stones vão desde "The Rolling Stones - England's Newest Hit Makers", até "Get Yer Ya-Ya's Out", este último de 1969. Nenhum mais após, porque definitivamente nunca mais me convenceram os rumos que tomaram.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/277385110/"&gt;&lt;img height="375" alt="BBKing" src="http://static.flickr.com/104/277385110_8a5089444a_o.jpg" width="560" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;/a&gt;B.B. King&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aliás, os mais interessados sabem que Bill Wyman após o abandono dos Stones, fez aquilo de que já tinha há muito tempo vontade: formou com outros amantes dos blues, como Peter Frampton, Albert Lee e Gary Brooker, um grupo chamado &lt;em&gt;Bill Wyman’s Rythm Kings”&lt;/em&gt;, que, com colaborações esporádicas de outros nomes grados dos “blues”, tem gravado alguns álbuns de boa qualidade.&lt;br /&gt;E como estes, outros têm, aqui e ali voltado às origens.&lt;br /&gt;Admirar-se-ão os mais novos ou os menos atentos, que há úmas épocas atrás, para músicos como Keith Richards, Mick Jagger ou Eric Clapton, era um sonho tocar com Sonny “Boy” Williamson, Lightnin’ Hopkins, Taj Mahal ou B.B. King. Hoje todos conhecem os primeiros, (“os alunos”, digamos), mas poucos conhecem realmente os “mestres”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/277385113/"&gt;&lt;img height="411" alt="bo_diddley_2004" src="http://static.flickr.com/93/277385113_9e317117b4.jpg" width="448" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;Bo Diddley&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma vez referi aqui que só em meados do anos 60 se começou a ligar verdadeiramente às líricas, dando-se até então mais atenção á vertente melódica. E acredito que tenha sido essa prioridade que originou o aparecimento de grandes virtuosos, de prodígios da guitarra que hoje praticamente se tornaram abencerragens num mundo em que tudo se faz da maneira mais fácil e em que os computadores tudo facilitam. Lá aparece um ou outro que nos dá prazer ouvir, mas o panorama é o de um céu quase vazio de estrelas persistentes, abundando mais as cadentes.&lt;br /&gt;E é assim que, ouvindo eu muitas músicas, acabo sempre por regressar ao local do “crime”. Porque ainda há coisas insubstituíveis: o virtuosismo de B.B. King (que o diga o Rui Veloso que ia morrendo de emoção quando foi convidado para tocar em dueto com o velho mito quando ele cá esteve), a guitarra de Bo Diddley ou a cadência de Muddy Waters.&lt;br /&gt;Um dia li que os blues são a música que Deus ouve. Keith Richards falou de “Devil’s Music”. Não sou muito de esoterismos, mas lá que a música dos velhos negros norte-americanos tem algo de sobrenatural, lá isso tem.&lt;br /&gt;E entende-se porque muitos músicos de hoje lhes chamem gigantes: é natural que a seu lado se sintam anões.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/277385116/"&gt;&lt;img height="475" alt="Muddy Waters" src="http://static.flickr.com/109/277385116_34741038fa_o.jpg" width="329" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-116162524769928286?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/116162524769928286/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=116162524769928286' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/116162524769928286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/116162524769928286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/10/msica-que-deus-ouve-ou-devils-music.html' title='A música que Deus ouve; ou a Devil´s Music?'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-115731539395842203</id><published>2006-09-03T21:25:00.000+01:00</published><updated>2006-09-03T21:29:53.970+01:00</updated><title type='text'>BeeGees vs Scissor Sisters</title><content type='html'>&lt;img src="http://static.flickr.com/85/232059665_756360e90a_m.jpg"align="left" width="240" height="240" hspace="10"&gt;&lt;p align=justify&gt;Na música, como afinal em tudo na vida, há sempre motivos de sobra para que nos surpreendamos.&lt;br /&gt;Não há ninguém perfeito, e qualquer um de nós sabe que, no seu íntimo, em várias situações foi faccioso, injusto, tendencioso. Quem poderá dizer que uma vez na vida não teve dois pesos e duas medidas?&lt;br /&gt;O que hoje aqui trago, na minha opinião, é muito curioso e exemplificativo do que afirmo: trata-se da manifesta dualidade de critérios com que determinadas correntes avaliaram em épocas diferentes, dois grupos muito semelhantes: os Bee Gees e os Scissor Sisters.&lt;br /&gt;Gostei dos Bee Gees numa primeira fase, em que o grupo apresentava uma música bem construída e que se inseria perfeitamente no que de melhor se fazia então no âmbito da música anglo-saxónica. Teve dois ou três Lp’s de muito boa qualidade, um dos quais o que ilustra o post, e que continham músicas que marcaram uma época.&lt;br /&gt;Mas no início dos anos 70, vem o declínio do grupo, que vê a sua criatividade definhar, e o consequente afastamento dos tops. Na altura, previa-se mesmo o desaparecimento do grupo marcado pelos 3 irmãos Gibb. Porém, o advento do “disco-sound” traz consigo uns Bee Gees reconstruídos, que terão conhecido então o pico mais alto da fama com músicas como “Stayin’ Alive” ou “You should be dancing”.&lt;br /&gt;Mas grande parte da crítica não era nada favorável e apontava o grupo como sendo demasiado comercial e definitivamente rendido aos cifrões. Confesso que a mim também nunca me agradou esta fase (nem as seguintes) da música dos Gibb, em que se abusava dos falsetos e da falta de imaginação.&lt;br /&gt;Ora é aqui que a coisa não bate certo: há uns tempos apareceu um grupo, Scissor Sisters, que sendo um quase decalque dos piores tempos dos Bee Gees, têm uma crítica muito favorável. &lt;br /&gt;Ora ouçam e digam lá se não acham surpreendente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Bee Gees dos bons tempos:&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/newyorkminingdisaster.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;Os Bee Gees dos tempos…enfim:&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/youshouldbedancing.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;…e os Scissor Sisters:&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/232059666/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/92/232059666_19ab9cd7b7_o.jpg" width="372" height="192" alt="scissor3" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/idontfeellikedancing.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-115731539395842203?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/115731539395842203/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=115731539395842203' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/115731539395842203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/115731539395842203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/09/beegees-vs-scissor-sisters.html' title='BeeGees vs Scissor Sisters'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-115150244173091489</id><published>2006-06-28T14:38:00.000+01:00</published><updated>2006-06-28T14:57:04.970+01:00</updated><title type='text'>Kinks Kontroversy</title><content type='html'>"I'm a twentieth century man, but I don't want to be here"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/176553290/"&gt;&lt;img height="350" alt="kinks4" src="http://static.flickr.com/75/176553290_4dac9adddb_o.jpg" width="345" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se se perguntar a alguém com menos de 40 anos se conhece os &lt;strong&gt;Kinks&lt;/strong&gt;, a resposta mais provável será outra pergunta:&lt;br /&gt;- Quem?&lt;br /&gt;Se se disser que foi um dos mais importantes dos anos 60/70, e que o seu primeiro hit, &lt;em&gt;You really got&lt;/em&gt; foi um marco na história da pop, em virtude de nele se incluir uma das primeiras distorções de guitarra, a resposta poderá ser um encolher de ombros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/yourellygotme.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No entanto, parece-me que a atenção já será outra se se acrescentar que foram inspiração para David Bowie ou Alice Cooper, Blur ou Smiths.&lt;br /&gt;Ou que Paul McCartney ao ouvir pela primeira vez&lt;em&gt;Set me free&lt;/em&gt;, disse para Ray Davies “Essa devia ter sido eu a escrever”, ao que Ray lhe respondeu “Porra, você também não pode escrever tudo, não é?”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/setmefree.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não é impunemente que os radialistas do grande programa de rádio dos anos 60, e de que eu já aqui falei várias vezes, o Em Órbita, escolhem um instrumental do grupo &lt;em&gt;Revenge&lt;/em&gt;, como ex-libris anunciador do programa.&lt;br /&gt;O grupo dos irmãos Davies, Ray – o compositor/autor, e Dave – o benjamim que tinha quinze anos quando se iniciou como profissional, que recrutaram em inícios de 60 Pete Quaife e Mick Avory para o baixo e bateria respectivamente, foram um grupo preponderante no panorama musical durante a British Invasion, e talvez nunca tenham tido a notoriedade que mereciam, por dois motivos bem negativos: o primeiro, o facto de em fins de 65 terem sido expulsos dos EUA e banidos durante 4 anos, o que lhes vedou o acesso ao maior mercado discográfico do mundo, o segundo, as constantes rixas em que se envolviam os componentes em palco, sendo que em algumas delas, as consequências físicas foram graves para os contendores, a mais grave das quais envolveu Dave Davies e Avory, que se não se podiam ver – Dave achava que Avory tocava “com os pés”- , e as que se verificaram entre os dois irmãos, aos quais separa um ódio de morte.&lt;br /&gt;Aliás é curioso verificar que a vida do grupo parece ter sido sempre passada no fio da navalha. Com efeito, aquando da sua estada nos EUA antes da serem banidos, e depois de um concerto numa obscura terreola, terão sido convidados pelo promotor do evento a passarem a noite na sua casa uma vez que a noite era de temporal. O convite foi recusado, ao que parece porque Ray achou algo de estranho no homem. Soube algum tempo depois que o seu pressentimento era fundado: o homem era John Wayne Gacy, um dos mais terríveis serial-killers dos EUA, condenado por assassinar uma quantidade muito apreciável de jovens.&lt;br /&gt;Mas se o banimento teve repercussões negativas no reconhecimento com as consequências monetárias inerentes, também veio dar uma guinada nas opções de Ray Davies como autor. As suas canções passaram do pop normal da altura, com letras inconsequentes, para músicas de conteúdo e análise crítica da sociedade inglesa, quase sempre irónica, muitas vezes mordaz, como foi o caso de músicas como &lt;em&gt;Sunny Afternoon&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Dedicated follower of fashion&lt;/em&gt;, aceites de forma calorosa pela imprensa da especialidade e pelo público.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/sunnyafternoon.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas não foi só nessa vertente que Ray inovou. Deve-se ao grupo a primeira ópera-rock de sempre, “Arthur”, que encontrou pouca receptividade fora da Ilhas. Pouco depois, saía “Tommy”, dos Who, essa sim, com direito a passar ao cinema e tudo.&lt;br /&gt;Depois de alguns álbuns conceptuais em fins dos 60, princípio dos 70, muito elogiados, mergulharam num marasmo, talvez originado pelos constantes conflitos internos. Mesmo assim, em 77 ainda editam um LP, Sleepwalker, de qualidade acima da média, embora pouco consistente com a linha até então seguida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/sleepwalker.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há muito que os Kinks acabaram. Mas Ray Davies mantém a personalidade controversa e a contundência de sempre. Dentro e fora do palco. E uma insatisfação exacerbada, própria de quem, aquilo que criou nunca foi suficiente&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/176553291/"&gt;&lt;img height="425" alt="Kinks Poster" src="http://static.flickr.com/69/176553291_69c52b5791_o.jpg" width="281" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-115150244173091489?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/115150244173091489/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=115150244173091489' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/115150244173091489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/115150244173091489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/06/kinks-kontroversy.html' title='Kinks Kontroversy'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-115031379054735979</id><published>2006-06-14T20:35:00.000+01:00</published><updated>2006-06-14T22:48:40.710+01:00</updated><title type='text'>Factos...e Aniversário</title><content type='html'>&lt;img src="http://static.flickr.com/68/167111229_150254b5a9.jpg"align="left" width="300" height="300" hspace="10"&gt;&lt;p align=justify&gt;Diz-se que “a vida é feita de pequenos nadas”. E assim, as épocas. Quando referi 66 como sendo um ano importante no futuro da música popular, não me referia intrinsecamente à música produzida – que foi do melhor, e disso não tenho dúvidas – mas também a uns poucos factos que marcaram o ano.&lt;br /&gt;Por vezes, e na altura, pensa-se que determinado acontecimento tenha uma importância relevante para a altura, mas que será esquecido. E espantamo-nos depois, quando verificamos que perduram. Como aconteceu com a comparação que Lennon, em de Março de 66, estabeleceu entre a popularidade relativa dos Beatles e Jesus. &lt;br /&gt;Normalmente, a frase seria recebida com humor, conhecida que era a fina ironia de John. Mas os sectores mais conservadores da sociedade, nomeadamente a norte-americana, hipócrita e sempre incomodada com a irreverência da juventude, reagiram como se de blasfémia se tratasse, contribuindo assim para que a frase não mais fosse esquecida, ao mesmo tempo que dava novo impulso a que a “boutade” expressa se tornasse uma realidade.&lt;br /&gt;Algum tempo depois, e ainda em relação ao grupo de Liverpool, sairia o álbum já mencionado no post anterior, que além da sua qualidade sonora, inovaria também graças ao aspecto gráfico com que se apresentava – um trabalho excepcional do alemão Klaus Voorman, curiosamente, e durante algum tempo, membro dos Manfred Mann. Se de há uns tempos a essa parte, havia já um certo cuidado por parte de editoras e artistas com a apresentação dos discos de longa duração, esse LP ultrapassaria todas as expectativas, e a seguir, não mais a capa seria um mero “embrulho” da obra artística, mas também ela própria uma obra merecedora de atenção, de per si. &lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/yellowsubmarine.mp3" width=200, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Yellow Submarine - Versão de Chris Eckman (compilação da Mojo)&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Também um simples encontro entre dois homens, pode transformar tudo. Foi assim, quando Chas Chandler, baixista dos Animals, ouviu num pequeno pub Jimi Hendrix, um quase anónimo há poucas horas chegado dos EUA e que tentava a sua sorte no então paraíso musical inglês. O homem era mesmo bom, e Chas, então já mais dedicado à editora que ao seu grupo, desafiou-o para gravar. E o “Hey, Joe”, sairia tempos depois com um impacto inusitado, mas não tão profundo como o doravante causado pelo seu intérprete.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/167119786/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/67/167119786_854b9fd824_o.jpg" width="522" height="371" alt="Jimi1" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/allalongthewatchtower.mp3" width=200, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Quase ao mesmo tempo, outro dos deuses da guitarra, Eric Clapton, era convidado pelo “pai” dos blues ingleses, John Mayall, para integrar os seus Bluesbreakers, composto pelo próprio, John McVie e Hughie Flint. Clapton, então um purista dos blues, desiludido com o rumo que o seu grupo, os Yardbirds, tinha seguido, aceitou e da colaboração resultou aquele que, para mim, é até hoje, um dos grandes discos de blues, gravados no Reino Unido. Nele, é reconhecível e inconfundível, o som de uma guitarra, que faria história. Por esses dias, os grafitis das ruas de Londres diziam que “Clapton is God”. Depois…..viriam os Cream.&lt;br /&gt;Portanto, mais um encontro que resultou num facto preponderante. Na época e no futuro.&lt;br /&gt;E assim se ia fazendo um ano invulgar para a música popular.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/167192069/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/51/167192069_6030c6e3fb_o.jpg" width="260" height="350" alt="Bluesbreakers" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/allyourlove.mp3" width=200, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota:- Esta minha pequena assoalhada faz hoje um ano. Aos amigos que me ajudaram a mantê-la com a sua atenção, a minha eterna gratidão.&lt;br /&gt;Nota à nota, para acrescentar que a minha Musical Box esteve para se chamar Club a GoGo. Porquê? Por causa desta música dos Animals, que por acaso até é mais ou menos da altura que refiro no post.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/clubagogo.mp3" width=200, height=40 controls=TRUE autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-115031379054735979?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/115031379054735979/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=115031379054735979' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/115031379054735979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/115031379054735979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/06/factose-aniversrio.html' title='Factos...e Aniversário'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-114789567394285328</id><published>2006-05-17T20:42:00.000+01:00</published><updated>2006-05-17T21:01:56.133+01:00</updated><title type='text'>Summer of 66</title><content type='html'>&lt;img height="290" hspace="10" src="http://static.flickr.com/50/148237244_fe4aeaa562_o.jpg" width="390" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por esta altura, há 40 anos atrás, iniciava-se um dos mais importantes verões da história da música popular anglo-americana.&lt;br /&gt;O começo do ano já augurara grandes lançamentos, com os Walker Brothers a editarem aquele que foi um dos seus singles mais emblemáticos: “The sun ain’t gonna shine anymore/ After the lights go out”, no qual era patente a extraordinária capacidade vocal de Scott, e os Small Face lançavam um dos maiores hits do ano, “Sha-la-la-lee”. Na verdade, a sucessão de trabalhos de qualidade era vertiginosa, dos dois lados do Atlântico, &lt;img height="264" hspace="10" src="http://static.flickr.com/44/148247985_d677ae240f.jpg" width="397" align="right" /&gt; e se na swinging London continuavam novos grupos continuavam a florescer como cogumelos, dos Estados Unidos, começavam a emergir alguns dos que seriam os nomes mais marcantes da década, como John Sebastian e os seus Lovin’ Spoonful ou os Mamas and Papas. Consolidava-se então o movimento da West Coast, com epicentro em S. Francisco, e que marcaria toda uma geração. Para o bem e para o mal.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/daydream.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;center&gt;Lovin’ Spoonful – Daydream&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Por cá, embora se vivesse numa sociedade obscura e provinciana, graças a um ou outro radialista mais aventureiro, lá íamos sabendo das novidades, nem que para tal se estivesse à noite a sondar a onda curta em busca do pirata Rádio Caroline, que emitia de águas internacionais, e se ouvia muito mal, mas que nos dava uma alegria intensa. Aquela alegria que nos vem de saber que participamos em algo marginal, clandestino.&lt;br /&gt;É curioso que, sendo à data, a nossa sociedade muito francófona, os únicos nomes franceses que tinham alguma implantação junto da juventude eram os Chats Sauvages, Jacques Brel e Françoise Hardy. O resto, que fazia parte da música de feira promovida pelo Salut, les Copains, era pura e simplesmente ignorado.&lt;br /&gt;Retomando o discurso, o que queria dizer era que nesse ano, enquanto os Yardbirds em Inglaterra com “Shapes of Things”, e os Byrds nos EUA com Eighy Miles High (música que acabou proibida em muitas estações de rádio, por pretensamente apelar ao consumo de drogas), iam dando os primeiros passos no que seria o movimento psicadélico, e os Pretty Things insistiam no seu rock agressivo que os levaria várias vezes às 1ªas páginas dos jornais pelos piores motivos. &lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/148237243/"&gt;&lt;img height="222" alt="prettythings" src="http://static.flickr.com/51/148237243_24929fcf46.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;alguns dos grandes nomes preparavam o lançamento de LP’s que fizeram a história.&lt;br /&gt;E é assim que em Maio, os Stones editam “Aftermath”, o primeiro dos seus álbuns em que todas as músicas são exclusivamente da responsabilidade da dupla Jagger/Richards, - daí grande parte da sua importância - e no qual se intercalam baladas suaves como Lady Jane, com rock do mais puro como Dontcha Bother Me ou excentricidades como em Paint it Black (onde o riff predominante é executado com uma cítara por Brian Jones).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/donchabotherme.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este LP tinha sido precedido do lançamento daquele que para mim continua a ser um dos melhores álbuns ao vivo de sempre: “Got Live if you want it”. Claro que quem ouvir este disco poderá admirar-se desta minha afirmação, mas já referi, que aqui só transparece o meu gosto pessoal.&lt;br /&gt;Por perto, os Beatles preparavam uma das suas obras-primas, o extraordinário “Revolver”, considerado por alguns críticos, o mais inovador álbum de todos os tempos. Se não vou tão longe, direi que inclui uma das mais belas canções que ouvi até hoje : “Eleanor Rigby”.&lt;br /&gt;Enquanto isso, do outro lado do Atlântico, Dylan edita o 1º duplo álbum de sempre: Blonde on Blonde, uma obra de grande fôlego, e que marcou definitivamente a “electrificação” da folk-music do génio do Minnesota, para desgosto dos puristas.&lt;br /&gt;Mas o Verão traria ainda a obra máxima do génio louco de Brian Wilson: Pet Sounds. Nele, os Beach Boys das grandes harmonias vocais ultrapassam todas as expectativas, e a sua excelência de executantes e a qualidade sonora de todo o álbum, excede tudo o que seria expectável. Provavelmente, e mesmo procurando cuidadosamente, é pouco provável que se encontrem falhas nesta obra de Brian. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(c0ntinua...)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/godonlyknows.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Alinhamento de emissão do “Em Órbita”, em 17/05/1966&lt;br /&gt;- Well respected man – The Kinks&lt;br /&gt;- Let’s Hang On – Four Seasons&lt;br /&gt;- Pied Piper – Crispian St. Peters&lt;br /&gt;- Shapes of things – The Yardbirds&lt;br /&gt;- You didn’t have to be so nice – Lovin’ Spoonful&lt;br /&gt;- Somebody help me – Spencer Davis Group&lt;br /&gt;- Day Tripper – The Beatles&lt;br /&gt;- I put a spell on you – Alan Price Set&lt;br /&gt;- Pretty Flamingo – Manfred Mann&lt;br /&gt;- Rainny Day Women nºs 12 &amp;amp; 35 – Bob Dylan&lt;br /&gt;- Hold tight – Dave Dee, Dozy, Beaky, Mich and Tich&lt;br /&gt;- Homeward bound – Simon and Garfunkel&lt;br /&gt;- California Dreamin’ – The Mamas and the Papas&lt;br /&gt;- Paint it black – The Rolling Stones &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-114789567394285328?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/114789567394285328/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=114789567394285328' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114789567394285328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114789567394285328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/05/summer-of-66.html' title='Summer of 66'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-114736648904710541</id><published>2006-05-11T17:52:00.000+01:00</published><updated>2006-05-11T18:21:08.270+01:00</updated><title type='text'>Grandes músicas...</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/144604167/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/49/144604167_5d7eebb4cb_o.jpg" width="506" height="367" alt="House" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;…em grandes series.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que é um prazer voltar a ouvir a música dos Who, agora associada a series de televisão de que sou seguidor atento, como é o caso dos CSI’s, de que já aqui falei, e agora de “House”, a magnífica série de que é protagonista o excelente Hugh Laurie.&lt;br /&gt;Um dos mais profícuos nomes dos anos 60 e 7º, os The Who, grupo símbolo dos Mods, extravagantes e agressivos quanto baste em palco, podem bem ser considerados um dos ícones da década de ouro. &lt;br /&gt;Com uma discografia de nível excelente, foram os percursores, juntamente com Lloyd Webber, das óperas rock, sendo os autores de “Tommy” (uma obra por demais conhecida) e “Quadrophenia”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/pinballwizard.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;…na senda de “Hair” e “Jesus Christ, Superstar, qualquer delas, símbolos de uma era, e de uma micro-civilização hippie de que ainda hoje temos reminiscências e da qual, muitos de nós guarda ainda gratas lembranças.&lt;br /&gt;Não sendo saudosista, não consigo deixar de ter saudades dos pulos de Pete Townsend em palco, da sua viola a rodar como um moinho, ou das baterias deitadas por terra pelo malogrado Keith Moon. É que o que agora é vulgar, na altura era um desafio ao poder instituído.&lt;br /&gt;E The Who era um dos símbolos da irreverência da minha geração&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/144624445/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/44/144624445_1b3efeb435_o.jpg" width="510" height="353" alt="Who-2" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/babaoreilly.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;The Who – Baba O’Reilly&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-114736648904710541?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/114736648904710541/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=114736648904710541' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114736648904710541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114736648904710541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/05/grandes-msicas.html' title='Grandes músicas...'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-114677142666784145</id><published>2006-05-04T20:34:00.000+01:00</published><updated>2006-05-04T20:51:09.890+01:00</updated><title type='text'>Um banho refrescante, please!</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/140434750/"&gt;&lt;img height="300" alt="four_tops_8" src="http://static.flickr.com/44/140434750_175fc0884b_o.jpg" width="440" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/icanthelpmyself.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Four Tops – I can’t help myself&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Hoje, apeteceu-me voltar a ouvir alguma da grande música negra dos anos sessenta, que há muito não ouvia.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/140434749/"&gt;&lt;img height="283" alt="Foundations" src="http://static.flickr.com/55/140434749_64a3b1bbc2_o.jpg" width="297" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/babynowthatifoundyou.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A razão é simples: na rádio do carro acabei de ouvir (pelo menos os acordes iniciais) pela enésima vez aquela xaropada cantada por um gajo chamado James Blunt. Quando penso que já se ouviu tudo o que havia a ouvir de música pimba, surge uma piroseira destas a dizer-me que se pode sempre fazer pior.&lt;br /&gt;Portanto, este regresso a coisas antigas, é assim como aquele banho refrescante que se toma ao chegar a casa, depois de um dia de calor pegajoso.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-114677142666784145?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/114677142666784145/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=114677142666784145' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114677142666784145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114677142666784145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/05/um-banho-refrescante-please.html' title='Um banho refrescante, please!'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-114617262434361309</id><published>2006-04-27T22:12:00.000+01:00</published><updated>2006-04-27T22:17:04.356+01:00</updated><title type='text'>Incontornável</title><content type='html'>&lt;img src="http://static.flickr.com/50/135923243_7ad10f0fe4_o.jpg"align="left" width="340" height="283" hspace="10"/&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há figuras que por vezes são injustamente esquecidas, ou pior, lembradas pelas razões menos interessantes. Evocam-se factos exclusivos da sua vida particular, olvidando-se o que realmente interessa: a música que fazem.&lt;br /&gt;É claro, que muitas das vezes, grande parte da responsabilidade cabe aos próprios, que não só se expõem, como fazem todos os possíveis por chamar a atenção.&lt;br /&gt;Elton John é um excêntrico por natureza, e nem sempre aparece nas primeiras páginas pelas melhores razões, mas não reconhecer o seu peso no panorama musical do último meio século, seria facciosismo, ou mesmo, pretensiosismo intelectual.&lt;br /&gt;Elton parece ser um dos últimos moicanos que ainda faz música pelo gozo que dá, e que se recusa a chorar a vida, como parece ser moda, preferindo continuar a cantá-la. É certo que a sua carreira perdeu fulgurância – quanto a mim, a sua obra mais conseguida continua a ser o seu 2º álbum, o que tinha o seu nome como título – mas ouvir os seus trabalhos dos anos 70, continua a ser um prazer. É verdade que as líricas de Bernie Taupin não são de desprezar, mas na sua obra, a melodia tem um papel primordial. É a música pela música, e feita com um gozo tão grande, como o que sente quem ouve.&lt;br /&gt;Claro que pelo meio, aparecem umas piroseiras insuportáveis. Mas quem não desculpará esses deslizes ao ouvir pequenas obras de arte como Your Song?&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/135923244/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/47/135923244_6bc8a7240e_o.jpg" width="200" height="195" alt="Elton 2" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/yoursong.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-114617262434361309?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/114617262434361309/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=114617262434361309' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114617262434361309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114617262434361309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/04/incontornvel.html' title='Incontornável'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-114400936290804182</id><published>2006-04-02T21:19:00.000+01:00</published><updated>2006-04-02T21:26:18.980+01:00</updated><title type='text'>A Música na Publicidade</title><content type='html'>&lt;img height="420" hspace="10" src="http://static.flickr.com/35/122040306_e1be69daed_o.jpg" width="300" align="left" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Volto hoje, após um interregno mais ou menos longo, e espero que desta, a estada seja para ter continuidade, embora nada se possa garantir.&lt;br /&gt;Mas vamos ao que interessa. Sei que fiquei a meio de publicar as músicas que me foram marcando as décadas, e voltarei ao assunto. Hoje, o que trago é um tema que sempre achei interessante, as músicas de alguns spots publicitários, e a forma como tornam visíveis alguns nomes obscuros e outros que há muito tinham sido esquecidos.&lt;br /&gt;Relativamente aos segundos, um dos exemplos é uma campanha relativamente recente de uma marca de lâminas de barbear, cujo fundo sonoro era o “On the road again”, dos Canned Heat, e que pôs muita gente a procurar de quem seria aquele excelente som.&lt;br /&gt;Relativamente aos primeiros, um exemplo recentíssimo, é o clip do desodorizante AXE – pois é, é mesmo um bocado machista – e cuja música é de um bluesman que, penso eu, a maioria só agora, e à custa do tal spot, começa a conhecer: Johnny “Guitar” Watson. E no entanto, a sua obra já se estende por 5 décadas, embora não seja excepcionalmente extensa a discografia.&lt;br /&gt;É um guitarrista versátil e prático. Di-lo a sua decisão de, na década de 70, quando a sua aura perdia fulgor, se transfigurar em guitarrista funky, passando pelo disco-sound com um sucesso que nunca tivera antes&lt;br /&gt;Mas o melhor é ouvir-se mesmo a sua música, a começar por este Gangster of Love que ilustra o anúncio da AXE.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/gangsteroflove.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Johnny “Guitar” Watson – Gangster of Love&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-114400936290804182?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/114400936290804182/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=114400936290804182' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114400936290804182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114400936290804182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/04/msica-na-publicidade.html' title='A Música na Publicidade'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-114305669376524260</id><published>2006-03-22T19:43:00.000Z</published><updated>2006-03-22T19:45:10.380Z</updated><title type='text'>A censura na música</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/116410577/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/45/116410577_f721612fab_o.jpg" width="526" height="460" alt="yellow sub" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;A censura é uma das armas mais poderosas dos regimes totalitários, no coarctar da liberdade, na castração da criatividade. E sabe-se como a criatividade e as manifestações artísticas são perigosamente subversivas na óptica desses regimes. &lt;br /&gt;O curioso é que por vezes, alguns regimes de fachada democrática, sentem também a tentação de a usar. E se em regimes de liberdade condicionada a censura é abominável, nos pseudo-democráticos são ainda mais condenáveis, pois que usam de teorias paternalistas e patetas em relação ao povo, como se este não tivesse capacidade de auto-protecção. Apontam-se razões patéticas e demagógicas, e o censor, cai no ridículo.&lt;br /&gt;Foi o que aconteceu há 35 anos, quando a inteligentzia que velava pela pureza do pensamento dos ouvintes das rádios do estado norte-americano do Illinois, proibiu a transmissão através do éter da canção dos Beatles “Yellow Submarine”, editada pasme-se, 5 anos antes. Uma canção que marcou, não só uma geração, mas que tem perdurado através de todas as seguintes, graças, creio eu, ao seu tom juvenil (além da evidente qualidade).&lt;br /&gt;Mais ridículo ainda, quando na mesma leva saneou também das ondas da rádio, a canção infantil “Puff, the Magic Dragon”,  cantada pelos Peter, Paul &amp; Mary.&lt;br /&gt;A razão evocada? Que fariam ambas a apologia do uso de drogas.&lt;br /&gt;Vá-se lá saber porquê.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/yellowsubmarine.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Beatles – Yellow Submarine&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/116410576/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/53/116410576_5362afba41_o.jpg" width="234" height="360" alt="Yellow" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-114305669376524260?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/114305669376524260/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=114305669376524260' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114305669376524260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114305669376524260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/03/censura-na-msica.html' title='A censura na música'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-114174129240958650</id><published>2006-03-07T14:21:00.000Z</published><updated>2006-03-07T14:21:32.430Z</updated><title type='text'>On the Road Again</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/109205526/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/38/109205526_520cb9ee22_o.jpg" width="340" height="430" alt="CannedHeat1" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/ontheroadagain.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Canned Heat - On the road again&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-114174129240958650?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/114174129240958650/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=114174129240958650' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114174129240958650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114174129240958650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/03/on-road-again.html' title='On the Road Again'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-114054831056183271</id><published>2006-02-21T18:57:00.000Z</published><updated>2006-02-21T18:58:30.576Z</updated><title type='text'>Um disco à 3ª feira: Television - Marquee Moon</title><content type='html'>&lt;img src="http://static.flickr.com/39/102679054_3995ade1a4_o.jpg"align="left" width="200" height="195" hspace="10"&gt;&lt;p align=justify&gt;Inicio esta semana neste blog, uma iniciativa a que aderi umas semanas atrás e que vinha editando nos Novos Voos. Esta mudança deve-se ao facto de me parecer que os temas se enquadram mais no espírito deste local do que no dos Voos.&lt;br /&gt;Dada a explicação para a mudança, vamos aos factos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fui um entusiasta do punk, mas reconheço sem custo que dele surgiram verdadeiras obras-primas.&lt;br /&gt;Marquee Moon, dos Television, é certamente uma delas.&lt;br /&gt;O álbum, que se deve ao génio do guitarrista Tom Verlaine, bem acolitado por Richard Lloyd, é uma sequência sem mácula de pequenas canções. Uma sequência a roçar a perfeição, e que me parece que nunca mais foi conseguido por grupos semelhantes. É o rock de garagem no seu estado puro, e se o punk morreu, é impossível fazer uma retrospecção sem referir a obra maior dos Television. &lt;br /&gt;Só assim a "leitura" se tornará compreensível.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/venus.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Television - Venus&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-114054831056183271?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/114054831056183271/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=114054831056183271' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114054831056183271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/114054831056183271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/02/um-disco-3-feira-television-marquee.html' title='Um disco à 3ª feira: Television - Marquee Moon'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113952181194181551</id><published>2006-02-09T21:48:00.000Z</published><updated>2006-02-09T22:42:22.090Z</updated><title type='text'>Shine on you crazy diamond</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/97672604/"&gt;&lt;img height="392" alt="Shine on you" src="http://static.flickr.com/34/97672604_ee98a906d4_o.jpg" width="299" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como espero que esteja quentinho e com sol a brilhar no sítio para onde vou durante uns dias, deixo-vos aqui uma "tune" a condizer.&lt;br /&gt;Mas podem sempre pôr as de baixo a tocar.&lt;br /&gt;Até já!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/shineonyoucrazy.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Pink Floyd - Shine on you crazy diamond&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113952181194181551?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113952181194181551/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113952181194181551' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113952181194181551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113952181194181551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/02/shine-on-you-crazy-diamond.html' title='Shine on you crazy diamond'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113916440103281062</id><published>2006-02-05T18:26:00.000Z</published><updated>2006-02-09T21:47:43.113Z</updated><title type='text'>Músicas da vida - III, os anos 70</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/95856208/"&gt;&lt;img height="318" alt="Gerry rafferty" src="http://static.flickr.com/41/95856208_821c9cfa92_o.jpg" width="480" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Gerry Rafferty&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Reatando o fio à meada, falaria agora de músicas que considero importantes numa década que, em parte, me desiludiu.&lt;br /&gt;Embora o seu início fosse prometedor, com uma fase de consolidação do rock progressivo, marcado por obras de grande fôlego como &lt;strong&gt;Close to the Edge&lt;/strong&gt; dos &lt;strong&gt;Yes&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Selling England by the Pound&lt;/strong&gt; dos &lt;strong&gt;Genesis&lt;/strong&gt;, ou do chamado folk ou country-rock, onde pontificavam os Quicksilver, The Band e outros, a verdade é que ao mesmo tempo surgia uma corrente de música-pimba, de canções de refrão repetitivo e sem conteúdo, fornecido com melodias melosas e fáceis, destinada principalmente ao público muito festivaleiro e pouco exigente (e não leiam aqui qualquer espécie de preconceito), ou mesmo um pseudo heavy-rock, de muito barulho e pouco virtuosismo, e que haveria de gerar alguns desvios muito pouco agradáveis Uma parte do glam-rock era completamente rasca e a seguir veio o disco-sound, do qual nunca fui também um apreciador, embora dele tenham sobressaído nomes dignos de registo. E perto do fim da década, surge o punk, estilo com o qual nunca me consegui identificar, embora dele emergisse um senhor que muito aprecio e cujas canções me divertem sempre, como a que segue:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/hitmewith.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Ian Dury – Hit me with your rythm stick&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas houve também muita coisa boa, embora então já se avaliasse mais a obra no seu conjunto, que uma ou outra canção de per si. Por exemplo, tenho dificuldade em destacar uma canção de qualquer dos álbuns dos &lt;em&gt;Van der Graaf&lt;/em&gt;, ou de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dark Side of the Moon&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; ou, ainda com mais acuidade, em &lt;strong&gt;The Lamb lies down on Broadway&lt;/strong&gt;, até porque assisti ao memorável concerto de Cascais, em 1975, e aí, Peter Gabriel e os seus Génesis tiveram o cuidado de o interpretar de princípio a fim, tal qual está gravado.&lt;br /&gt;E ficaram algumas músicas que são impossível não associar à década, como &lt;strong&gt;Baker Street&lt;/strong&gt;, do escocês &lt;em&gt;Gerry Rafferty&lt;/em&gt;, cujo riff de saxofone, será provavelmente o mais conhecido da história da pop.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/bakerstreet.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Gerry Rafferty – Baker Street&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, a obra de Rafferty, excluindo obviamente a canção acima, nunca foi muito reconhecida, até porque a sua personalidade controversa nunca lhe facilitou as relações com as editoras.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/95856206/"&gt;&lt;img height="411" alt="george1" src="http://static.flickr.com/40/95856206_4e4ac70b29_o.jpg" width="367" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outra música marcante da década foi &lt;strong&gt;My Sweet Lord&lt;/strong&gt;, de &lt;em&gt;George Harrison&lt;/em&gt;, já liberto da sombra da dupla &lt;em&gt;Lennon/McCartney&lt;/em&gt;, e que fazia parte de um cd triplo &lt;em&gt;All Things must Pass&lt;/em&gt;, um dos mais vendidos da época. Coincidia a edição do álbum com uma fase mística de George, e que o induziu a uma participação activa em causas humanitárias, tendo mesmo promovido um concerto com receita em favor da tragédia humanitária do Bangla-Desh, para o qual convidou vários amigos, entre os quais &lt;em&gt;Eric Clapton e Bob Dylan&lt;/em&gt;, e que deu origem a um álbum recentemente reeditado&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/mysweetlord.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;George Harrison – My Sweet Lord&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="369" hspace="10" src="http://static.flickr.com/25/95856209_70e3a6612a.jpg" width="200" align="left" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Father and son&lt;/em&gt; de Cat Stevens, ou &lt;em&gt;Hollywood Nights&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;Bob Seeger&lt;/em&gt;, seriam outras pequenas peças, que a par de &lt;em&gt;Bohemian Rapsody&lt;/em&gt;, dos &lt;em&gt;Queen&lt;/em&gt;, ou &lt;em&gt;Dreamer&lt;/em&gt;, dos &lt;em&gt;Supertramp&lt;/em&gt; fazem a história da música popular da década, seria imperdoável não referir &lt;em&gt;A walk on the wild side&lt;/em&gt;, que Lou Reed integrou num dos melhores álbuns de todos os tempos, &lt;strong&gt;Transformer&lt;/strong&gt;, ou qualquer uma das primeiras editadas pelos &lt;em&gt;Police&lt;/em&gt;, mas tenho para mim como uma grande recordação, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Sultans of Swing&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, dos &lt;strong&gt;Dire Straits&lt;/strong&gt;. Uma música que foi, desde o primeiro acorde que lhe ouvi, uma das minhas preferidas, talvez pela sonoridade original da guitarra de Mark, pelo seu talento e virtuosismo, pela diferença em relação a tudo o que ouvira até então.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/sultansofswing.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Dire Straits – Sultans of Swing&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Outras canções da década:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Imagine – John Lennon (como é óbvio, esta, só não consta acima, porque já cá esteve)&lt;br /&gt;Stairway to heaven – Led Zeppelin (e esta, idem)&lt;br /&gt;Smoke on Water – Deep Purple&lt;br /&gt;Bridge over troubled water – Simon and Garfunkel&lt;br /&gt;25 or 6 to 4 – Chicago&lt;br /&gt;Me and Bobby McGee – Janis Joplin&lt;br /&gt;Cocaine – Eric Clapton&lt;br /&gt;Almost Cut my hair – Crosby, Stills, Nash and Young&lt;br /&gt;Show me the way – Peter Frampton&lt;br /&gt;Changes – Black Sabath&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Não estranhem a música permanecer a mesma durante uns dias, e as de cima não tocarem: a NetCabo está em manutenção dos alojamentos e enquanto durar, não poderei fazer alterações. E como a NetCabo é muito rápida a resolver problemas, já me avisou que estará tudo resolvido lá para o dia 10. Só me resta ter paciência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113916440103281062?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113916440103281062/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113916440103281062' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113916440103281062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113916440103281062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/02/msicas-da-vida-iii-os-anos-70.html' title='Músicas da vida - III, os anos 70'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113856065251935321</id><published>2006-01-29T18:50:00.000Z</published><updated>2006-02-05T18:43:40.283Z</updated><title type='text'>Tributo a um Soul Man</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/92669869/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/21/92669869_2f4db12f41.jpg" width="500" height="253" alt="WilsonPickett" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Depois de uns dias de ausência - coisas do blogger - regresso só para prestar uma pequena homenagem a um dos maiores soul-man, Wilson Pickett, desaparecido há poucos dias.&lt;br /&gt;A ele se deve em boa parte, o sucesso da Atlantic, etiqueta onde gravavam grandes nomes como Sam &amp; Dave, Aretha Franklin ou Otis Redding, que fez da editora de Nova York uma das maiores casas de discos da década de 60.&lt;br /&gt;Amanhã, voltarei às músicas de sempre. Por hoje, fiquem-se com a magnífica voz de Wilson.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/landof1000dances.mp3" width=200, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Wilson Pickett - Land of 1000 dances&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113856065251935321?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113856065251935321/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113856065251935321' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113856065251935321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113856065251935321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/01/tributo-um-soul-man.html' title='Tributo a um Soul Man'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113768439762284631</id><published>2006-01-19T15:07:00.000Z</published><updated>2006-01-19T15:30:45.180Z</updated><title type='text'>Musicas da vida II</title><content type='html'>&lt;img src="http://static.flickr.com/25/88564853_149b1ed904.jpg"align="left" width="300" height="430" hspace="10"&gt;&lt;p align=justify&gt;Nos anos 60, como já referi, os singles tinham um peso diferente, e a carreira dos interpretes estava mais dependente do impacto de canções que na consistência dos álbuns. O salto foi dado precisamente a meio da década, com a edição de álbuns como &lt;em&gt;Revolver&lt;/em&gt;, dos &lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt;, ou &lt;em&gt;Aftermath&lt;/em&gt;, dos &lt;em&gt;Rolling Stones&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;(Vejam-se as vendas de álbuns que, embora de importância muito semelhante visto que estabeleceram recordes de vendas, tiveram em diferentes épocas: &lt;em&gt;Bob Dylan, Blonde on Blonde&lt;/em&gt; (1966): &lt;strong&gt;2.000.000 de cópias&lt;/strong&gt;; &lt;em&gt;Pink Floyd, The Wall&lt;/em&gt;(1979): &lt;strong&gt;23.000.000 de cópias&lt;/strong&gt;.)&lt;br /&gt;Quero eu dizer que, se agora digo que o álbum x é excelente porque avalio a obra por inteiro, na altura analisava mais esta ou aquela canção. O &lt;strong&gt;Em Órbita&lt;/strong&gt;, o programa de rádio referência de uma geração, elegia uma listagem anual de singles e não de Lp’s. Assim, e dada a grande quantidade de canções que marcaram a época, vou deixar só nota daquelas que ficaram como marcos.&lt;br /&gt;E se já aqui falei de &lt;em&gt;Satisfaction&lt;/em&gt;, dos &lt;em&gt;Stones&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;A Whiter shade of Pale&lt;/em&gt;, dos &lt;em&gt;Procol Harum&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Eleanor Rigby&lt;/em&gt;, dos&lt;em&gt;Beatles&lt;/em&gt;, ou &lt;em&gt;Like a rolling stone&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;Dylan&lt;/em&gt;, não me vou repetir e passo por cima, referindo, por exemplo, o génio atormentado de &lt;strong&gt;Brian Wilson&lt;/strong&gt; que em 1966 traz á luz uma das grandes músicas da década e de sempre, &lt;strong&gt;Good Vibrations&lt;/strong&gt;. A música era resultado de 9 meses de trabalho, e a complexidade das harmonias vocais, aliado à inovação e á intrincada malha instrumental, explicava o porquê de tanto tempo de gestação.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/goodvibrations.mp3" width=200, height=40 controls=TRUE autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Um ano antes fora editada aquela que é considerada pelos críticos musicais, uma das mais poderosas canções pop de todos os tempos, &lt;strong&gt;You’ve lost that loving feeling&lt;/strong&gt;, dos &lt;em&gt;Righteous Brothers&lt;/em&gt;, duo que por cá nunca teve grande popularidade, a não ser por uma musiquinha delicodoce intitulada &lt;em&gt;Unchained Melody&lt;/em&gt;. Mas You’ve lost...é uma canção inolvidável&lt;br /&gt;Mais tarde na década, surge um grupo que apesar da curta existência, marcou para sempre o panorama musical anglo-americano e uma parte significativa da juventude de então (e não só, ainda é referência para muitos jovens), que se revia na figura do seu líder: os &lt;strong&gt;Doors e Jim Morrison&lt;/strong&gt;. A canção que os lança definitivamente no trilho da fama, &lt;strong&gt;Light my fire&lt;/strong&gt;, é bem o reflexo da personalidade provocadora e sensual de Jim, crítico feroz da hipócrita moralidade vigente na sociedade norte-americana.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/lightmyfire.mp3" width=200, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;No ocaso da década de ouro, e não abdicando da sua perspectiva crítica, o super-grupo &lt;strong&gt;Crosby, Stills and Nash&lt;/strong&gt; demonstram o seu virtuosismo lírico e instrumental, num fabuloso &lt;strong&gt;Suite: Judy blue eyes&lt;/strong&gt;, dedicado à quebra-corações Judy Collins, e cuja harmonia vocal e melódica sobe até à perfeição.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/suitejudyblueeyes.mp3" width=200, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, de uma outra América, mais rural e selvagem, a mesma de “&lt;em&gt;Born to be wild” dos Steppenwolf&lt;/em&gt; e de que aqui já falei, surgiria um grupo familiar, os &lt;strong&gt;Creedence Clearwater Revival&lt;/strong&gt;, que com a sua &lt;strong&gt;Proud Mary&lt;/strong&gt;, abririam definitivamente as portas da fama a um country-rock até então ainda muito delimitado nas suas fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/proudmary.mp3" width=200, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Seria injusto passar por cima da grande música negra da década. Principalmente porque o génio de &lt;strong&gt;Otis Redding&lt;/strong&gt;deixou, no meio de uma obra imensa e intensa, essa pérola chamada &lt;em&gt;Sitting in the dock of the bay&lt;/em&gt;. &lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/88565851/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/36/88565851_c6aa19fa86_o.jpg" width="284" height="353" alt="Ike and Tina turnesr" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Mas se desse já falei, falta referir uma super-canção,  cantada, gritada, chorada, pela então jovem e pujante&lt;strong&gt;Tina Turner&lt;/strong&gt; elevada aos píncaros da paixão, e acompanhada pelo ainda seu marido e mentor, Ike, e que nunca poderia passar em branco numa lista deste género: &lt;strong&gt;“River deep. mountain high”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/riverdeep.mp3" width=200, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/88564855/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/26/88564855_5848f37751.jpg" width="339" height="500" alt="CSN Poster" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113768439762284631?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113768439762284631/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113768439762284631' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113768439762284631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113768439762284631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/01/musicas-da-vida-ii.html' title='Musicas da vida II'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113719887957234805</id><published>2006-01-14T00:33:00.000Z</published><updated>2006-01-14T00:50:13.820Z</updated><title type='text'>Músicas da vida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A minha amiga &lt;a href="http://lamareehaute.blogspot.com/"&gt;Vague &lt;/a&gt;deixou-me um desafio aí em baixo num comentário, que achei muito interessante e que me deixou a pensar todo o dia sobre a sua viabilidade.&lt;br /&gt;Dizia ela :&lt;br /&gt;“&lt;em&gt;porque não abres concurso para colocação das músicas q mais marcaram e marcam a quem quiser participar?&lt;br /&gt;...e nesse intercâmbio descobrimos outras tantas músicas q nos acompanharão, sabe-se lá. hum?&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;Claro que achava óptimo que muita gente participasse, embora saiba que, pelas audiências do blog, a participação deva ser relativamente reduzida, mas...Why not? Afinal é uma maneira de nos conhecermos através de um gosto comum.&lt;br /&gt;Portanto, é esse a proposta que vos deixo aqui, sublinhando que, no fim, quando&lt;br /&gt;concluir que ninguém mais está disposto a divulgar os seus segredos, escreverei um post onde farei um apanhado geral dos vossos/nossos gostos.&lt;br /&gt;Para facilitar, começo por mim.&lt;br /&gt;&lt;img height="250" hspace="10" src="http://static.flickr.com/43/86205658_029b1238e3_o.jpg" width="175" align="left" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como sabem, os meus gostos estendem-se já por algumas décadas, o que torna a tarefa difícil, e como é evidente, num só texto, torna-se mesmo impossível, pelo que o farei por capítulos&lt;br /&gt;Já aqui falei dos primeiros músicos que me atraíram, como &lt;em&gt;Franki Valli e os FourSeasons&lt;/em&gt;, , mas a primeira canção que me ficou era de &lt;em&gt;Del Shannon&lt;/em&gt;, e chamava-se &lt;strong&gt;Runaway&lt;/strong&gt;. &lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/runaway.mp3" width="200" height="40" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Era uma boa canção, e para uma rádio que só transmitia canções da &lt;em&gt;Maria José Valério&lt;/em&gt; e do &lt;em&gt;Artur Garcia&lt;/em&gt;, ou uns cantores franceses foleiros como o &lt;em&gt;Johnny Halliday&lt;/em&gt; ou a &lt;em&gt;France Gall&lt;/em&gt;, era qualquer coisa de inovador e refrescante, quase genial. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/86216369/"&gt;&lt;img height="240" alt="beatles-half-faces" src="http://static.flickr.com/9/86216369_c68b66f75b_m.jpg" width="235" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A primeira canção dos &lt;strong&gt;Beatles&lt;/strong&gt; que ouvi, o &lt;strong&gt;She loves you&lt;/strong&gt;, marcou-me uma boa parte da adolescência. Eram as tardes de Verão passadas nos bilhares do Parque Mayer, o cigarro ao canto da boca em atitude de “crescido” e a juke-box sempre a tocar o &lt;em&gt;She loves you&lt;/em&gt; e o respectivo b-side, que era o &lt;strong&gt;Twist and shout&lt;/strong&gt;. Depois, vieram uma quantidade de músicas deles, todas inesquecíveis, e algumas muito marcantes. Era uma começo de uma era incomparável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/shelovesyou.mp3" width="200" height="40" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="300" hspace="10" src="http://static.flickr.com/38/86224482_93386a9d60_o.jpg" width="216" align="right" /&gt;Dentro da mesma época, surge a primeira música dos &lt;em&gt;Rolling Stones&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;que ouvi, &lt;strong&gt;Carol.&lt;/strong&gt; Pode não a melhor deles, mas para mim, sempre foi um marco, uma canção potente, um rock impregnado com o cheiro forte dos blues. &lt;p align="justify"&gt;Aqueles eram os &lt;em&gt;Rolling Stones&lt;/em&gt; puros e duros, agarrados às suas raízes dos rythm’n’blues, que mais tarde, e com muita pena minha, abandonariam.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/carol.mp3" width="200" height="40" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;E também &lt;strong&gt;House of the rising sun&lt;/strong&gt;, dos &lt;em&gt;Animals&lt;/em&gt;, uma canção fenomenal e que teve um impacto extraordinário, não só pela voz impressionante de Eric Burdon, mas também pelo inovador órgão de Alan Price.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/houseoftherisingsun.mp3" width="200" height="40" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Amanhã continuo...&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/86224481/"&gt;&lt;img height="425" alt="animalsposter1oq" src="http://static.flickr.com/39/86224481_f814e058c4_o.jpg" width="288" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113719887957234805?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113719887957234805/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113719887957234805' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113719887957234805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113719887957234805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/01/msicas-da-vida.html' title='Músicas da vida'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113659321121054902</id><published>2006-01-07T00:08:00.000Z</published><updated>2006-01-07T00:25:49.743Z</updated><title type='text'>O gosto dos outros</title><content type='html'>&lt;img height="296" hspace="10" src="http://static.flickr.com/38/83145363_3145753b3c_o.jpg" width="240" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;É sempre curioso ver expostas por aqui as listas anuais de álbuns. Quando encontro em listas alheias discos que não cheguei a ouvir, raramente resisto a uma audição, confiando sempre que se alguém que gosta de música o elegeu, é porque deve merecer atenção. Isto, apesar da diversidade de gostos. E posso dizer que se já houve muita coisa que foi de certo modo uma desilusão, também “descobri” pérolas que guardo ciosamente&lt;br /&gt;Mas ainda mais curiosas são as listas feitas pelas revistas da especialidade – geralmente anglófonas – dos álbuns “de sempre”, segundo a votação dos leitores.&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Q &lt;/strong&gt;procede a uma votação pública amiúde, não sei se anualmente, a &lt;strong&gt;Rolling Stone&lt;/strong&gt; também, e a &lt;strong&gt;Mojo&lt;/strong&gt;, outra referência neste campo musical, procedeu de igual modo, embora o tenha feito baseado segundo a opinião de críticos musicais e não do público&lt;br /&gt;A &lt;em&gt;Karla S&lt;/em&gt; divulga &lt;a href="http://barulhinho-bom.blogspot.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt; a listagem da revista &lt;strong&gt;Q &lt;/strong&gt;deste mês (que ainda cá não chegou), com a última votação do seus leitores&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/83137981/"&gt;&lt;img height="418" alt="Q 2005" src="http://static.flickr.com/37/83137981_b638aefd6c_o.jpg" width="360" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há surpresas? Há sempre. Por exemplo: não é curioso que um álbum do &lt;em&gt;Eminem&lt;/em&gt; figurasse na listagem de há dois anos da mesma revista em 5º lugar, e agora seja ignorado? E o mesmo com o &lt;em&gt;Is this it&lt;/em&gt;, dos&lt;em&gt; Strokes&lt;/em&gt;, que é varrido do 9º lugar? Até porque no restante, as coisas mantêm-se com muito poucas alterações.&lt;br /&gt;Mas o que é mais estranho nestas coisas, é que embora a obra dos Beatles mantenha alguma visibilidade, parece que o tempo apaga definitivamente das memórias figuras primordiais da música popular.&lt;br /&gt;Onde para a obra-prima de &lt;strong&gt;Marvin Gaye&lt;/strong&gt;, “&lt;em&gt;What’s going on&lt;/em&gt;?” ? Onde &lt;em&gt;Electric Ladyland&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Are you experienced&lt;/em&gt;, de &lt;strong&gt;Hendrix&lt;/strong&gt;? E qualquer dos albums dos &lt;strong&gt;Doors&lt;/strong&gt;? Morreu definitivamente a memória de&lt;strong&gt; Jim Morrison&lt;/strong&gt;? E &lt;strong&gt;Dylan&lt;/strong&gt; e os seus imortais (para poucos, pelos vistos) “&lt;em&gt;Highway 61 Revisited&lt;/em&gt;” e “&lt;em&gt;Blonde on Blonde&lt;/em&gt;”?&lt;br /&gt;Claro que se sabe que grande parte dos votantes são jovens para quem Hendrix ou Morrison, se calhar, nunca existiram. Mas é pena, porque penso que o legado desses músicos é de tal forma enriquecedor que não devia ser deixado cair no esquecimento.&lt;br /&gt;Claro que me podem dizer que os gostos mudam ou evoluem. Mas não creio que quem goste de música possa não gostar de ouvir esta música:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/83148973/"&gt;&lt;img height="244" alt="Jimi" src="http://static.flickr.com/42/83148973_6c96199a28_o.jpg" width="236" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/purplehaze.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Jimi Hendrix Experience – Purple Haze&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Já agora, e a título de curiosidade, deixo aqui uma listagem que a Mojo editou em 1995, segundo a votação de 75 críticos musicais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/83137980/"&gt;&lt;img height="426" alt="Mojo 1995" src="http://static.flickr.com/39/83137980_1a3d82cca0_o.jpg" width="380" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Há algumas diferenças, não há? Claro que depois disto, já saíram álbuns que mereciam entrar para estes 20 primeiros. Mas tantos?&lt;br /&gt;Uma nota para fazer referência a uma “preocupação” do Ricardo C. do mesmo &lt;a href="http://barulhinho-bom.blogspot.com/"&gt;blog:&lt;/a&gt; também a mim me surpreende a irrelevância a que tem sido remetido sistematicamente “&lt;em&gt;Secrets of the Beehive&lt;/em&gt;”, tal como ele refere, um dos grandes álbuns dos anos 80, e que eu reforçaria dizendo que é um dos grandes álbuns de sempre.&lt;br /&gt;Fico a pensar se não teremos sido só nós a reparar no raio do disco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/83138939/"&gt;&lt;img height="200" alt="David Sylvian" src="http://static.flickr.com/38/83138939_621d554f36_m.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/forbbidencolours.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Forbbiden Colours&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Como canta o Jimi:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Excuse me, while I kiss the sky”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota:- Já agora, não seria curioso tentarmos definir os nossos 20 ou 25 álbuns de sempre? Depois, sempre podíamos ver as diferenças.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113659321121054902?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113659321121054902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113659321121054902' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113659321121054902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113659321121054902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/01/o-gosto-dos-outros.html' title='O gosto dos outros'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113623422764018937</id><published>2006-01-02T20:36:00.000Z</published><updated>2006-01-07T00:23:28.456Z</updated><title type='text'>Quem é o rapazinho?</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/61475908@N00/81074079/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/40/81074079_71d8acd791_o.jpg" width="336" height="242" alt="Stevie Wonder" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;No início de um já muito longínquo ano, este rapazinho, então com 16 anos, irrompia na cena musical com esta música, e esta voz poderosa, que augurava uma grande carreira.&lt;br /&gt;Tem sido longa, com algumas coisas menos boas, mas também com algumas obras de referência na música popular.&lt;br /&gt;Sabem quem é?&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/uptight.mp3" width=400, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;N.R.- Para quem vai visitando este cantinho, deixando sempre um rasto de simpatia, os meus agradecimentos e os votos de que o vosso 2006 seja tão bom quanto o meu.&lt;br /&gt;Obrigado a vocês pelo carinho de sempre&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113623422764018937?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113623422764018937/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113623422764018937' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113623422764018937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113623422764018937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2006/01/quem-o-rapazinho.html' title='Quem é o rapazinho?'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113572868267862688</id><published>2005-12-28T00:04:00.000Z</published><updated>2005-12-28T09:48:24.520Z</updated><title type='text'>O génio numa guitarra, ou o anti-sistema irredutível</title><content type='html'>&lt;img height="425" hspace="10" src="http://static.flickr.com/38/78193580_5ce375e063_o.jpg" width="304" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tudo o que se possa dizer agora do génio de Zappa, é quase como chover no molhado, mas até parece mal ser eu um zappista convicto desde sempre, ter um blog de música e passar sem falar num dos maiores nomes da música mundial do século XX, e um dos que mais admiro.&lt;br /&gt;Frank, nem era um músico qualquer, nem se limitava a ser músico. Era acima de tudo, um cidadão interessado pelo mundo em que vivia e um crítico feroz do american way of life e dos políticos norte-americanos, fossem eles republicanos ou democratas. Frank era incómodo para os poderes instituídos, e a divulgação da sua música, foi muitas vezes prejudicada por isso, chegando mesmo a ver os problemas estenderem-se às editoras (num dos casos, ficou patente a vertiginosa imaginação e talento de Zappa, que para se ver livre de um contrato indesejado, e como estava obrigado a cumprir determinado número de álbuns, conseguiu gravar 3 LP’s de muito boa qualidade em pouco mais de 24 horas).&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/hessogay.mp3" width="400" height="40" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;He’s so gay&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muita imprensa adversa, a maior parte arregimentada pelos poderosos lobbies a que se opunha, dificultava-lhe também a vida, deturpando muito do que fazia, empolando episódios e caricaturando outros, de forma a fazê-lo aparecer como um excêntrico inconsequente, coisa que nunca foi.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/78193579/"&gt;&lt;img height="312" alt="frank_zappa" src="http://static.flickr.com/38/78193579_0f9e3eb34c_o.jpg" width="460" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na vertente musical, Frank misturava influências de Stravinski e Stockhausen, com o rock e o rockabilly dos anos 50, muito de jazz, e não facilitava. As suas grandes composições eram complexas, e os músicos que o acompanhavam tinham sempre um grande background, mesmo os Mothers of Invention, o seu primeiro grupo, reconhecido a nível mundial, complexidade que o levou mesmo a gravar com a Orquestra Filarmónica de Londres. Atestado da consistência da sua música, a regência por Pierre Boulez de algumas da suas peças.&lt;br /&gt;Não irei aqui fazer uma análise sobre a sua obra. Ela fala por si, e é de tal forma extensa, que seria quase uma loucura, comparável àquela de que o acusavam os detractores, que não encaixavam a corrosão das suas palavras e das suas atitudes.&lt;br /&gt;Depois de Freak Out, a sua primeira e imperdível gravação, surgem álbuns que ficarão como marcos, como Absolutely Free ou We are only in it for the Money (uma sagaz crítica ao Sgt. Peppers, dos Beatles), mas gosto sobretudo de um que gravou em estilo neo-doo wop, chamado Cruising with Ruben and the Jets, que contém uma divertida faixa, Later that night, que dá toda a dimensão satírica de Frank&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/myguitar.mp3" width="400" height="40" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;My guitar wants to kill your mama&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Zappa era um homem de opiniões e interventivo e nada do que ocorria de importante, lhe passava indiferente, sendo um crítico acérrimo de todos os tipos de droga (o que nos meios intelectuais de então não era muito bem visto, coisa que não o preocupava absolutamente nada), mas paradoxalmente era um fumador inveterado, facto que ajudou à sua morte prematura. Recordo-me de que lhe ouvi uma curiosa teoria sobre a sida, doença na altura ainda numa fase de deflagração (a morte de FZ ocorreu em 1993). Dizia ele numa entrevista, que estava convicto que a sida teria sido criada em laboratório com o intuito de “atacar” uma determinada faixa da sociedade, no caso os homossexuais, e que por qualquer razão, teria saído fora de controlo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/brokenhearts.mp3" width="400" height="40" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Broken hearts are for assholes&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A morte veio cedo, mas não obstou a que Frank deixasse uma discografia de várias dezenas de álbuns e que acrescidos de alguns editados postumamente, quase perfazem a centena. Tal, dá bem a dimensão da dimensão criativa do músico&lt;br /&gt;Naturalmente que dado o carácter da figura, antes do 25 de Abril, a obra de Zappa passou praticamente em branco na rádio portuguesa, e eu só sabia da sua existência por algumas emissões da clandestina Rádio Caroline, e pela Rock &amp;amp; Folk francesa.&lt;br /&gt;Discos dele por cá, eram uma raridade. Não os importavam e só tendo amigos que os trouxessem do estrangeiro.&lt;br /&gt;Aí ficam as capas de algumas das suas obras mais importantes...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;img height="170" alt="78193578_5289df697a_o.gif " src="http://static.flickr.com/38/78193578_5289df697a_o.gif" width="170" border="0" /&gt;&lt;img height="170" alt="78193577_359845e58d_o.gif " src="http://static.flickr.com/42/78193577_359845e58d_o.gif" width="170" border="0" /&gt;&lt;img height="170" alt="78193575_84b3a01620_o.gif " src="http://static.flickr.com/42/78193575_84b3a01620_o.gif" width="170" border="0" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;…e o psicadélico cartaz de um dos seus espectáculos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/78193576/"&gt;&lt;img height="430" alt="Cartaz" src="http://static.flickr.com/6/78193576_a2c88edd3c_o.jpg" width="293" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113572868267862688?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113572868267862688/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113572868267862688' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113572868267862688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113572868267862688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/12/o-gnio-numa-guitarra-ou-o-anti-sistema.html' title='O génio numa guitarra, ou o anti-sistema irredutível'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113486426550862919</id><published>2005-12-17T23:55:00.000Z</published><updated>2005-12-18T17:30:57.840Z</updated><title type='text'>Uma música límpida</title><content type='html'>&lt;img height="400" hspace="10" src="http://static.flickr.com/41/74529294_bacccbd1a4_o.jpg" width="264" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os Searchers foram pioneiros no uso da guitarra de doze cordas, e só por isso mereciam ser recordados. - o riff de Needles and Pins foi até usado pelos Byrds no seu Feel A Whole Lot Better. Mas a importância deste grupo de skiffle não se resume a essa particularidade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/needlesandpins.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os seus membros juntam-se ainda nos fins dos anos 50, mas é um pouco antes da explosão da Beatlemania que ascendem aos tops, e mesmo já em pleno reinado do grupo de Liverpool, conseguem colocar vários singles no 1º lugar de vendas o NME. E merecidamente.&lt;br /&gt;A sua música é límpida, de acordes simples e luminosos, de uma harmonia e arranjos a roçar a perfeição, a demonstrar que não é preciso complicar para se fazerem boas canções. E na verdade, a sua sonoridade inconfundível em apoio a uma vocalização afinada e sem qualquer motivo de reparo, tornou-os numa das referências dos anos 60, num meio superpovoado de grupos semelhantes.&lt;br /&gt;É curioso que, do outro lado do Atlântico e na mesma altura, surgia um grupo com uma sonoridade de certa forma parecida, mas de longevidade muito superior e evolução muito diversa e cuja popularidade atingiu proporções estratosféricas, os Beach Boys. Mas é certo que no início os achava muito parecidos, talvez porque as suas referências fossem semelhantes.&lt;br /&gt;Como muitos naquela época, a sua estrela foi esmorecendo e embora continuassem a tocar até aos anos 80(com muitas mudanças na sua composição) desde meados dos 60 nunca mais conseguiram qualquer notoriedade.&lt;br /&gt;Da sua época de ouro, deixaram, não só bons originais, como também algumas excelentes covers de clássicos dos R&amp;amp;B, como Love potion nº9&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/lovepotion.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/74529293/"&gt;&lt;img height="366" alt="manfredmann_01" src="http://static.flickr.com/41/74529293_74af79b3c9_o.jpg" width="360" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Num campo muito diferente, pois os seus elementos tinham uma formação de blues, e quase pela mesma altura, aparece um grupo que tomou o nome do seu teclista, Manfred Mann, que merece uma referência á parte, mas que hoje trago aqui por causa do seu primeiro grande êxito, “Do Wah Diddy”. Isto por três motivos, o primeiro, pela inspiração do título, o segundo, porque a musiquinha foi durante muito tempo um êxito monumental, e como as músicas dos Searchers, era indispesável em qualquer baile que se realizasse na capital, fosse ele na Academia de Santo Amaro ou nos Combatentes, fosse particular, e a terceira, porque era uma canção muito deslocada na discografia dos Manfred, à excepção talvez de uma que se chamava 5,4,3,2,1.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/dowahdiddy.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;**********&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/71298462/"&gt;&lt;img height="240" alt="blues3" src="http://static.flickr.com/20/71298462_79823ddc7a_o.gif" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;No ultimo post tinha prometido trazer aqui novidades em blues. Mas a verdade é que estive a fazer uma busca e cheguei à conclusão de que só adquiri um original, de Carey and Lurrie Bell, Second Nature. De resto, só reedições. Dignas de nota, uma de Buddy Guy (estou à espera do último dele, que foi editado em Setembro “Bring ‘Em in”), com Júnior Wells, e outra de John Lee Hooker.&lt;br /&gt;Logo que chegue o do Buddy Guy, falo dele.&lt;br /&gt;Ah! A Cheapolata lançou umas colectâneas de blues baratíssimas e bastante boas. Aliás, excelentes para quem conhece pouco de blues e se quer iniciar.&lt;br /&gt;Nota:- Ouçam as outras 2 músicas. Vão ver que sou capaz de ter razão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113486426550862919?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113486426550862919/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113486426550862919' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113486426550862919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113486426550862919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/12/uma-msica-lmpida.html' title='Uma música límpida'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113408557062651717</id><published>2005-12-08T23:45:00.000Z</published><updated>2005-12-09T09:49:19.346Z</updated><title type='text'>O meu ano musical</title><content type='html'>&lt;img height="210" hspace="10" src="http://static.flickr.com/20/71602493_909561549c_o.jpg" width="370" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em época de rescaldos, não poderia de deixar de vos dizer o que o ano que agora acaba trouxe em termos musicais, e que me gostaria de referir.&lt;br /&gt;Como todas as listas deste género, estará muito incompleta, e muitos sentirão aqui a falta de alguns dos seus preferidos. Mas como sempre recordo, é feita segundo o meu gosto, que poderá não ser (e não é com certeza) o melhor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Descobertas:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;center&gt;&lt;img height="150" alt="Sufjan Stevens – Greetings from Michigan" src="http://static.flickr.com/34/71559560_3c4f2b3004_o.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;img height="150" alt="Sufjan Stevens - Seven Swans" src="http://static.flickr.com/33/41188070_3adf5072e9_o.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;img height="150" alt="Sufjan Stevens - Come on feel the Illinoize" src="http://photos21.flickr.com/29325663_24db4bfd20_o.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;A “minha” grande descoberta terá sido Sufjan Stevens. Com Illinoize, um dos grandes álbuns de 2005, despertou-me para o seu trabalho anterior, sobre o qual já tinha lido na Uncut, e não foi tempo perdido. Tanto Seven Swans como Greetings from Michigan, especialmente este último, merecem ouvido atento e lugar de destaque na discoteca – 5 estrelas&lt;br /&gt;&lt;img height="150" hspace="10" src="http://static.flickr.com/35/71596893_1cf92b6ce1_o.jpg" width="150" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/sovay.mp3" width="250" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Andrew Bird - Sovay&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;”Andrew Bird &amp; the Misterious Production of Eggs” é um dos meus discos preferidos de sempre. Andrew Bird não é verdadeiramente um novato, fazia parte do projecto dos Squirrel Nut Zippers, que praticava um retroswing, e nos seus primeiros trabalhos a solo continuou na mesma linha, que, sendo audível, não é das minhas preferidas. Já quando editou o introspectivo Weather Systems me agradou muito mais. Pareceu-me então – curiosamente não só abandonou a antiga linha, mas também a antiga editora – que com aquela qualidade, o rapaz só tinha andado a perder tempo com os swings pouco evoluídos dos Squirrel. Mas fiquei sempre a recear que voltasse às origens. Não se confirmaram os receios. O álbum deste ano é um prodígio de imaginação e talento musical. Imperdível!&lt;br /&gt;&lt;img height="150" hspace="10" src="http://static.flickr.com/26/44047858_a8f02069ee_o.jpg" width="150" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&gt; &lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/thehustler.mp3" width="250" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Jeff Klein – The Hustler&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jeff Klein é outro nome a prometer muito. Este álbum, The Hustler, é um verdadeiro achado. Embora algo sombrio, por vezes até claustrofóbico, é um trabalho que não passa indiferente a quem gosta de um género de música intimista e envolvente.&lt;br /&gt;&lt;img height="150" hspace="10" src="http://static.flickr.com/35/71559561_0048a5d2de_m.jpg" width="150" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os The Kills, que já conhecia mas que não me tinham despertado uma atenção por aí além com o 1º trabalho, desta apresentaram-se com um álbum cheio de força, uma rock potente e sensual, pronto a despertar paixões. É um álbum em que V V e Hotel deixam muitas expectativas para o próximo, o 3º habitualmente e na minha perspectiva, sempre o mais difícil de todos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confirmações: &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img height="150" hspace="10" src="http://photos13.flickr.com/17034153_1513e12156_o.jpg" width="150" align="left" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Josh Rouse continuou a sua normalidade editorial, e trouxe um magnífico Nashville de que já aqui falei e referi que era” uma brilhante colecção de pequenas canções, todas elas verdadeiras pérolas de sensibilidade e requintado gosto musical, um rock-pop de uma simplicidade quase cândida, deixando-se muita vez embalar na nostalgia, sem nunca se deixar cair na lamechice.&lt;br /&gt;Na verdade, a música de Rouse, parece tecida com um cuidado extremo, onde cada nota é meticulosamente precisa, e que as líricas, por vezes tristes, acompanham com rigor.&lt;br /&gt;Rouse é pois um músico perfeitamente estabilizado.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img height="150" alt="Ryan Adams – Cold Roses" src="http://photos22.flickr.com/25966634_43052bc660_m.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;img height="150" alt="Ryan Adams - Jacksonville City Nights" src="http://static.flickr.com/31/45043265_ea27a8930d_o.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;img height="150" alt="Ryan Adams – 29" src="http://static.flickr.com/35/71583696_f8554250c1_o.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Já Ryan Adams provou e uma vez por todas a sua exuberância criativa e lança 3 álbuns no mesmo ano, e que estão aí em cima. Para ser preciso, “29” ainda vai sair em fins de Dezembro, e ainda não tive oportunidade de o ouvir atentamente. Mas os outros dois, em que a sua vertente mais country está bem patente, e em que o rock tem muito menos peso que em Gold, são dignos sucessores de Heartbreaker e obras bem conseguidas. Pergunto a mim mesmo se Ryan manterá em 2006 esta “febre criativa”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Regresso:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="150" hspace="10" src="http://static.flickr.com/28/61266181_43f6c02432_o.jpg" width="150" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Kate Bush regressou com Aerial, um grande trabalho ao fim de tantos anos de ausência, e parece que recuperou a alma dos seus primeiros tempos. A bela deusa do Kent, volta com a sua música de classe única e com a voz mais sensual que nunca. Outro dos melhores álbuns do ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A grande decepção:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O álbum de Rufus Wainwright, Want Two. Um disco pouco consentâneo com o que seria de esperar.&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Outros álbuns que constam da minha lista de preferência&lt;/em&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;img height="150" alt="Anthony and the Johnsons – I’m a bird now" src="http://static.flickr.com/35/71592275_f890152195_m.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;img height="150" alt="Arcade Fire - Funeral" src="http://static.flickr.com/35/71592277_849fc6ec94_o.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;img height="150" alt="Herbie Hancock - Possibilities" src="http://static.flickr.com/35/71592278_6373244d04_o.jpg" width="150" border="0" /&gt; &lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;img height="150" alt="The Mars Volta – Frances the Mute" src="http://static.flickr.com/34/71592279_828427d6c0_o.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;img height="150" alt="David Sylvian – Nine Horses" src="http://static.flickr.com/34/71592280_dd403a1a5b_o.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;img height="150" alt="Coldplay – X&amp;amp;Y" src="http://static.flickr.com/34/71592281_5bf973157e_o.jpg" width="150" border="0" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Duas ou três notas:&lt;br /&gt;- o terceiro album dos Coldplay, sendo um trabalho com alguns momentos muito bons, demonstra como é difícil fazer uma carreira sempre em crescendo, se bem que fazer melhor que A Rush of Blood seria sempre uma tarefa bem difícil.&lt;br /&gt;- poder-se-á estranhar que não tenha mencionado o último dos Sigur Rós, Franz Ferdinand, ou o dos Animal Collective. O primeiro e o último, ainda não ouvi atentamente, pelo que seria extemporâneo incluí-los na minha lista. O dos Franz...com franqueza, não anda com espírito para ouvir aquele tipo de música, embora lhes reconheça qualidades.&lt;br /&gt;- por fim, comprei o Koln Concert, do Keith Jarret. Um must, como se sabe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã, falo dos blues...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113408557062651717?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113408557062651717/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113408557062651717' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113408557062651717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113408557062651717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/12/o-meu-ano-musical.html' title='O meu ano musical'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113339724064707655</id><published>2005-12-01T00:27:00.000Z</published><updated>2005-12-09T00:04:02.690Z</updated><title type='text'>25 Anos sem Lennon</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/68784571/"&gt;&lt;img height="500" alt="JohnLennon" src="http://static.flickr.com/15/68784571_58b8f8dc86.jpg" width="446" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dentro de breves dias, 8 precisamente, perfazem-se 25 anos desde o dia em que &lt;strong&gt;John Lennon&lt;/strong&gt;, um dos ícones do século XX desapareceu, assassinado por um fã tresloucado&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/68784570/"&gt;&lt;img height="260" alt="Dead of john" src="http://static.flickr.com/35/68784570_fddc1d210b_o.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/jealousguy.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Jealous Guy&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O anúncio da sua morte, num frio dia 8 de Dezembro, chegou seco. A princípio nem queria acreditar, tal o choque. Mas aos poucos fui assimilando que um dos símbolos da minha geração tinha desaparecido.&lt;br /&gt;Só quem viveu aqueles tempos pode avaliar o que era a ansiedade de aguardar pelo próximo single ou LP dos &lt;strong&gt;Beatles&lt;/strong&gt;. E eles nunca desiludiam. Pelo contrário, parecia sempre que só podíamos esperar que o melhor seria o próximo.Passei com a sua música muitos dos melhores momentos da minha vida&lt;br /&gt;John marcou uma geração com o seu génio musical.&lt;br /&gt;Mas não só. Teve um papel importantíssimo na mudança de mentalidades da época, e dele ficará a memória da sua fina ironia, como quando, estando os &lt;strong&gt;Beatles&lt;/strong&gt; a actuarem perante a fleumática aristocracia britânica, pediu ao povo da plateia que batesse palmas, e à nobreza que sacudisse as jóias.&lt;br /&gt;Para a posteridade ficará a sua afirmação de que &lt;em&gt;“Os Beatles são mais conhecidos que Jesus Cristo”&lt;/em&gt;. Se não o eram, nessa altura passaram seguramente a sê-lo.&lt;br /&gt;Mas se a vertente mais importante de John era a de homem da cultura – era não só músico, como escritor e pintor – nunca poderá ser esquecido o militante pelas igualdades entre raças ou entre homem e mulher, o homem solidário, o lutador pela paz entre os povos.&lt;br /&gt;Como o atestam canções como &lt;em&gt;Give Peace a Chance, Power to the People, Working Class Hero ou Woman&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/givepeaceachance.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Give Peace a Chance&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acima de tudo, o ser humano crente na utopia de um mundo sem desigualdades e fraterno, de que deu voz no imortal “Imagine”, hino dos oprimidos.&lt;br /&gt;O génio de Liverpool permanecerá como figura ímpar de toda uma geração: a minha.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Até sempre, John.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/imagine.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/68784569/"&gt;&lt;img height="500" alt="John Lennon1" src="http://static.flickr.com/12/68784569_ce5707e0ea.jpg" width="410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113339724064707655?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113339724064707655/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113339724064707655' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113339724064707655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113339724064707655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/12/25-anos-sem-lennon.html' title='25 Anos sem Lennon'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113313469038785067</id><published>2005-11-27T23:32:00.000Z</published><updated>2005-11-27T23:47:25.560Z</updated><title type='text'>WHO are you?</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/67653628/"&gt;&lt;img height="384" alt="who" src="http://static.flickr.com/33/67653628_345e43d52c_o.jpg" width="512" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores cartazes da swinging London da época de ouro nos 60’s, foi sem dúvida o grupo &lt;strong&gt;The Who&lt;/strong&gt;. Na altura, a juventude londrina dividia-se em duas tendências, de moda e música bem distinta: os &lt;em&gt;Mods&lt;/em&gt;, uma juventude rebelde mas ligada à alta burguesia, e os &lt;em&gt;Rockers&lt;/em&gt;, que seguiam mais a linha rockabilly. The Who era o grupo líder do movimento Mod, percursores do movimento pop, desde cêdo se distinguiram pelas suas estrepitosas aparições.&lt;br /&gt;Na bateria furiosa, e invariavelmente destruída durante os concertos, o frenético, e lastimavelmente malogrado &lt;strong&gt;Keith Moon&lt;/strong&gt;, uma viola empunhada e brandida em movimentos de moinho pelo excêntrico &lt;strong&gt;Pete Townhsend &lt;/strong&gt;que atravessava o palco em correria desalvorada inúmeras vezes em cada show, e uma voz potente, quase ameaçadora de &lt;strong&gt;Roger Daltrey&lt;/strong&gt;. Em fundo, o quase sorumbático e imperturbável baixista &lt;strong&gt;John Entwistle&lt;/strong&gt;, também falecido recentemente.&lt;br /&gt;Mas a história dos &lt;em&gt;The Who&lt;/em&gt;, ficará para a próxima, porque merecem abordagem aprofundada. Hoje trago-os aqui, porque agora ouço-os diariamente na minha série de televisão preferida : &lt;strong&gt;&lt;a href="http://members.aol.com/JRD203/csi-episodes.htm"&gt;CSI&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/67651188/"&gt;&lt;img height="250" alt="CSI3" src="http://static.flickr.com/25/67651188_40e29956e4.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/whoareyou.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há muito tempo que uma série não me dava tanta satisfação como esta me dá. Há muito que não acontecia, combinar afazeres de forma a não coincidir com o horário de uma série de televisão.&lt;br /&gt;Se não costumam ver, nem sabem o que perdem. E no fim deste época vai dar o episódio duplo dirigido por &lt;em&gt;Quentin Tarantino&lt;/em&gt;, que quem já viu diz que ser de antologia.&lt;br /&gt;Mas aqui, e por hoje, ficam mesmo só os &lt;strong&gt;The Who&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/67653626/"&gt;&lt;img height="300" alt="The Who Cover" src="http://static.flickr.com/28/67653626_e52a0d5b24_o.jpg" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113313469038785067?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113313469038785067/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113313469038785067' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113313469038785067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113313469038785067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/11/who-are-you.html' title='&lt;strong&gt;WHO&lt;/strong&gt; are you?'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113260172841526737</id><published>2005-11-21T19:25:00.000Z</published><updated>2005-11-27T23:43:35.133Z</updated><title type='text'>O Guitarrista mais rápido do Mundo</title><content type='html'>&lt;img height="386" hspace="10" src="http://static.flickr.com/31/65487238_a58d7485b9_o.jpg" width="269" align="left" /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A determinada altura, &lt;strong&gt;Alvin Lee&lt;/strong&gt;, o solista dos &lt;strong&gt;Ten Years After&lt;/strong&gt;, foi considerado pela imprensa musical, o guitarrista mais rápido do mundo. Tomei boa nota, mas nunca entendi muito bem a relevância do título, além de que sempre me pareceu que ser mais rápido que &lt;strong&gt;George Thorogoo&lt;/strong&gt;d no manuseamento da viola, seria tarefa quase impossível.&lt;br /&gt;Para mais, o seu solo mais conhecido, &lt;em&gt;Love like a man &lt;/em&gt;(que cabe perfeitamente no assunto do post anterior), que deve ter sido ensaiado por todos os grupos pop de todo o mundo aspirantes à fama, era bem lento, embora, por exemplo, o &lt;em&gt;Goin’ Home&lt;/em&gt;, outra das suas “&lt;em&gt;flag-songs&lt;/em&gt;”, atingisse uma velocidade de ponta quase supersónica, pelo menos em improvisos levados a cabo durante alguns memoráveis concertos.Talvez aí residisse a origem de um título que não lhe trouxe outros benefícios a não ser a vontade do público comprovar da justeza do título, e da sua parte, a vontade de o provar.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/lovelikeaman.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Alvin Lee &amp;amp; Ten Years After – Love Like a Man&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/goinhome.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Alvin Lee &amp;amp; Ten Years After – Goin' Home&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Seja como for, o homem era um virtuoso da guitarra, oriundo das escolas dos bluesmen ingleses, e conseguiu ter seguidores tão notórios como &lt;em&gt;Joe Satriani&lt;/em&gt; e&lt;em&gt; Steve Vai&lt;/em&gt;, e o seu grupo teve alguma preponderância no panorama musical de fins de 60, inícios de 70. Teve o azar de ser contemporâneo de monstros da guitarra como &lt;em&gt;Jimi Hendrix &lt;/em&gt;ou &lt;em&gt;Eric Clapton&lt;/em&gt; (que ao contrário era apelidado de &lt;em&gt;slow-hand&lt;/em&gt;), ou mesmo &lt;em&gt;Jimmy Page e Jeff Beck&lt;/em&gt;, o que o impediu de alguma vez ser considerado o nº1. Depois, foram surgindo novos valores, como &lt;em&gt;Mark Knopfler&lt;/em&gt;, e aí já lhe faltava alguma chama para disputar um lugar de destaque. Foi assim que se manteve sempre como um guitarrista de primeira linha, talvez ao nível de um &lt;em&gt;Rory Galagher, Gary Moore&lt;/em&gt; ou um &lt;em&gt;Robin Trower&lt;/em&gt;, mas sem nunca ultrapassar aquela linha que separa os bons dos óptimos. E desde há muito que a sua carreira se resume a concertos, sendo a edição discográfica escassa.&lt;br /&gt;Ainda sobre os riffs mais reconhecíveis, um caso interessante é o dos &lt;strong&gt;Spencer Davis Group&lt;/strong&gt;, um dos nomes maiores da swinging London enquanto &lt;strong&gt;Stevie Winwood&lt;/strong&gt;, então com menos de 16 anos, foi teclista, voz e alma do grupo. No caso, era, não um riff propriamente, mas o som característico da viola do solista, &lt;em&gt;Spencer Davis &lt;/em&gt;himself, e que, juntamente à vocalização muito “&lt;em&gt;soul&lt;/em&gt;” de &lt;em&gt;Stevie&lt;/em&gt;, ajudou à rápida ascensão do grupo, ao estrelato, muito à semelhança do que aconteceu com os &lt;strong&gt;Kinks&lt;/strong&gt; de &lt;em&gt;Ray Davies&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;You really got me&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Assim, e em relativamente pouco tempo, o &lt;em&gt;Spencer Davies Group&lt;/em&gt;, teve uma série de músicas de top (a mais conhecida, provavelmente &lt;em&gt;Somebody help me&lt;/em&gt;) que se iniciaram com &lt;em&gt;Keep in Running&lt;/em&gt;, e acabaram em &lt;em&gt;I’m a Man&lt;/em&gt;, este já em vésperas da deserção de Stevie para formar os Traffic, deixando um grupo que não mais alcançou notoriedade.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/hightimebaby.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Spencer Davis Group - High Time, Baby&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/65594872/"&gt;&lt;img height="286" alt="Spencer Davis Group" src="http://static.flickr.com/34/65594872_8075ccfdb4_o.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113260172841526737?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113260172841526737/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113260172841526737' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113260172841526737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113260172841526737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/11/o-guitarrista-mais-rpido-do-mundo.html' title='O Guitarrista mais rápido do Mundo'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113226392221876559</id><published>2005-11-17T21:41:00.000Z</published><updated>2005-11-21T19:49:11.006Z</updated><title type='text'>O mais célebre riff de guitarra</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/64267159/"&gt;&lt;img height="301" alt="Stones" src="http://static.flickr.com/31/64267159_beabb15238_o.jpg" width="572" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se fosse hoje, passava despercebido por banal. E no entanto, quando o &lt;em&gt;feedback&lt;/em&gt; inicial de &lt;strong&gt;I Feel Fine&lt;/strong&gt; foi escutado pela primeira vez, foi uma surpresa e um sucesso instantâneo. Creio não errar muito, se disser que foi a partir daí que a música popular deu o salto para uma maior inovação, principalmente no que diz respeito ao uso das guitarras, ou mais concretamente, à sua componente eléctrica.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/ifeelfine.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;The Beatles – I Feel Fine&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De facto, até essa altura, os guitarristas durante as gravações, tentavam tocar com o virtuosismo que possuíam, sem recorrer a improvisações – essas eram guardadas para os concertos, e mesmo assim, moderadamente - e a parte eléctrica servia unicamente para amplificar o som das violas. É verdade que havia grandes guitarristas, nomeadamente oriundos da escola dos blues ou da música country. E em Inglaterra imperavam os &lt;strong&gt;Shadows&lt;/strong&gt;, exímios executantes que deixaram escola, porém, sempre sem grandes rasgos. Devo dizer que os ouço sempre sem um entusiasmo excessivo. Nunca lhes consegui sentir um rasgo de génio, mau grado o virtuosismo de &lt;em&gt;Hank Marvin&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Voltando aos rapazes de Liverpool, na altura eram muitas vezes depreciados pelos opinion-makers musicais da altura, nomeadamente nos EUA (a história do atraso na edição dos seus discos na América por uma etiqueta de renome é quase anedótico), e &lt;em&gt;George Harrison&lt;/em&gt;, um guitarrista under rated. Porém, foi a ressonância da sua viola de 12 cordas que fez “voar” os Byrds.&lt;br /&gt;E é na sequência desta revolução musical, que surge aquele que é possivelmente ainda hoje, o mais famoso &lt;em&gt;riff&lt;/em&gt; de guitarra de todos os tempos, &lt;strong&gt;(I can’t get no) Satisfaction&lt;/strong&gt;, tocado pelos Stones, o toque de génio que os haveria de guindar ao estatuto de super grupo, no verão de 1965.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/satisfaction.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Rolling Stones – (I can’t get no) Satisfaction&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Numa listagem organizada em 2004 pela insuspeita &lt;em&gt;Rolling Stone&lt;/em&gt; segundo a opinião de músicos, críticos e figuras da indústria fonográfica, e com o muito de discutível que estas listas sempre têm, Satisfaction ocupava um 2º lugar, logo atrás de &lt;em&gt;Like a Rolling Stone, de Bob Dylan&lt;/em&gt;, o que dá uma ideia da valia da música de &lt;em&gt;Jagger/Richards&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Confesso que fui perdendo o entusiasmo pelos &lt;em&gt;Rolling Stones&lt;/em&gt;, após morte de &lt;strong&gt;Brian Jones&lt;/strong&gt;, em 69. Digamos que o acontecimento coincidiu com o afastamento total por parte do grupo, das suas raízes “bluesianas”, e a fase inicial sim, é entusiasmante e imprescindível. Depois, ainda fizeram sair um ou dois álbuns interessantes, mas daí para a frente, fui sempre um ouvinte distante da sua música.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/64284593/"&gt;&lt;img height="414" alt="Poster Rolling Stones" src="http://static.flickr.com/31/64284593_b7e4f2503c_o.jpg" width="283" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113226392221876559?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113226392221876559/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113226392221876559' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113226392221876559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113226392221876559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/11/o-mais-clebre-riff-de-guitarra.html' title='O mais célebre riff de guitarra'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113182370748300451</id><published>2005-11-12T19:27:00.000Z</published><updated>2005-11-12T19:57:43.100Z</updated><title type='text'>Still Got the Blues</title><content type='html'>&lt;img height="320" hspace="10" src="http://static.flickr.com/24/62487208_ea2d5d2746_o.jpg" width="200" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A revista Mojo deste mês vem acompanhada, como sempre, de um cd. Mas este é muito especial, uma vez que se trata de uma compilação que os autores pretenderam incluir músicas que tivessem tido influência na carreira musical de um dos maiores mitos de sempre da música: Jimi Hendrix, o mago da guitarra.&lt;br /&gt;E sem dúvida que o disco vale a pena (até é de borla e tudo), porque se são incluídos nomes sobejamente famosos como &lt;em&gt;Buddy Guy ou B. B. King,&lt;/em&gt; na colectânea também se incluem nomes menos conhecidos dos menos atentos aos blues, como Pop Staples ou Robert Petway.&lt;br /&gt;Mas estes são nomes fundamentais na história dos blues, uma espécie de pais espirituais de Jimi (é só escutar os riffs das guitarras de &lt;em&gt;Albert King ou Buddy Gu&lt;/em&gt;y e fazer a comparação), e por isso, de escuta obrigatória para quem gosta.&lt;br /&gt;O disco traça através de sonoridades muito ricas, um percurso através de 15 gravações, todas dignas de audição atenta, as raízes onde Hendrix, e outros nomes foram beber.&lt;br /&gt;&lt;img height="200" hspace="10" src="http://static.flickr.com/29/62456471_3f14266a57_m.jpg" width="200" align="right" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/whatisay.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;center&gt;&lt;em&gt;Steve Cropper, Pop Staples &amp;amp; Albert King&lt;br /&gt;What’d I Say&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, a revista traz-nos algumas curiosidades sobre uma época menos conhecida do guitarrista, durante a sua juventude, em que se exercitava com uma vassoura a substituir a guitarra, imitando &lt;em&gt;Elvis Presley&lt;/em&gt; (até no penteado cheio de brilhantina) – ao contrário do que seria suposto, a primeira música que aprendeu a tocar foi &lt;em&gt;Memories are Made of This&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;Dean Martin&lt;/em&gt; - passando pela sua adolescência, em que se começou a integrar no circuito de clubs de Seattle, integrando vários grupos, até se decidir partir para Inglaterra, onde Chas Chandler, baixista dos Animals, e a iniciar a sua carreira como produtor, o agarrou e lançou para o estrelato com Hey Joe.&lt;br /&gt;&lt;img height="200" hspace="10" src="http://static.flickr.com/26/62456466_e2a031699f_o.jpg" width="200" align="left" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/keytothehighway.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Big Bill Broonzy - Key to the Highway&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além das músicas acima, que fazem parte dos álbuns que as ladeiam, o disco inclui ainda faixas de &lt;em&gt;Jimmy Reed, B. B. King, T-Bone Walker, Booker T and the MG’s, Elmore Jame&lt;/em&gt;s.&lt;br /&gt;Destaque para uma versão de &lt;strong&gt;Killing Floor&lt;/strong&gt;, do gigante (literalmente) &lt;strong&gt;Howling Wolf&lt;/strong&gt;, que serviu de inspiração a muitos músicos dos anos 60, e especialmente a &lt;em&gt;Hendri&lt;/em&gt;x, que a tocou quando, em Outubro de 1966 subiu ao palco para tocar com os &lt;em&gt;Cream de Clapton, Bruce e Baker&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/em&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/62487200/"&gt;&lt;img height="315" alt="Howling" src="http://static.flickr.com/32/62487200_b9cb56f0d3.jpg" width="461" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/killingfloor.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Howling Wolf – Killing Floor&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;**********&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;A talhe de foice, e já que se fala de Blues um breve aparte. Por vezes depreciam-se as líricas dos blues, olvidando-se que os blues são do povo e para o povo.&lt;br /&gt;Mas será que são assim tão...básicas?&lt;br /&gt;&lt;img height="430" hspace="10" src="http://static.flickr.com/28/62487201_1ad5fca757_o.jpg" width="300" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;People call me black&lt;br /&gt;I know every word they say is true&lt;br /&gt;People call me black&lt;br /&gt;I know every word they say is true&lt;br /&gt;But there ain't nothin' in the world, whoo Lord Lord&lt;br /&gt;A poor black man could do&lt;br /&gt;President Reagan helped the rich&lt;br /&gt;And he never say nothin' 'bout the poor&lt;br /&gt;President Reagan helped the rich&lt;br /&gt;and he never say nothin' 'bout the poor&lt;br /&gt;But I'm so glad&lt;br /&gt;He won't be president no more&lt;br /&gt;What President Kennedy give us&lt;br /&gt;Old Reagan's took it back&lt;br /&gt;What President Reagan's [sic] give us&lt;br /&gt;Old Reagan's took it back&lt;br /&gt;He cut off the poor veteran, ooh Lord Lord&lt;br /&gt;And he even took on the tax&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Jack Dupree)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113182370748300451?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113182370748300451/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113182370748300451' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113182370748300451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113182370748300451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/11/still-got-blues.html' title='Still Got the Blues'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113146577675907919</id><published>2005-11-08T16:02:00.000Z</published><updated>2005-11-08T16:24:58.903Z</updated><title type='text'>12 Anos depois...O Regresso da Bela</title><content type='html'>&lt;img height="410" hspace="10" src="http://static.flickr.com/33/61266179_60c4d71205.jpg" width="288" align="left" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Após um interregno de doze longos anos, eis que regressa para nosso prazer, uma das vozes mais sensualmente arrepiantes de sempre da música popular, &lt;strong&gt;Kate Bush&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Neste &lt;strong&gt;Aerial&lt;/strong&gt;, Kate, que à excelência da voz, junta a elegância da presença e uma face de beleza exótica e quase etérea, como que renasce das cinzas para nos oferecer um trabalho cuidado, onde a voz amadurecida pelos anos, não perde, contudo, a frescura dos tempos do extraordinário &lt;em&gt;Wuthering Heights&lt;/em&gt;, nem a exuberância sensual de &lt;em&gt;Hounds of Love.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Como todos os trabalhos de Kate, este é mais um álbum onde o romantismo é levado muito a peito, chegando a roçar uma luxúria controlada. Dividido em dois discos, vai do registo intimista de “&lt;em&gt;Mrs. Bartolozzi&lt;/em&gt;”, um exercício para canto e piano pleno de erotismo, até um registo orquestral mais complexo, por exemplo em “&lt;em&gt;King of the Mountain&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;E se o cuidado nos arranjos é meticuloso e sem falhas, as líricas são, como sempre, de bom gosto e qualidade. Pode-se dizer, no fim da audição, que valeu a pena tão longa espera.&lt;br /&gt;Mas o melhor mesmo é ouvir o disco e comprovar que Kate continua de posse de todas as suas faculdades&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ontem&lt;/em&gt;: &lt;strong&gt;Wuthering Heights&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/wuthering.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Hoje&lt;/em&gt;: &lt;strong&gt;Mrs. Bartolozzi&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/mrsbartolozzi.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/61266181/"&gt;&lt;img height="177" alt="Aerial" src="http://static.flickr.com/28/61266181_43f6c02432_o.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Nota: Apesar da ordem trocada, o texto abre com a música do último disco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113146577675907919?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113146577675907919/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113146577675907919' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113146577675907919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113146577675907919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/11/12-anos-depoiso-regresso-da-bela.html' title='12 Anos depois...&lt;strong&gt;O Regresso da Bela&lt;/strong&gt;'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113095836676053413</id><published>2005-11-02T18:55:00.000Z</published><updated>2005-11-03T22:15:09.803Z</updated><title type='text'>Música Popular...Sinfónica</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/59020695/"&gt;&lt;img height="221" alt="genesis" src="http://static.flickr.com/24/59020695_e37efb9d57_o.jpg" width="483" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Genesis - 1970&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;No início dos anos 70, tinha o seu apogeu o movimento do rock-sinfónico que acabou por ser um pouco misturado com o rock-espacial, que terá tido na sua génese o grupo &lt;em&gt;Nice&lt;/em&gt;, de que fazia parte &lt;em&gt;Keith Emerson&lt;/em&gt;, mais tarde membro fundador dos &lt;strong&gt;Emerson, Lake and Palmer&lt;/strong&gt;, um dos grupos mais representativos do movimento, os &lt;strong&gt;Electric Light Orchestra&lt;/strong&gt;, que&lt;em&gt; Jeff Lynne&lt;/em&gt; fez renascer das cinzas dos &lt;strong&gt;Move&lt;/strong&gt;, os &lt;strong&gt;Pink Floyd&lt;/strong&gt; e os renascidos &lt;strong&gt;Moody Blues&lt;/strong&gt;, depois da incorporação de &lt;em&gt;Justin Hayward&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Foi uma corrente de extremos: fez-se do péssimo ao óptimo, e dele ficaram nomes que ainda resistem, como os &lt;strong&gt;Jethro Tull&lt;/strong&gt; – embora sempre me tenha parecido que &lt;em&gt;Ian Anderson &lt;/em&gt;fazia uma música muito sui-generis e pouco catalogável – os &lt;strong&gt;Yes&lt;/strong&gt;, que nas suas inúmeras reencarnações, cada uma pior que a outra, deixando quem os apreciava sempre saudosos de um &lt;em&gt;Close to the Edge&lt;/em&gt;, os imperdíveis &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Van der Graaf Generator &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;do génio &lt;em&gt;Peter Ham&lt;/em&gt;ill, ou os &lt;strong&gt;King Krimson&lt;/strong&gt;. Pelo caminho, definitivamente os Génesis, autores de algumas das obras maiores desse género de música, os &lt;em&gt;Camel, os Gentle Giant, Procol Harum ou Alan Parsons&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/59056018/"&gt;&lt;img height="230" alt="moodyblues100405_2" src="http://static.flickr.com/31/59056018_fee5c04997_o.jpg" width="360" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/dawnisafeeling.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Moody Blues - Dawn is a feeling&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Este movimento encontrou um eco especial na Europa Central, especialmente na Alemanha, onde os &lt;strong&gt;Tangerine Dream&lt;/strong&gt;, os &lt;strong&gt;Trumvirat&lt;/strong&gt; e os &lt;strong&gt;Kraftwerk&lt;/strong&gt; alcançaram uma notoriedade mundial que até aí nenhum grupo fora do eixo anglo-saxónico tinha conseguido.&lt;br /&gt;Foi a altura das teclas fazerem a sua aparição em força, e muitas vezes, os espectáculos ao vivo eram uma exibição fantástica de pianos e órgãos que ocupavam quase todo o espaço cénico.&lt;br /&gt;Devo dizer que tive o particular prazer de assistir ao último concerto dos Génesis ainda com Peter Gabriel, no Pavilhão de Cascais, evento que até hoje não esqueci.&lt;br /&gt;Só tive pena de nunca conseguir assistir a um dos espectáculos do mago Ian Anderson, quando ele estava em plena forma. Um autêntico flautista de Hamelin da era moderna. O que vale é que há sempre os Dvd’s.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/huntinggirl.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="center" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;- Jethro Tull – Hunting Girl (do album ao vivo Bursting Out)-&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Torna-se maçador o evocar de nomes, e o que pretendo na maioria das vezes é fornecer a quem certos nomes são menos familiares, uma indicação sobre os que, na minha óptica, valem a pena a audição.&lt;br /&gt;Dessa época, deixando de fora a obra dos Pink, por me parecer que ela é por demais conhecida, referirei aquelas que me parecem ser obras marcantes da época em que a música popular mais se aproximou da clássica.&lt;br /&gt;Assim, se da obra dos Génesis difícil será difícil escolher entre as obras-primas que são Selling England by the Pound, The Lamb lies down on Broadway, ou Nursery Crime, e dos Jethro Tull me é quase impossível estabelecer preferência entre Stand Up ou Aqualung, aí vai uma lista restrita dos álbuns preferidos&lt;br /&gt;&lt;img height="100" alt="59022655_a3294fb29c_o.jpg" src="http://static.flickr.com/27/59022655_a3294fb29c_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59023505_2d9fc763a3_o.jpg" src="http://static.flickr.com/27/59023505_2d9fc763a3_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59022653_5f31cdcaac_o.jpg" src="http://static.flickr.com/25/59022653_5f31cdcaac_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59022654_4d43512a17_o.jpg" src="http://static.flickr.com/31/59022654_4d43512a17_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59023503_54cbe03413_o.jpg" src="http://static.flickr.com/30/59023503_54cbe03413_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Alan Parsons Project - I Robot; Camel - The Snow Goose; Electric Light Orchestra - The Electric Light Orchestra; Emerson, lake &amp; Palmer - ELP; Genesis - Selling England by the Pound&lt;br /&gt;&lt;img height="120" alt="59023496_b399a8884a_o.jpg" src="http://static.flickr.com/31/59023496_b399a8884a_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59022649_bf2d166929_o.jpg" src="http://static.flickr.com/29/59022649_bf2d166929_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59023495_3b10214c2d_o.jpg" src="http://static.flickr.com/32/59023495_3b10214c2d_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59023790_61bc7b3ab8_o.jpg" src="http://static.flickr.com/24/59023790_61bc7b3ab8_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59024338_0d9c5f6de8_o.jpg" src="http://static.flickr.com/28/59024338_0d9c5f6de8_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Gentle Giant - Octopus (e já agora, o curioso In a Glass House); Jethro Tull - Aqualung; King Krimson - In the Court o Krimson King; Kraftwerk - Trans-Europe Express; Mike Oldfield - Tubular Bells&lt;br /&gt;&lt;img height="100" alt="59022651_044d2d9d23_o.jpg" src="http://static.flickr.com/28/59022651_044d2d9d23_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59023499_0971c57663_o.jpg" src="http://static.flickr.com/32/59023499_0971c57663_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59023508_f102190e9a_o.jpg" src="http://static.flickr.com/30/59023508_f102190e9a_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59023789_f1a12a5f94_o.jpg" src="http://static.flickr.com/27/59023789_f1a12a5f94_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;img height="100" alt="59022650_dc01b65bae_o.jpg" src="http://static.flickr.com/25/59022650_dc01b65bae_o.jpg" width="100" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Moody Blues - Days of Future Passed; Procol Harum - Procol Harum; Triumvirat - Spartacus; Van der Graaf Generator - The Quiet Zone/The Pleasure Dome: Yes - Close to the edge&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/aninmateslullaby.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Gentle Giant – An Inmates Lullaby (do album In a Glass House)&lt;br /&gt;Muita da música electrónica que se faz hoje, tem as suas raízes nesse movimento, e confesso que de algumas derivações, não gosto especialmente. Também a alguns ouvidos, muito do que se fez então pode parecer pretensioso, mas acredito que, exceptuando os exageros normais, foi um movimento bastante positivo.&lt;br /&gt;E como disse houve algumas coisas pouco aconselháveis, penso que ouvir a maior parte dos discos de &lt;em&gt;Rick Wakeman &lt;/em&gt;não vos vai adiantar. Fiquem-se por &lt;em&gt;Voyage to the Center of the Ea&lt;/em&gt;rth ou por &lt;em&gt;The Six Wifes of Henry VIII&lt;/em&gt; que chega perfeitamente.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/59020697/"&gt;&lt;img height="427" alt="jethro_tull_large" src="http://static.flickr.com/28/59020697_3c1496619c_o.jpg" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113095836676053413?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113095836676053413/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113095836676053413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113095836676053413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113095836676053413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/11/msica-popularsinfnica.html' title='Música Popular...Sinfónica'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113053204849366634</id><published>2005-10-28T21:37:00.000+01:00</published><updated>2005-10-28T21:46:39.796+01:00</updated><title type='text'>Radio Nostalgia - Saudades dos 80</title><content type='html'>&lt;img height="200" hspace="10" src="http://static.flickr.com/32/56944658_62fba2ade7_o.jpg" width="200" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Aqui há dias, com o lançamento do novo trabalho dos &lt;strong&gt;Depeche Mode&lt;/strong&gt;, veio-me alguma nostalgia de certas músicas dos anos oitenta. A verdade, é que a geração dos neo-românticos &lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/girlsonfilms.mp3" width="300" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;Duran Duran - Girls on Films&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;apesar de não terem merecido da minha parte uma tão grande atenção como outros movimentos musicais, deu origem ao nascimento de alguns grupos muito agradáveis, com linhas melódicas simples. Era a pop pela pop, sem grandes engajamentos nem complicações.&lt;br /&gt;Por cá, era o tempo do &lt;strong&gt;Frágil&lt;/strong&gt; e do renascimento dos concursos de conjuntos pop, desta vez no &lt;strong&gt;Rock Rendez-Vous&lt;/strong&gt;, local mítico para as bandas portuguesas, onde tocaram &lt;strong&gt;Rui Veloso &lt;/strong&gt;ou os &lt;strong&gt;Mão Mor&lt;/strong&gt;ta, de &lt;em&gt;Adolfo Lúxuria Canibal&lt;/em&gt; ou os &lt;strong&gt;Xutos e Pontapés. &lt;/strong&gt;  Foi o tempo dos &lt;strong&gt;Salada de Fruta&lt;/strong&gt; , dos &lt;strong&gt;Táx&lt;/strong&gt;i ou dos &lt;strong&gt;Radar Kadaf&lt;/strong&gt;i&lt;img height="200" hspace="10" src="http://static.flickr.com/26/56944657_689bae5fb2_o.jpg" width="200" align="right" /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Surgiram desses concursos os &lt;strong&gt;Mler if Dada&lt;/strong&gt;, os &lt;strong&gt;Pop Dell’Arte&lt;/strong&gt;, os &lt;strong&gt;EnaPá2000&lt;/strong&gt; e mais tarde os &lt;strong&gt;Ornatos Violetas&lt;/strong&gt;, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/videokill.mp3" width="300" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;The Buggles - Video Kill the radio stars&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi uma época muito fertil em termos musicais, uma espécie de segunda vaga das bandas nacionais.&lt;br /&gt;Foi nessa altura que se começaram a vulgarizar as vindas de nomes conhecidos da pop mundial a Portugal para concertos, alguns deles, já então em estádios de futebol. &lt;img height="200" hspace="10" src="http://static.flickr.com/27/56944656_f82ebd21fa_o.jpg" width="200" align="left" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas este texto era mesmo só sobre os neo-românticos, que por essa altura vieram cá quase todos por iniciativa do &lt;strong&gt;Júlio Isidro&lt;/strong&gt; (quem diria!). Eram todos uns rapazinhos muito alinhadinhos, muito bem penteados, precisamente o oposto dos punk cujo movimento então estrebuchava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/enjoythesilence.mp3" width="300" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;Depeche Mode - Enjoy the silen&lt;/strong&gt;ce&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Gostava especialmente dos &lt;strong&gt;Prefab Sprout &lt;/strong&gt;e do &lt;strong&gt;Brian Ferry&lt;/strong&gt; (embora este já viesse desde o movimento glam-rock), dos &lt;strong&gt;Tears for Fears&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;dos Frankie Goes to Hollywood&lt;/strong&gt;, que fizeram sair álbuns memoráveis, mas a isso dedicarei mais tarde um post.&lt;br /&gt;A propósito, ainda alguém se lembra do &lt;em&gt;Non-Stop Erotic Cabaret&lt;/em&gt;, dos &lt;strong&gt;SoftCell&lt;/strong&gt;? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113053204849366634?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113053204849366634/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113053204849366634' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113053204849366634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113053204849366634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/10/radio-nostalgia-saudades-dos-80.html' title='Radio Nostalgia - Saudades dos 80'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-113010918866803467</id><published>2005-10-24T00:06:00.000+01:00</published><updated>2005-10-24T09:48:03.113+01:00</updated><title type='text'>Something para recordar</title><content type='html'>&lt;img height="370" hspace="10" src="http://static.flickr.com/33/55322084_9f76c24fd8_o.jpg" width="250" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em breve se completarão 4 anos sobre a morte de uma das mais extraordinárias personalidades do panorama musical mundial – este par de meses que aí vem está fatalmente assinalado – &lt;strong&gt;George Harrison&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Conhecido como o “&lt;em&gt;Beatle tranquilo&lt;/em&gt;”, e parecendo viver um pouco na sombra de John e Paul, deixou sempre bem vincada a sua importância no seio do seu grupo. Guitarrista dotado, foi, na minha opinião, um pouco subestimado pela crítica, talvez devido ao seu carácter reservado ou à sua pouca exuberância musical, por sempre ter privilegiado o grupo, escusando-se a sobressair. As suas intervenções nas entrevistas colectivas, são disso esclarecedoras. Contudo, nomes como &lt;em&gt;Dylan&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Eric Clapton &lt;/em&gt;faziam parte da sua legião particular de admiradores.&lt;br /&gt;Foi essa sua personalidade muito virada para&lt;em&gt; o transcendental e a meditação que o levou a estabelecer laços com o &lt;/em&gt;Guru Maharishi, um místico indiano, que o iniciou, e aos restantes membros do grupo na filosofia &lt;em&gt;Krishna&lt;/em&gt;, que seguiu até ao fim da vida. Das incursões que então fez à Índia, tem marca a sua música, na qual a cítara foi introduzida –por exemplo, na faixa &lt;strong&gt;Within’ you, Without you&lt;/strong&gt;, do álbum &lt;em&gt;Sgt. Peppers&lt;/em&gt; – e um amadurecimento, uma espécie de libertação, em termos musicais.&lt;br /&gt;Se até então já tinha escrito algumas canções notáveis, como &lt;em&gt;If I needed Someone&lt;/em&gt;, ou &lt;em&gt;Taxman&lt;/em&gt;, foi a partir daí que surgiram as suas criações mais notáveis, das quais &lt;strong&gt;While my guitar gently weeps&lt;/strong&gt;, no &lt;em&gt;White Álbum&lt;/em&gt;, dava já a verdadeira dimensão do grande guitarrista que George era&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/whilemyguitar.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o grupo caminhava para o seu fim, que não chegou sem que George tivesse escrito, aquele que ficará, talvez, como o seu verdadeiro hino, &lt;strong&gt;Something&lt;/strong&gt;, uma canção de amor com um lirismo quase incomparável.&lt;br /&gt;George era um homem de convicções e solidário. Não lhe bastava falar da guerra, da fome. Para ele, os actos eram mais importantes, e a miséria era-lhe pesada. O horror que ocorria em princípios dos anos 70 no &lt;em&gt;Bangladesh&lt;/em&gt; tocou-lhe especialmente, e comovido pelo apelo do seu amigo &lt;strong&gt;Ravi Shankar &lt;/strong&gt;em favor dos refugiados bengalis, decidiu organizar um festival de beneficência no &lt;em&gt;Madison Square Garden&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;Nova York&lt;/em&gt;, cujas receitas reverteriam para as vítimas da catástrofe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/55322088/"&gt;&lt;img height="300" alt="Bangladesh_Apple_Acetate2" src="http://static.flickr.com/27/55322088_f480b889b5_o.jpg" width="380" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Teve, para a ideia, o apoio de músicos como &lt;strong&gt;Eric Clapton e Bob Dylan&lt;/strong&gt;– dois dos seus grandes amigos de sempre – &lt;strong&gt;Badfinger, Leon Russell, Ringo Star, Billy Preston e o próprio Ravi Shankar&lt;/strong&gt;, um virtuoso da cítara, e dos dois espectáculos ficou um álbum triplo magnífico. Terá sido esse o percursor dos concertos Live-Aid.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/55322087/"&gt;&lt;img height="253" alt="BanglaDesh" src="http://static.flickr.com/25/55322087_4fcdb7f658.jpg" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A sua carreira a solo foi intermitente, passando vários anos sem gravar, para tristeza dos seus indefectíveis, embora com trabalhos assinaláveis como o triplo &lt;em&gt;All things must pass, Cloud Nine&lt;/em&gt; ou o póstumo, &lt;em&gt;Brainwashed&lt;/em&gt;, e também os dois álbuns que gravou em 1988 e 1990, integrado no grupo &lt;strong&gt;Traveling Wilburys&lt;/strong&gt; (já aqui falei em pormenor desse belo projecto), do qual faziam parte &lt;em&gt;Roy Orbison, Jeff Lynne, Bob Dylan e Tom Petty&lt;/em&gt;, o primeiro dos quais,último disco em que colaborou Roy, é uma verdadeira pérola.&lt;br /&gt;Descuidada, porém, nunca foi a sua faceta filantrópica, assumindo-se sempre como cidadão do mundo consciente e irmão.&lt;br /&gt;Foi um dia muito triste, aquele em que soube da sua morte, embora já fosse esperado. Afinal, foi ao som da sua guitarra que decorreu a minha adolescência.&lt;br /&gt;Mas ficará sempre &lt;em&gt;Something &lt;/em&gt;que o recordará&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/something.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/55322086/"&gt;&lt;img height="312" alt="George2" src="http://static.flickr.com/29/55322086_986c193723_o.jpg" width="260" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-113010918866803467?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/113010918866803467/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=113010918866803467' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113010918866803467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/113010918866803467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/10/something-para-recordar.html' title='&lt;strong&gt;Something&lt;/strong&gt; para recordar'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112972795008254411</id><published>2005-10-19T14:05:00.000+01:00</published><updated>2005-10-19T14:19:10.093+01:00</updated><title type='text'>Blue Eyed Blues</title><content type='html'>&lt;img height="223" hspace="10" src="http://static.flickr.com/25/53815539_82bf1e3f34_o.jpg" width="350" align="left" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Longe vão os tempos do grande “boom” dos blues na velha Inglaterra, nos anos 60, época em que floresceram grupos que se esmeravam em cumprir à risca o código “bluesiano”, e dos quais emergiram grandes nomes, como &lt;em&gt;Eric Clapton&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Stevie Winwood, Eric Burdon ou Peter Green&lt;/em&gt;. Faziam parte do que se designou de &lt;strong&gt;“Blue Eyed Blues”&lt;/strong&gt;, e da corrente constavam outros nomes, que por cá nunca tiveram grande reconhecimento, apesar de terem tido trabalhos de elevada craveira, como os &lt;em&gt;Graham Bond Organisation&lt;/em&gt;, grupo onde se iniciaram &lt;em&gt;Jack Bruce e Ginger Baker&lt;/em&gt;, ou os &lt;em&gt;Savoy Brown&lt;img height="200" hspace="10" src="http://static.flickr.com/31/53815540_2eab34e8a0_m.jpg" width="200" align="right" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/tellmama.mp3" width="150" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Savoy Brown - Tell Mama&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/center&gt;Lembro que na altura, os puristas eram quase fanáticos, e se Clapton abandonou os &lt;em&gt;Yardbirds&lt;/em&gt;, foi por entender que se estavam a afastar das raízes. Curiosamente, ele próprio fez, ao longo da sua já extensa carreira, muitas cedências, e tal valeu-lhe tantas críticas como as que ouviu &lt;em&gt;Dylan&lt;/em&gt; quando se decidiu a electrificar o seu &lt;em&gt;political-folk&lt;/em&gt;, tornando-o um folk-rock que demorou a ser aceite.&lt;br /&gt;Na altura, e como já referi, era vulgar os grandes bluesmen americanos serem apoiados por grupos ingleses quando faziam tournées na velha Albion, mesmo quando os grupos já eram reputados, como aconteceu com &lt;strong&gt;Sonny Boy Williamson&lt;/strong&gt; e os &lt;em&gt;Yardbirds&lt;/em&gt;, em 1966, aproveitando quase sempre para gravar um álbum que assinalasse o evento. Geralmente, são discos muito ricos, frutos de visões diversas, mas complementares.&lt;br /&gt;Actualmente, as opções divergiram muito desse campo, e se na Grã-Bretanha ainda se tocam muitos “blues”, suponho que é por subsistirem nomes como &lt;em&gt;Eric Clapton ou Mark Knopfler, Georgie Fame ou Van Morrison&lt;/em&gt; (este, actualmente mais chegado a uns Irish Blues, se assim se pode chamar à sua música), ou quando alguns elementos dos velhos grupos se reúnem para uma jam-session, como aconteceu há uns anos atrás com os &lt;em&gt;Yardbirds&lt;/em&gt; e os &lt;em&gt;Pretty Things&lt;/em&gt;, sessão da qual saiu um álbum bastante curioso (&lt;em&gt;PrettyThings/Yardbirds Blues Band&lt;/em&gt;), e que servem de incentivo a alguns cultores do género, que já serão quase só ouvintes.&lt;br /&gt;Creio no entanto que o respeito e o prazer que os Blue Eyed bluesmen têm ainda hoje quando tocam com os velhos bluesmen negros, se mantem inalterável. Prova disso é um disco saído no ano passado, em que Clapton toca com visível alegria junto com o monstro sagrado, &lt;strong&gt;B. B. King&lt;/strong&gt;, e em que parece recuperado de todas as mazelas, e os seus blues, voltado às origens &lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/comerain.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;B.B. King &amp;amp; Eric Clapton - Come rain or come shine&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Esta menor atenção que os blues hoje merecem por parte dos músicos brancos, principalmente na Europa, acaba por causar alguma tristeza aos amantes deste tipo de música que vêm assim as opções de escolha limitadas, isto apesar de nos EUA se continuar, e bem, a tradição.&lt;br /&gt;Porque lá, vão aparecendo tipos como &lt;strong&gt;Jonny Lang&lt;/strong&gt;, um jovem músico fantástico, aparecido há poucos anos e que gravou o seu primeiro álbum a solo, &lt;strong&gt;Lie to Me&lt;/strong&gt;, com a espantosa idade de 15 anos.&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/53831391/"&gt;&lt;img height="400" alt="JonnyLang" src="http://static.flickr.com/32/53831391_1dd89b1ff1_o.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/lietome.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Jonny Lang - Lie to me&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;A apoiar esta minha “quase-decepção” está o facto de no último ano só ter conseguido adquirir, em termos de novidades em blues, um cd de &lt;strong&gt;Carey and Lurrie Bell&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Second Nature&lt;/em&gt;) e um, já de 2003, do jovem Lang.&lt;br /&gt;Uma nota à margem do que escrevi: dos bluesmen, muitos são extraordinários guitarristas, como &lt;em&gt;B.B. King, Albert King, Buddy Gu&lt;/em&gt;y e tantos outros cuja perícia é lendária, fruto de anos de trabalho árduo. Antes, um guitarrista que se prezasse, sabia todas as escalas dos blues, e orgulhava-se disso, fazendo alarde do seu virtuosismo em jam-sessions memoráveis, algumas perpetuadas em disco. Hoje, tudo é diferente. Ainda há uns tempos li, um pouco espantado, devo confessar, numa entrevista concedida por um dos elementos de um dos grupos actualmente mais em moda – os &lt;strong&gt;Franz Ferdinand&lt;/strong&gt;, que já editaram dois álbuns de muito boa qualidade – que um ano antes de editarem o 1º trabalho, ainda não sabiam que instrumento cada um iria tocar.&lt;br /&gt;Ora tal afirmação levou-me a concluir que, das duas uma: ou todos eles sabiam tocar muito bem todos os instrumentos, ou nenhum deles sabia tocar nenhum. Como considero que a 1ª hipótese pouco verosímil, só tenho que concluir que os computadores fazem milagres.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/53820000/"&gt;&lt;img height="363" alt="Yardbirds2" src="http://static.flickr.com/26/53820000_0659f6815f_o.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-112972795008254411?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/112972795008254411/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=112972795008254411' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112972795008254411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112972795008254411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/10/blue-eyed-blues.html' title='Blue Eyed Blues'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112939776016627333</id><published>2005-10-15T18:31:00.000+01:00</published><updated>2005-10-15T20:27:47.966+01:00</updated><title type='text'>Canções...diferentes III - Tiny Tim</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;img height="342" hspace="10" src="http://static.flickr.com/26/52712337_f264f15fbd.jpg" width="264" align="left" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Este “&lt;em&gt;fenómeno&lt;/em&gt;” apareceu em fins de 68, mas trazia já atrás de si mais de 10 anos de carreira, embora num registo diferente do que o levou até aos tops com esta canção. &lt;strong&gt;Tiny Tim&lt;/strong&gt; era um bom barítono e um tocador de ukelele de mérito, mas nunca sobressaindo.&lt;br /&gt;Até que se decidiu adoptar o falsetto amaneirado, que aliado ao seu aspecto estranhíssimo – era um latagão de quase 1,90m e nariz proporcional – formava um conjunto improvável, picaresco. E transformou-se, com &lt;strong&gt;Tip-toe through the tulips&lt;/strong&gt;, num instant-hit.&lt;br /&gt;E não se pode dizer que não tivesse aproveitado a onda, uma vez que lançou quase de seguida 3 álbuns, um deles com canções para crianças&lt;img height="200" hspace="10" src="http://static.flickr.com/33/52712339_090230e599_o.jpg" width="200" align="right" /&gt;, tendo sido mesmo convidado para o maior festival pop de 1970, na &lt;strong&gt;Ilha de Wight.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A carreira de Tiny Tim prosseguiu até à sua morte, em 1996, de forma bastante curiosa, com uma estadia de alguns anos na Austrália pelo meio, e com presença em alguns dos mais conhecidos shows de tv como &lt;em&gt;Howard Stern&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Conan O’Brien&lt;/em&gt;, nunca voltando aos píncaros dos fins dos anos 60, mas também sem nunca ter caído completamente no esquecimento. Era um razoável entertainer – foi mais por isso que como músico que foi convidado para Wight – e a sua voz permitia-lhe fazer duetos consigo próprio – falsetto/barítono – espectáculo curioso que era bastante apreciado, bem como em relação à sua perícia com o ukelele (foi durante um festival de ukelele que sofreu um ataque cardíaco, cujas sequelas o deixaram debilitado de tal forma que não sobreviveu ao 2º, ocorrido alguns meses depois)&lt;br /&gt;Aqui, há mais sobre ele. Se acharem que vale o trabalho.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/tiptoethroughthetulips.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/52712338/"&gt;&lt;img height="300" alt="tinytimHBB" src="http://static.flickr.com/25/52712338_4c32ccff7c_o.jpg" width="231" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-112939776016627333?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/112939776016627333/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=112939776016627333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112939776016627333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112939776016627333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/10/canesdiferentes-iii-tiny-tim.html' title='Canções...diferentes III - Tiny Tim'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112904061897781493</id><published>2005-10-11T15:10:00.000+01:00</published><updated>2005-10-13T17:01:36.736+01:00</updated><title type='text'>Woodstock 69 - A verdadeira Utopia</title><content type='html'>&lt;img src="http://static.flickr.com/24/51543759_c17e4ea9bd_o.jpg" align="left" height="320" hspace="10" width="212" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há uns tempos atrás, saiu uma edição de 4 discos, comemorativa dos 25 anos do 1º festival de &lt;strong&gt;Woodstock&lt;/strong&gt;, em 1969. Ouvi e verifiquei que era mais completa do que as anteriores, embora mesmo assim tivesse algumas lacunas assinaláveis, por isso, comprei-o&lt;br /&gt;Woodstock ficará para sempre como um marco, não só na história da música popular, mas também na da juventude de todo o mundo, podendo ser talvez considerado o culminar de um ano de contestação por excelência, à guerra do Vietname, à discriminação racial, na sequência dos recontros de Maio de 68 em Paris.&lt;br /&gt;Pessoalmente, foi um ano muito importante, e por isso terá sempre um lugar especial no meu livro de memórias, e não decerto, por ter sido o da primeira alunagem. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/borntobewild.mp3" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false" height="40" width="200"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/29/51543758_63fa454e92_o.jpg" align="right" height="255" hspace="10" width="340" /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o filme mais emblemático desse ano, para todos nós que o vivemos, tenha sido o &lt;strong&gt;Easy Rider&lt;/strong&gt;, e o seu hino principal, “&lt;strong&gt;Born to be Wild&lt;/strong&gt;”, dos &lt;strong&gt;Steppenwolf&lt;/strong&gt;, que encerrava em si o desejo de liberdade de toda uma geração.&lt;br /&gt;Voltando ao festival que dá mote ao texto, realizou-se ele num Agosto em que andava por terras de Santarém, longe de todos, saudoso de casa e da família, e mais ainda, como muitos da minha idade, frustrado por não poder partilhar aqueles dias de magia onde estariam presentes quase todos os grandes nomes da cena musical de então, alguns já quase esquecidos, como &lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/51543760/"&gt;&lt;img alt="woodstock1" src="http://static.flickr.com/33/51543760_7d83df9235.jpg" height="367" width="441" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;John B. Sebastian, fundador dos Lovin’ Spoonful, uma das bandas de top da West Coast a par dos Jefferson Airplane de Grace Slick, ou os Canned Heat com o seu boogie-woogie incomparável, Country Joe and the Fish, os Grateful Dead.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/somebodytolove.mp3" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false" height="40" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Jefferson Airplane – Somebody to Love&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outros, vivos ou mortos, permanecem bem nítidos, como Jimi Hendrix que nesse concerto conseguiu uma das suas mais mediáticas aparições públicas, ou Janis Joplin, que teve uma récita memorável. Estupidamente como tantos outros, desapareceriam no ano seguinte.&lt;br /&gt;Uma das aparições que mais me fascinaria seria a dos Who, que representavam muita da irreverência da geração dos 60, principalmente através das sempre coloridas aparições do seu baterista, Keith Moon, e do solista Pete Townshend&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/icantexplain.mp3" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false" height="40" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;The Who – I can’t Explain&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Aquele, foi um tempo estranho. O tempo em que, candidamente, ainda acreditávamos que o amor poderia ser livre, que as comunidades hippies seriam o futuro da humanidade. Mas a ingenuidade foi-se perdendo e as esperanças num universo mais fraterno ficariam pelo caminho.&lt;br /&gt;Mas apesar de tudo, a utopia permanece&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/51543761/"&gt;&lt;img alt="Woodstock2" src="http://static.flickr.com/26/51543761_353ae345fe_m.jpg" height="200" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-112904061897781493?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/112904061897781493/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=112904061897781493' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112904061897781493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112904061897781493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/10/woodstock-69-verdadeira-utopia.html' title='Woodstock 69 - A verdadeira Utopia'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112819220335681201</id><published>2005-10-01T19:28:00.000+01:00</published><updated>2005-10-01T19:51:48.610+01:00</updated><title type='text'>Dia Mundial da Música</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/48307072/"&gt;&lt;img height="109" alt="Dia Mundial da Música" src="http://static.flickr.com/24/48307072_51257929af_o.jpg" width="600" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Determinaram que o 1º de Outubro fosse o Dia Mundial da Música. Para quem gosta de música, seria desnecessária a efeméride, porque todos os dias são dias de música.&lt;br /&gt;De qualquer forma, decidi assinalá-la de alguma forma, e assim decidi que durante os próximos dias, iria aqui deixar nota de alguns álbuns e canções que de algum modo marcaram épocas diferentes da minha vida. Se toda a música que aqui tenho deixado faz parte das minhas preferências, digamos que estes são os meus mais entre os mais.&lt;br /&gt;&lt;img height="200" hspace="10" src="http://static.flickr.com/24/48282557_a42b44d43b_m.jpg" width="200" align="left" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/adayinthelife.mp3" width="200" height="40" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;Beatles – A day in the life&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;A última faixa do album &lt;strong&gt;Sgt. Pepper’s Lonely Heart Club Band&lt;/strong&gt;, é o climax de um album que ficará para sempre na história da música pop, e uma das obras máximas do génio de &lt;em&gt;John Lennon&lt;/em&gt;. Antecedido por duas jóias de grande valor como &lt;strong&gt;Rubber Soul&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Revolver,&lt;/strong&gt; se não se poderá determinar qual o melhor álbum dos Beatles, o Sgt. Peppers é com certeza o mais marcante. Uma mistura sem precedentes de musica pop com música clássica, psicadelia, music-hall e rock, um fio condutor que transforma a obra no que é considerado o 1º álbum conceptual de sempre.&lt;br /&gt;Reza a lenda que o álbum, pela sua excelência, mas particularmente pela que continha de inovação, terá sido, infelizmente, determinante no agudizar dos graves distúrbios mentais de &lt;strong&gt;Brian Wilson&lt;/strong&gt;, alma-mater dos &lt;em&gt;Beach Boys&lt;/em&gt;, o prodigioso músico autor de Smile, frustrado por se ver permanentemente ultrapassado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="200" hspace="10" src="http://static.flickr.com/26/48286052_508d6883c6_o.jpg" width="200" align="left" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/forbbidencolours.mp3" width="200" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;David Sylvian – Forbidden Colours&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;Curiosamente, também a última faixa do álbum de &lt;em&gt;David Sylvian,&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;Secrets of the Behive&lt;/strong&gt;, provavelmente um dos melhores da década de 80, saído em 87, o ano de outra obra da qual sou fã, &lt;strong&gt;Joshua Tree&lt;/strong&gt;, dos &lt;strong&gt;U2&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;A música do princípio dos anos 80 não me trouxe grandes motivos de satisfações, como aliás já acontecera com os anos 70 com o evento do glam rock e do disco-sound, e posteriormente com o punk e pós-punk, que diga-se, quanto a mim só deu á luz 3 ou 4 nomes dignos de registo, e alguns de vida efémera, como os &lt;strong&gt;Clash&lt;/strong&gt; ou os &lt;strong&gt;Smiths,&lt;/strong&gt; os &lt;strong&gt;Joy Division&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Peter Murphy&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Ian Dury&lt;/strong&gt; ou os Talking Heads.&lt;br /&gt;Diria que essa minha insatisfação talvez surja, não da falta de valores (se quisesse até poderia enumerar uma boa dúzia de nomes notáveis que entretanto apareceram, como os &lt;strong&gt;Roxy Music&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Kate Bush&lt;/strong&gt;, os &lt;strong&gt;Dire Straits&lt;/strong&gt; ou os&lt;strong&gt; Police&lt;/strong&gt; e alguns neo-românticos), mas mais do facto de sentir que a minha época de descoberta tinha terminado. Depois, a vida profissional não me deixava, à altura, tanta disponibilidade de tempo como eu necessitava para ouvir tudo como gosto. Na altura, fui pois pela via mais fácil, seguindo quase só os que já conhecia e que me garantiam qualidade.&lt;br /&gt;Do glam-rock surgira entretanto um grupo, os &lt;em&gt;Japan,&lt;/em&gt; que nunca me chamar muito a atenção. Isto é, gostava de ouvir, mas não me fazia correr a comprar . Seria porém deles que emergiria &lt;em&gt;David Sylvian&lt;/em&gt;, que juntamente com Sakamoto, compôs esta jóia, um dos mais esplêndidos álbuns que jamais ouvi. Uma obra de extremo bom gosto e à elegância da composição. Um sonho para se ouvir bem desperto.&lt;br /&gt;&lt;img height="200" hspace="10" src="http://static.flickr.com/27/48282559_0ce19668dd_m.jpg" width="200" align="left" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/nightswimming.mp3" width="200" height="40" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;strong&gt;R.E.M. - Nightswimming&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt;&lt;p align="justify"&gt;Do album &lt;strong&gt;Automatic for the People&lt;/strong&gt; dos &lt;strong&gt;R.E.&lt;/strong&gt;M., 1992. Outro dos meus álbuns preferidos, um disco que se ouve do princípio ao fim, e no qual a dificuldade está em escolher qual a melhor faixa. Uma obra melancólica, por vezes dorida, mas de uma beleza extrema. Um disco coerente, que tirou as dúvidas que me tinha deixado &lt;strong&gt;Out of Time&lt;/strong&gt;, e que de certo modo me varreu alguma desilusão que este me deixara. E a voz de Michael Stipe no seu melhor.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-112819220335681201?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/112819220335681201/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=112819220335681201' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112819220335681201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112819220335681201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/10/dia-mundial-da-msica.html' title='Dia Mundial da Música'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112794508327378161</id><published>2005-09-28T22:46:00.000+01:00</published><updated>2005-09-29T22:41:49.170+01:00</updated><title type='text'>Sonhos Psicadélicos em Rosa</title><content type='html'>&lt;img height="309" hspace="10" src="http://static.flickr.com/27/47470106_7f80b7a3f1_o.jpg" width="284" align="left" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Ouvi pela primeira vez os &lt;strong&gt;Pink Floyd&lt;/strong&gt; obviamente no Em Órbita, com a canção &lt;em&gt;Arnold Lane&lt;/em&gt;, e logo a seguir com &lt;em&gt;See Emily Play&lt;/em&gt;, &lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/seeemilyplay.mp3" width="200" height="40" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Pink Floyd – See Emily Play&lt;/em&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;mas comecei a conhecê-los a sério através de um colega de liceu que nesse ano passou uma parte das férias grandes em Inglaterra, na apanha de morangos (&lt;em&gt;strawberry fields forever, yes!&lt;/em&gt;), onde, além de umas férias diferentes, ia sempre arranjar umas massas por fora para, acima de tudo comprar uns discos que cá não havia. Nesse ano, em plena era psicadélica, um dos discos que ele trouxe debaixo do braço, era o &lt;strong&gt;The Piper at Gates of the Dawn&lt;/strong&gt;, um LP que me impressionou, de tal modo nunca tinha ouvido nada semelhante, apesar de nesse mesmo ano ter sido editado aquele que é um dos marcos maiores da música do século XX, e mais especificamente do psicadelismo, o &lt;strong&gt;Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/47515760/" title="Photo Sharing"&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/27/47515760_39133f92df_o.jpg" width="200" height="200" alt="piper" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Era o começo da música espacial, como aliás algumas canções nele incluído, sugerem, ex. &lt;em&gt;Astronomy Domine&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Interstellar Overdrive&lt;/em&gt;, e também a obra percursora da vaga do chamada rock sinfónico, que integrou nomes tão notáveis como &lt;em&gt;Camel&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Yes,&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Jethro Tull&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Hawkwind&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Tangerine Dream&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Kraftwerk&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;King Krimson&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Alan Parsons&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Foi o único que &lt;em&gt;Syd Barrett&lt;/em&gt; verdadeiramente marcou, apesar de ainda hoje haver pinkfloydianos (?) que dizem que os Pink nunca mais foram os mesmos sem o seu génio.&lt;br /&gt;Se se falar nos &lt;strong&gt;Génesis,&lt;/strong&gt; e por muito respeito que eu tenha pelos excelentes músicos que são &lt;em&gt;Steve Hackett &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Mike Rutherford&lt;/em&gt;, o grupo, para mim, só existiu até à saída de &lt;strong&gt;Peter Gabriel&lt;/strong&gt;, e sempre achei que &lt;em&gt;Phil Collins &lt;/em&gt;teria feito bem melhor se se tivesse mantido só na bateria. Quando se fala dos &lt;em&gt;Dire Straits&lt;/em&gt;, só me lembro de &lt;strong&gt;Mark Knopfler&lt;/strong&gt;. Mas aos Floyd, sempre os vi como um grupo, pelo que considero que essa opinião é uma enorme injustiça para com os que ficaram, mais David Gilmour, o guitarrista que o substituir, que deixaram uma das melhores e mais influentes discografias da 2ª metade do século.&lt;br /&gt;Na verdade, se de &lt;em&gt;Atom Heart Mother &lt;/em&gt;(um dos meus álbuns preferidos)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/if.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="true" loop="false"&gt;&lt;/center&gt;&lt;/embed&gt;&lt;center&gt;Pink Floyd - If (Atom Heart Mother)&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;ou &lt;em&gt;Ummaguma&lt;/em&gt; se pode dizer que não são obras muito divulgadas, &lt;strong&gt;Dark Side of the Moon &lt;/strong&gt;é uma obra universal, &lt;em&gt;Animals&lt;/em&gt; é uma parábola superior e &lt;strong&gt;Wish You Were Here &lt;/strong&gt;um dos melhores álbuns de sempre, tal como The Wall, a obra universal com que, praticamente encerraram uma carreira ímpar.&lt;br /&gt;A par da carreira em grupo, tanto &lt;strong&gt;David Gilmour &lt;/strong&gt;como &lt;strong&gt;Roger Wa&lt;/strong&gt;ters editaram discos a solo, dos quais se destacam &lt;em&gt;The pros and cons of Hitch Hicking&lt;/em&gt;, de Waters, e o auto-intitulado, de Gilmour. Mas principalmente, e pela sua originalidade uma vez que nele quase só eram ouvidos os ruídos produzidos pelo corpo, o álbum de Waters de 1970, "&lt;em&gt;Music from "The Body&lt;/em&gt;".&lt;br /&gt;Guardo também com muito cuidado um VHS do concerto dos Pink em Veneza, transmitido pela televisão em directo há uns anos largos atrás. Uma pena nunca ter sido editado um dvd com esse magnífico concerto, quanto mais não fosse pela atmosfera feérica que o rodeou. Um espanto!&lt;br /&gt;- Faço aqui uma ressalva para fazer notar que as opiniões que aqui expresso reflectem somente os meus gostos pessoais e nada mais que isso. Além do mais, não tenho pretensões a crítico musical.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img height="180" alt="47470105_d9b6bd6112_o.jpg " src="http://static.flickr.com/29/47470105_d9b6bd6112_o.jpg" width="180" border="0" /&gt;&lt;img height="180" alt="47470108_b9a36686b6_o.jpg " src="http://static.flickr.com/26/47470108_b9a36686b6_o.jpg" width="180" border="0" /&gt;&lt;img height="180" alt="32/47471016_299f344ec1_o.jpg " src="http://static.flickr.com/32/47471016_299f344ec1_o.jpg" width="180" border="0" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;center&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/wishyouwerehere.mp3" width="400" height="40" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;Pink Floyd – Wish you were here&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/47470107/"&gt;&lt;img height="390" alt="pink_floyd_poster" src="http://static.flickr.com/27/47470107_8e83e15251_o.jpg" width="248" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-112794508327378161?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/112794508327378161/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=112794508327378161' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112794508327378161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112794508327378161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/09/sonhos-psicadlicos-em-rosa.html' title='Sonhos Psicadélicos em Rosa'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112739630123486825</id><published>2005-09-22T14:34:00.000+01:00</published><updated>2005-09-23T14:42:09.100+01:00</updated><title type='text'>Arroz Irlandês</title><content type='html'>&lt;img src="http://static.flickr.com/32/45559295_95d4fbc6c5_o.jpg"align="left" width="256" height="269" hspace="10"&gt;&lt;p align=justify&gt;Quando há uns meses atrás me decidi a deitar mãos a este espaço, estava no seu ocaso um fenómeno de popularidade nos blogs portugueses, pelo menos naqueles que possuem música de fundo: &lt;strong&gt;Damien Rice&lt;/strong&gt;. Cheguei até a ler um ou outro lamento mal-disposto, do género: “Arre, porra, que já estou farto/a de abrir blogs e só ouvir o Damien”.&lt;br /&gt;Tal facto, inibiu-me um pouco de até hoje o invocar aqui, apesar de ser um seu ouvinte atento e grato, quase de 1ª hora.&lt;br /&gt;Refere-se por vezes que as unanimidades são caso para desconfiar, o que aqui não está, na minha óptica, em causa. O 1º trabalho público de Rice é magnífico, e digno de todas as atenções. Se algo de estranho houve nesta onda que percorreu a comunidade bloguística nacional, foi o atraso com que se verificou, uma vez que o trabalho foi editado já em 2003. À 1ª vista, dá ideia que houve por parte do público alguma dificuldade em assimilar a obra. Contudo penso que o que houve foi uma deficiente divulgação. Curiosamente, o “&lt;em&gt;boom&lt;/em&gt;” deu-se após a estreia por cá do filme “&lt;strong&gt;Closer&lt;/strong&gt;” cujo tema de fundo era uma das canções mais tocadas do álbum do Rice&lt;br /&gt;Referindo mais em concreto o álbum focado, único até agora embora tenha também saído uma espécie de máxi-EP com versões alternativas de duas das músicas do álbum, &lt;em&gt;Volcano&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Delicate&lt;/em&gt;, mas que continha quatro canções inéditas, entre as quais a magnífica &lt;em&gt;Woman like man&lt;/em&gt;, é um trabalho intimista, de grande profundidade lírica e de ambiente musical superlativo e quase irreal, que deixa quem o ouve, em êxtase. Um trabalho sem falhas, em que o ouvinte terá sempre uma dificuldade enorme em eleger a sua música favorita.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/amie.mp3" width="400" height="40" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Damien Rice – Amie&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Tenho reflectido sobre como será o seu próximo álbum, e se é dado adquirido que o 2ª trabalho de um músico é sempre o mais difícil, no caso de Damien Rice será redobrada a dificuldade, e uma tarefa que lhe vai exigir muita inspiração, sangue, suor e lágrimas.&lt;br /&gt;Mas sobretudo, tenho muitas dúvidas que durante os próximos tempos surja uma obra que me encha as medidas como “&lt;strong&gt;O&lt;/strong&gt;” preencheu.&lt;br /&gt;Entretanto, e tendo o seu trabalho, conhecido o merecido reconhecimento, tem sido chamado a colaborar em gravações de outros artistas, como foi o caso do grande &lt;strong&gt;Herbie Hancock&lt;/strong&gt;, que o chamou para um dueto com a sua parceira de há algum tempo, &lt;strong&gt;Lisa Hanningan&lt;/strong&gt;, no seu álbum “&lt;em&gt;Possibilities&lt;/em&gt;”&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;img alt="45559293_25dd938369_m.jpg" src="http://static.flickr.com/29/45559293_25dd938369_m.jpg " width="240" height="240" border="0"/&gt;&lt;img alt="45559294_77ea2582a9_o.jpg " src="http://static.flickr.com/31/45559294_77ea2582a9_o.jpg" width="240" height="240" border="0"/&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/coldwater.mp3" width="400" height="40" loop="false" autoplay="false" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;Damien Rice – Cold Warter&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-112739630123486825?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/112739630123486825/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=112739630123486825' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112739630123486825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112739630123486825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/09/arroz-irlands.html' title='Arroz Irlandês'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112706917424160416</id><published>2005-09-18T19:40:00.000+01:00</published><updated>2005-09-18T21:26:18.296+01:00</updated><title type='text'>forever Young</title><content type='html'>&lt;img src="http://static.flickr.com/26/44353892_fe04116443.jpg" align="left" height="365" hspace="10" width="245" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;center&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;May God bless and keep you always,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;May your wishes all come true,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;May you always do for others&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;And let others do for you.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;May you build a ladder to the stars&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;And climb on every rung,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;May you stay forever young,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Forever young, forever young,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;May you stay forever young.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Bob Dylan&lt;/span&gt; - &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Forever young&lt;/span&gt;)&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Fossem estas palavras de Dylan dedicadas a Neil Young, e subscrevê-las-ia eu na íntegra. Penso que mais alguns da minha geração e outras muito mais jovens, e que têm tido o privilégio de conhecer a música do grande músico canadiano o fariam também.&lt;br /&gt;Conheço-o desde os tempos em que fazia parte de um agrupamento de country-rock, na linha dos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Byrds&lt;/span&gt;, de que hoje poucos recordarão, os &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Buffalo Springfield&lt;/span&gt;, ao qual pertencia também Stephen Stills, que mais tarde o acompanharia noutras aventuras&lt;br /&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/32/44353174_3a9823b4c9_o.jpg" align="right" height="144" hspace="10" width="275" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/mrsoul.mp3" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false" height="40" width="250"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;(&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Buffalo Springfield&lt;/span&gt; – &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Mr. Soul&lt;/span&gt;) &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embora o grupo tenha sobrevivido apenas dois anos, a influência deixada na música americana foi demasiado importante para ser ignorada, e grupos tão marcantes como os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jefferson Airplane&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nitty Gritty Dirt Band &lt;/span&gt;ou os&lt;span style="font-style: italic;"&gt; The Band&lt;/span&gt;, não o renegavam. Mas Neil sempre foi um solitário, e a sua música ganhou expressão universal quando se lançou na carreira a solo, interrompida após dois álbuns (ambos notáveis, com realce para o 2º, onde pontifica o magnífico &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Everybody knows this is nowhere&lt;/span&gt;) , para formar um dos grandes super grupos da história do rock, os &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Crosby, Stills, Nash &amp; Young&lt;/span&gt;, regressando após a gravação do álbum &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Déjá Vu&lt;/span&gt;, à sua condição de &lt;em&gt;lonesome cowboy.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/33/44353176_eb7c88b3da_m.jpg" align="left" height="177" hspace="10" width="240" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/helpless.mp3" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false" height="40" width="250"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;(&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Crosby, Stills, Nash &amp; Young, - Helpless&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;) &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não o podia ter feito de melhor forma. Se &lt;em&gt;Déjà Vu&lt;/em&gt; era uma obra de grande fôlego, colectiva embora cada elemento, e Neil mais vincadamente, deixasse nele impressa a sua marca pessoal, o seu 3º álbum a solo, &lt;strong&gt;After the Gold Rush&lt;/strong&gt;, é uma obra-prima, onde o seu talento transpira do 1º ao último acorde. A sensibilidade, o lirismo levado quase ao extremo em faixas como a que dá nome ao álbum, &lt;em&gt;Don’t let you brings you down&lt;/em&gt; ou ou aquela que aqui deixo, dão-lhe uma atmosfera quase irreal. Recordo-me sempre do arrepio que senti quando ouvi o LP do princípio a fim, e repetido depois inúmeras vezes, até o vinil ficar gasto e inaudível. Pertencerá sempre ao meu top 10 de álbuns&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/onlylove.mp3" type="audio/mpeg" controls="TRUE" autoplay="false" loop="false" height="40" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;(&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Neil Young &lt;/span&gt;– &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Only love can break your hear&lt;/span&gt;t) &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desde então, a sua música, abrangente e transversal a gostos – Neil tão depressa canta uma balada aparentemente frágil apoiado no dedilhar sábio da sua viola acústica, como se atira a um rock electrizante e frenético - afirmou-o como um dos grandes nomes do panorama musical, mantendo um padrão elevado e sempre imune a modas, intransigente com facilitismos, e legou-nos até hoje alguns dos melhores álbuns da musicografia norte-americana, nomeadamente &lt;strong&gt;Harvest&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Rust Never Sleeps&lt;/strong&gt;, com os &lt;em&gt;Crazy Horse&lt;/em&gt;, um extraordinário álbum com algumas faixas gravadas ao vivo e do qual costumo dizer que só a um génio como Young seria permitido desafinar assim publicamente.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nota&lt;/span&gt; – Recentemente a saúde de Neil sofreu um abalo. Recuperou, e gravou novo álbum, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Prairie Wind&lt;/span&gt;. Uma só palavra para o definir : &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Excelente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img alt="44353172_85851dfa11_m.jpg" src="http://static.flickr.com/25/44353172_85851dfa11_m.jpg" height="225" width="225" /&gt;&lt;img alt="44353178_3ccd5abc2d_m.jpg " src="http://static.flickr.com/24/44353178_3ccd5abc2d_m.jpg" height="225" width="225" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-112706917424160416?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/112706917424160416/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=112706917424160416' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112706917424160416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112706917424160416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/09/forever-young.html' title='forever Young'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112662052046931156</id><published>2005-09-13T15:01:00.000+01:00</published><updated>2005-09-13T15:08:40.476+01:00</updated><title type='text'>Canções...diferentes II - P. J. Proby</title><content type='html'>&lt;img height="300" hspace="10" src="http://static.flickr.com/33/42978989_f130af6dbd_o.jpg" width="129" align="left" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Justificadamente, o nome de &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.proby.co.uk/"&gt;P. J. Proby&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, em Inglaterra, está ligado a uma certa maneira excêntrica de ser e estar.&lt;br /&gt;Provavelmente, ninguém por cá o conhece, a não ser meia dúzia de pessoas que ainda se lembra de o ouvir no “&lt;em&gt;Em Órbita&lt;/em&gt;”. Aí, sempre foi uma espécie de nota de bizarria nas emissões, e os habituais ouvintes esperavam – sentimento transmitido pelo locutor habitual – com alguma curiosidade cada seu novo trabalho.&lt;br /&gt;P.J. nasceu nos Estados Unidos, e curiosamente, fez, tal como os &lt;em&gt;Walker Brothers &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Jimi Hendrix&lt;/em&gt; (este, mais tarde), o percurso inverso da British Invasion, na busca do reconhecimento que não conseguiam nos Estados Unidos. Companhia privilegiada, portanto.&lt;img height="200" hspace="10" src="http://static.flickr.com/29/42979850_ff526391ec_o.jpg" width="200" align="right" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Era um intérprete de talento, com uma voz fora do comum, que abarcava todas as notas da escala, da mais grave à mais estridente. Podia cantar como Elvis ou Gene Pitney, boogie-woogie, rockabilly ou soul. Era versátil, embora por vezes, exuberante de mais&lt;br /&gt;E se o talento não chegou para o levar aos tops, teve a ajuda do acaso e dessa sua faceta exuberante que se estendia também ao modo como se apresentava em cena: usava uns sapatos negros de fivela centrada, uma camisa de mangas tufadas, tinha uma enorme cabeleira negra, apanhada em rabo-de-cavalo por um laço de veludo negro, tecido de que eram também as calças, justíssimas. Quem assistia aos seus espectáculos pensaria estar na presença de &lt;em&gt;Barry Lyndon&lt;/em&gt;, himself.&lt;br /&gt;Foram as calças as responsáveis pelo boom de P.J. Numa noite em que os movimentos em palco foram mais amplos que o habitual, as ditas rasgaram-se no sítio menos conveniente (para ele, terá sido muito positivo), e o escândalo provocado deitou-o para as primeiras páginas dos jornais.&lt;br /&gt;P.J. sabia que a sorte raramente bate duas vezes à porta, e aproveitou a onda. E era certo e sabido que, em cada novo espectáculo, a partir daí sempre esgotado, as calças de Proby, costuradas cirurgicamente, iriam rebentar precisamente no mesmo sítio. E assim se foi P.J. projectando, algumas vezes com algumas bizarrias, mas já se sabe, quando se cai em graça, quase tudo é desculpado.&lt;br /&gt;Infelizmente para ele, a sua exuberância estendia-se à sua vida particular, e os seus ganhos eram sempre irracionalmente excedidos pelos seus gostos sumptuosos, e por duas vezes foi obrigado a declarar bancarrota.&lt;br /&gt;Há poucos anos, com algum sucesso, tentou lançar a sua carreira pela terceira vez. Descobri-lhe até um &lt;a href="http://www.proby.co.uk/"&gt;site&lt;/a&gt;, que visito regularmente. Desejo sempre, quando me refiro a estas figuras que fazem parte do meu imaginário e a quem devo tão boas recordações, que tenham boa sorte.&lt;br /&gt;Para mais, de P.J. recordo grandes versões de &lt;em&gt;Somewhere&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Maria&lt;/em&gt;, do &lt;em&gt;West Side Story&lt;/em&gt;, de &lt;em&gt;I Apologize&lt;/em&gt;, uma outra excentricidade em que a sua voz inicia a canção na zona mais grave da escala, para a terminar num falseto capaz de partir todos os vidros, e outras mais ligeiras, que fazem parte da minha discoteca e das quais não abdico de ouvir de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a title="Photo Sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23801595@N00/42978986/"&gt;&lt;img height="449" alt="Poster PJ" src="http://static.flickr.com/26/42978986_9a15da0652_o.jpg" width="300" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Banda Sonora : &lt;em&gt;Rockin’ Pneumonia and the Boogie Woogie Flu&lt;/em&gt; – &lt;strong&gt;P. J. Proby&lt;/strong&gt;,&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/rockingpneumonia.mp3" width="400" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="TRUE"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-112662052046931156?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/112662052046931156/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=112662052046931156' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112662052046931156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112662052046931156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/09/canesdiferentes-ii-p-j-proby.html' title='Canções...diferentes II - P. J. Proby'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112612283393712673</id><published>2005-09-07T20:39:00.000+01:00</published><updated>2005-09-08T09:20:47.883+01:00</updated><title type='text'>Quando a ambição é bem-vinda</title><content type='html'>&lt;img height="300" hspace="10" src="http://static.flickr.com/25/41188819_44c7ba894d_o.jpg" width="223" align="left" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;Costumo dizer que neste mundo já nada me espanta. Exagero. Com alguma regularidade, aparece uma ou outra surpresa para abalar estas minhas certezas.&lt;br /&gt;Uma das mais recentes foi-me proporcionada por um músico norte-americano, &lt;strong&gt;Sufjan Stevens&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Sufjan é um músico extremamente dotado, com escola erudita e raízes folk, tendo começado há poucos anos (é novo) a fazer-se notado. Em 2003 surpreendeu a cena musical ao anunciar que tencionava fazer um álbum dedicado a cada um dos estados norte-americanos, começando pelo da sua origem, o Michigan, e que se intitulou “&lt;em&gt;Greetings from Michigan the Great Lake State&lt;/em&gt;”.Tratou-se de uma obra de grande fôlego, onde Stevens fazia&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img height="180" hspace="10" src="http://static.flickr.com/25/41188072_dd524140c3_o.jpg" width="180" align="left" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/flint.mp3" width="300" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="true" controls="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Flint (For the Unemployed and Underpaid)&lt;/em&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um retrato musical e descritivo da sua terra, decomposto em 15 faixas onde, ao mesmo tempo fazia alarde do seu talento como executante (toca ao longo do álbum mais de 20 instrumentos), o que seria um bom augúrio para o que prometia.&lt;br /&gt;Mas são 50 os estados norte-americanos, e como dizia há uns tempos atrás com alguma graça a revista &lt;em&gt;Uncut&lt;/em&gt;, nem os &lt;em&gt;Yes&lt;/em&gt; ou os &lt;em&gt;Magma&lt;/em&gt;, nos seus tempos mais produtivos, teriam expectativas que os levassem tão longe. Eu acescentaria, que nem &lt;em&gt;Frank Zappa&lt;/em&gt;, de quem pouca gente terá toda a discografia, e eu que sou um Zappista de sempre, tenho algum conhecimento de causa.&lt;br /&gt;Com efeito, num tempo em que a maioria dos músicos (ou grupos), demoram normalmente ano e meio a dois anos (quando não mais) a ultimar novo trabalho, propor-se um tal empreendimento, pareceu-me pretensioso e de uma ambição quase delirante.&lt;br /&gt;Para mais, no ano seguinte lançou um álbum fora desta sequência, “&lt;em&gt;Seven Swans&lt;/em&gt;”, este mais intimista, cheio de pequenas canções de amor e fé na vida, cantadas num tom quase confessional, que encanta à primeira audição.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;img height="180" alt="41188070_3adf5072e9_o.jpg" src="http://static.flickr.com/33/41188070_3adf5072e9_o.jpg" width="180" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas este ano, Sufjan voltou à tarefa que se tinha proposto, e editou um álbum dedicado, desta vez, a &lt;em&gt;Illinois&lt;/em&gt;, um estado com um peso enorme na música note-americana, afinal é onde se situa a &lt;em&gt;Motown&lt;/em&gt;. E se o álbum dedicado ao Michigan era de qualidade superior, desta vez Stevens excede-se e percorre o estado, tocando-lhe os tons e os sabores. Porque a música dele é perfumada, plena de tonalidades. As teias musicais, que combinam o folk e no pop na medida exacta, deixam sons suaves a pairar no ar. As suas líricas vão buscar inspiração, tal como no álbum dedicado ao &lt;em&gt;Michigan&lt;/em&gt;, às suas paisagens, aos habitantes, a nomes que fazem a história do estado, como o serial-killer &lt;em&gt;John Wayne Gancy&lt;/em&gt;, ou &lt;em&gt;AlCapone&lt;/em&gt;, parecendo-nos por vezes que estamos a ouvir uma pequena opereta, dividida em 22 pequenas, mas extraordinárias, peças delicadas e sedutoras.&lt;br /&gt;&lt;img height="180" hspace="10" src="http://static.flickr.com/21/29325663_24db4bfd20_o.jpg" width="180" align="left" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;/center&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/concerningtheufo.mp3" width="300" height="40" type="audio/mpeg" loop="false" autoplay="false" controls="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Concerning the UFO Sighting near Highland, Illinoi’s&lt;/em&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuo apreensivo quanto à possibilidade de Sufjan conseguir concretizar o que se propôs. É que à média de um álbum por ano, ser-lhe-iam necessários ainda mais 48 para atingir o desiderato. Mais complicado ainda, porque manter um nível a rondar a excelência, é difícil, mesmo para um sobredotado como Stevens demonstra ser a cada novo trabalho.&lt;br /&gt;Mas enquanto nos for presenteando com preciosidades destas, perdoe-se-lhe a ambição, ou a extravagância de uma expectativa quase irrealista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nota&lt;/em&gt;: Extremamente curiosos alguns títulos, bem demonstrativos da sempre presente criatividade de Sufjan. Um exemplo : “&lt;em&gt;A conjunction of drones simulating the way in which Sufjan Stevens has an existencial crisis in The Great Godfrey Maze&lt;/em&gt;” &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(Para ouvir a segunda música, basta desligar a primeira)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-112612283393712673?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/112612283393712673/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=112612283393712673' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112612283393712673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112612283393712673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/09/quando-ambio-bem-vinda.html' title='Quando a ambição é bem-vinda'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112578318374013649</id><published>2005-09-03T22:02:00.002+01:00</published><updated>2005-09-06T11:44:13.696+01:00</updated><title type='text'>A música cool de Georgie Fame</title><content type='html'>&lt;img src="http://static.flickr.com/29/39880220_d340b5ef8a_o.jpg" align="left" height="273" hspace="" width="200" /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A música não é só feita dos grandes nomes. Ou antes, nem sempre alguns daqueles que mais gostamos de ouvir consegue alcançar a fama de quês os julgamos credores. É assim com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Georgie Fame&lt;/span&gt;, um músico que quase diria, me acompanha desde sempre.&lt;br /&gt;E no entanto, a sua carreira começou, nos anos 60, com um enorme êxito que atingiu o top de vendas na Grã-Bretanha de forma fulgurante, e que cujo título, curiosamente, seria um termo muito usado para designar alguma música de então: “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Yeah! Yeah!&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Georgie Fame&lt;/span&gt;, cantor e pianista, é um músico desde sempre muito chegado ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rythm’n’Blues&lt;/span&gt; inglês, por vezes com uns tons mais jazzy, mas sempre com um estilo muito particular, arejado, uma música sem grandes sofisticações técnicas, mas evoluída o bastante para que a sua colaboração seja desde sempre, muito apreciada por grandes nomes da sua área musical&lt;img src="http://static.flickr.com/30/39880235_a9c5f9ecff_m.jpg" align="right" height="200" hspace="" width="200" /&gt;&lt;br /&gt;A sua primeira abordagem à cena musical londrina foi feita através da actuação no circuito dos grandes clubes da então capital mundial da música, hábito que até hoje nunca perdeu, e onde conheceu outros músicos que então faziam cartaz na “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;swinging London&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;Apoiado num pequeno grupo, os &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Blue Flames&lt;/span&gt; (a ex banda de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Billy Fury&lt;/span&gt;,  e da qual fez parte), conseguiu a notoriedade com algumas canções ligeiras, muito ao estilo de então, e a “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Yeah, Yeah&lt;/span&gt;”, seguiram-se mais dois sucessos que atingiram os tops, “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Getaway&lt;/span&gt;” e “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Ballad of Bonnie and Clyde&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;Por mim, sempre apreciei a sua versatilidade, a capacidade para cantar e tocar músicas mais soul ou funky, como “Papa’s got a brand new bag”, ou pequenas baladas e cançonetas de amor, como “Try my World” ou “Sitting in the Park”, músicas muito tocadas em todas as discotecas de Lisboa, ou muito especialmente, no Louisiana, em Cascais&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Papa's got a brand new bag&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/papasgotabrandnewbag.mp3"controls="true" autoplay="true" loop="false" height="40" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da sua qualidade e versatilidade, falam as muitas parcerias para que tem sido convidado, desde uma com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alan Price &lt;/span&gt;(o celebrado ex-organista dos Animals), que deu origem a um LP excelente, “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Price of Fame"&lt;/span&gt;, ao convite de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bill Wyman&lt;/span&gt; para fazer parte dos seus &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rythm Kings&lt;/span&gt;, um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;meeting&lt;/span&gt; de estrelas, e gravar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Anyway the Wind Blows".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://static.flickr.com/21/39880241_a4994da3ca_o.jpg" align="left" height="200" hspace="" width="200" /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas o “casamento” mais profícuo tem sido com o seu companheiro de night clubs desde há décadas, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Van Morrison&lt;/span&gt;, com quem já gravou vários álbuns, dos quais devo destacar “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Tell me Something&lt;/span&gt;”, em que o duo, acompanhado por &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ben Sidran&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mose Allison&lt;/span&gt;, tocam músicas deste último, um grande nome do jazz branco. Uma verdadeira pérola, apesar de por cá ter passado quase desapercebido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;No trouble living – Georgie Fame, van Morrison, Mose Allison &amp; Ben Sidran&lt;/span&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/notroubleliving.mp3"controls="true" autoplay="false" loop="false" height="40" width="400"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passados estes anos todos, ainda ouço com aquele prazer quase juvenil e alguma nostalgia, as velhas canções de Georgie, a sua música sempre muito&lt;span style="font-style: italic;"&gt; cool&lt;/span&gt;, ao mesmo tempo que aguardo sempre com muita curiosidade os seus novos trabalhos que vão aparecendo cada vez mais espaçados&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-112578318374013649?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/112578318374013649/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=112578318374013649' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112578318374013649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112578318374013649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/09/msica-cool-de-georgie-fame_112578318374013649.html' title='A música cool de Georgie Fame'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112516836796279802</id><published>2005-08-27T19:35:00.000+01:00</published><updated>2005-08-27T20:14:39.180+01:00</updated><title type='text'>Canções...diferentes I</title><content type='html'>&lt;p align=center&gt;&lt;img alt="37677426_89b0c8af47.jpg"src="http://photos27.flickr.com/37677426_89b0c8af47.jpg" width="500"eight="398" border="0"/&gt;&lt;p align=justify&gt; Na música, como afinal em todas as facetas que compõem a nossa vida, somos confrontados com coisas estranhíssimas, e às quais dificilmente consigo catalogar.&lt;br /&gt;Como diz o &lt;a href="http://www.7000nomes.blogspot.com/"&gt;JP&lt;/a&gt;. embora noutro sentido, são daquelas coisas que nos boquiabrem. Está neste caso um single saído em 1966, que se intitulava “They’re coming to take me away, Há-Haaa”, interpretado por Napoleon XIV (aka Jerry Samuels), onde, com uma batida constante e uniforme em fundo, Napoleon canta (ou antes, declama), o infeliz desenlace do seu romance de amor que o levou a um estado avançado de demência, como se pode comprovar pela desenvolver da “canção”. Durante toda ela, nem só uma nota de música é tocada ou cantada.&lt;br /&gt;O que é certo é que há público para tudo, e a ária maníaco-depressiva subiu ao 3º lugar nos charts e deu aso a que o autor se abalançasse a lançar um LP com canções de cariz semelhante, e com títulos igualmente sugestivos, como poderão comprovar pela capa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Napoleon XIV&lt;/strong&gt; – &lt;em&gt;They’re coming to take me away, há-Haaa!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/theyrecoming.mp3" width=400, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13398262-112516836796279802?l=osdiasdamusica.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/feeds/112516836796279802/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=13398262&amp;postID=112516836796279802' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112516836796279802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/13398262/posts/default/112516836796279802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://osdiasdamusica.blogspot.com/2005/08/canesdiferentes-i.html' title='Canções...diferentes I'/><author><name>VdeAlmeida</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11995662216088587727</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://pwp.netcabo.pt/0144955101/eu10.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-13398262.post-112492422297054922</id><published>2005-08-25T00:01:00.000+01:00</published><updated>2005-08-27T19:48:37.613+01:00</updated><title type='text'>Soul Music</title><content type='html'>&lt;img src="http://photos21.flickr.com/36890718_92f8bb378a_o.jpg"align="left" width="351" height="334" hspace="10"&gt;&lt;p align=justify&gt;Nunca sei em que tipo de música hei-de enquadrar o que &lt;strong&gt;Ray Charles&lt;/strong&gt; cantava (e estas catalogações, com a cada vez maior proliferação de tipos de música, mais difícil se torna). O &lt;strong&gt;Allmusic&lt;/strong&gt; designa o &lt;em&gt;R’&amp;’B&lt;/em&gt; como género musical, subdividindo-se por sua vez em vários estilos, tais como &lt;em&gt;blues&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;jazz-blues, urban-blues, soul&lt;/em&gt;, etc. Vou dar de barato que a música do génio seria – classificação minha – um &lt;em&gt;jazz-blues&lt;/em&gt;, e diria então que o meu primeiro contacto assinalável com a música soul, designação que então se atribuiu à música ligeira cantada por negros norte-americanos e que tinha fortes raízes religiosas ligadas aos espirituais, terá sido ao ouvir a fantástica voz de &lt;strong&gt;Wilson Pickett&lt;/strong&gt; em &lt;em&gt;In the midnight hour&lt;/em&gt;,  que de tão espantosa, garanto, nunca mais esqueci&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;img alt="36889063_7d23f29fd8_o.jpg " src="http://photos27.flickr.com/36889063_7d23f29fd8_o.jpg " width="200" height="200" border="0" /&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/inthemidnighthour.mp3" width=400, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Quem tenha lido o que até hoje tenho escrito sobre a música dos anos sessenta, poderá ser levado a pensar que os tops (apesar de tudo, ainda me parece que nessa altura eram de algum modo, um aferidor credível sobre a qualidade do que se fazia) eram dominados esmagadoramente pelos então emergentes grupos pop, rock ou qualquer coisa pelo meio, oriundos de Inglaterra ou dos EUA, aqui e ali destronados pelos grandes nomes do music-hall, como &lt;em&gt;Frank Sinatra&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Elvis Presley&lt;/em&gt;, está a laborar num erro. &lt;br /&gt;Nessa altura, a &lt;strong&gt;Atlantic&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;Tamla-Motown &lt;/strong&gt;eram duas máquinas poderosas, contavam com grandes vozes e disputavam os primeiros lugares palmo a palmo. Como exemplo, o grupo de &lt;em&gt;Diana Ross&lt;/em&gt;, as &lt;em&gt;Supremes&lt;/em&gt;, tiveram um tão impressionante número de entradas para os tops, que só os Beatles se lhe poderiam comparar. Isto, sem falar do extraordinário &lt;strong&gt;Marvin Gaye&lt;/strong&gt;, um dos génios da música negra, e que era o ás maior do baralho da &lt;em&gt;Motown&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;img alt="36904279_aa176d7e41_m.jpg " src="http://photos26.flickr.com/36904279_aa176d7e41_m.jpg" width="200" height="200" border="0" /&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;Nomes femininos como &lt;em&gt;Fontella Bass, P. P. Arnold ou Martha and the Vandel&lt;/em&gt;las (um grupo muito interessante, na linha das Supremes e do qual eu gostava bem mais do que do trio da Ross), ou masculinos, como&lt;em&gt; Percy Sledge &lt;/em&gt;(quem, depois de ouvir o seu &lt;em&gt;When a man loves a woman&lt;/em&gt;, poderá alguma vez esquecer aquela voz poderosíssima?), os &lt;em&gt;Temptations, Solomon Burke, Eddie Floyd, os Four Tops ou Joe Tex&lt;/em&gt;,  terão sempre que fazer parte de uma discoteca que se preze.&lt;br /&gt;&lt;p align=center&gt;&lt;img alt="36889399_c3d27b4446_m.jpg " src="http://photos29.flickr.com/36889399_c3d27b4446_m.jpg " width="180" height="180" border="0" /&gt;&lt;img alt="36888817_0e9b080c47_m.jpg " src="http://photos31.flickr.com/36888817_0e9b080c47_m.jpg" width="180" height="180" border="0" /&gt;&lt;img alt="36888814_e4934c492f_o.jpg " src="http://photos30.flickr.com/36888814_e4934c492f_o.jpg" width="180" height="180" border="0" /&gt;&lt;p align=justify&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://pwp.netcabo.pt/0144955101/dancinginthestreets.mp3" width=400, height=40 controls=TRUE autoplay="false" loop="false"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;(&lt;em&gt;Martha and the Vandellas – Dancing in the streets&lt;/em&
